São alarmantes as notícias que têm chegado do Médio Oriente, sobretudo do Irão. Diante de tal cenário dramático, que compreende Israel e a Palestina, corre-se o risco de deixar cair no esquecimento o sofrimento diário da população, especialmente em Gaza e noutros territórios, onde a urgência de um adequado apoio humanitário é cada vez mais premente.
Hoje, mais do que nunca, a humanidade grita e implora paz. É um grito que reclama responsabilidade e sensatez, e que não deve ser abafado pelo fragor das armas e pelas palavras retóricas que incitam ao conflito. Cada membro da comunidade internacional tem uma responsabilidade moral: travar a tragédia da guerra antes que ela se transforme num abismo irreparável. Quando está em causa a dignidade humana, não há conflitos “distantes”.
A guerra não resolve os problemas, antes amplifica-os e produz na história dos povos feridas profundas, que para sarar levam gerações. Nenhuma vitória armada poderá compensar a dor das mães nem o medo das crianças nem o futuro roubado. Que a diplomacia faça silenciar as armas! E que as Nações desenhem o seu futuro não com violência e conflitos sangrentos, mas com obras de paz!
Médico francês retorna de Gaza e compara situação de palestinos à de judeus no Gueto de Varsóvia
🗣️ "Normalmente os civis conseguem fugir dos combates. Aqui é impossível. A população não tem onde se proteger", disse Raphaël Pitti, experiente anestesista militar que já trabalhou em zonas de conflito, como na ex-Iugoslávia, no Líbano, durante a Guerra do Golfo e, mais recentemente, na Síria e na Ucrânia
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🎥 @Luiz_Vassallo
Chega!
Após o #Angelus, #PapaFrancisco renovou seu apelo pela #paz entre #Israel e #Palestina: "Que parem as armas, elas nunca trarão paz, e que o conflito não se amplie!" E invoca a ajuda para Gaza e a libertação dos reféns
França e China declaram apoio a proposta do Brasil no Conselho de Segurança da Onu sobre conflito Israel-Hamas.
Embaixador chinês afirmou que proposta brasileira é “bem-vinda”, enquanto representante francês pediu que membros se unam pelo documento.
(Tradução: @SamPancher)