🇺🇸💸 Tebet: sem diversificação de parceiros, país teria 'quebrado' com tarifaço dos EUA
🗣️ A ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou que encerra sua passagem pela pasta com o objetivo de consolidar o equilíbrio fiscal aliado ao planejamento de longo prazo. Segundo ela, a gestão buscou aumentar a eficiência dos gastos públicos para assegurar recursos destinados a políticas prioritárias e fortalecer a organização das ações do governo.
👉 Tebet destacou que a recriação do Ministério do Planejamento permitiu retomar instrumentos estratégicos, como o Plano Plurianual (PPA) Participativo, elaborado a partir de consultas realizadas em todos os estados. Ela também citou a conclusão de um plano de desenvolvimento para os próximos 25 anos, que reúne metas para áreas como infraestrutura, inovação, segurança pública, geração de empregos e sustentabilidade.
👍 Ao avaliar os desafios enfrentados durante a gestão, a ex-ministra disse que foi necessário recompor o orçamento federal após a pandemia. De acordo com Tebet, diversas políticas públicas e programas sociais estavam sem recursos suficientes no início do atual governo, exigindo reorganização das contas para viabilizar investimentos.
👍 Ela também defendeu a criação de uma cultura permanente de planejamento no setor público, afirmando que a falta de estratégias de longo prazo compromete o desenvolvimento econômico e social do país e dificulta a continuidade de políticas públicas entre diferentes governos.
💬 "Por isso, esse tema não aparece nas páginas dos jornais, não é divulgado pela imprensa e não é cobrado pelos diferentes setores da sociedade. Diferentemente do setor privado, que planeja antes de investir, isso não faz parte da cultura da máquina pública. Esse é o grande mal do Brasil. É por isso que a gente patina, patina, patina e não consegue avançar no desenvolvimento social e econômico", concluiu.
📝 Nota à imprensa sobre a imposição de novas tarifas unilaterais dos EUA contra o Brasil
O Governo brasileiro rechaça a decisão do governo dos Estados Unidos de impor tarifas de 12,5% sobre produtos brasileiros em função do resultado da investigação da Seção 301 relativa à proibição de importação relacionadas ao trabalho forçado.
Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais.
Ao longo da investigação, o Ministério do Trabalho e Emprego prestou explicações e forneceu farta documentação sobre a legislação brasileira e da atuação das nossas autoridades aduaneiras para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado.
Vale ressaltar, ainda, que o Brasil é reconhecido há décadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelos fortes compromissos assumidos no combate ao trabalho forçado.
Somos signatários de 66 Convenções em vigor na OIT. Enquanto os Estados Unidos, que se arrogam o direito de nos julgar e de impor sanções, ratificaram apenas 10 dessas Convenções.
O Brasil ratificou todos os quatro instrumentos da OIT relacionados ao trabalho forçado: a Convenções 29 de 1930; a Convenção 105 de 1957; a Recomendação 203 e o Protocolo à Convenção 29, ambos de 2014. Os EUA só ratificaram um desses instrumentos.
Os acordos de livre comércio celebrados pelo Brasil e pelo MERCOSUL, incluindo com Chile, União Europeia e Associação Europeia de Livre Comércio, contêm compromissos de eliminação do trabalho forçado e compulsório e de aplicação efetiva dessas proibições.
Esse compromisso de combate ao comércio internacional de bens relacionados ao trabalho forçado é intensificado pela abordagem multidimensional de nossas políticas domésticas de fiscalização, prevenção, acolhimento pós-resgate das vítimas e combate ao trabalho escravo contemporâneo.
Tipificamos como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas as jornadas exaustivas, as condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção. Responsabilizamos as empresas e indivíduos, aplicando multas severas, e mantemos um cadastro de “Lista Suja” de empregadores.
Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Governo Bolsonaro: vendeu Eletrobrás, vendeu BR Distribuidora, recebeu dividendos exorbitantes da Petrobrás, queimou reservas internacionais, deu calote nos precatórios, afanou o ICMS dos combustíveis dos estados, não fez investimentos e teve licença fiscal-eleitoral; mesmo depois de tudo isso, fechou as contas com déficit.
Governo Lula: não vendeu patrimônio público, elevou as reservas internacionais, quitou os precatórios e o ICMS dos combustíveis, reduziu impostos dos mais pobres, investiu em políticas públicas, infra-estrutura e recuperação da indústria; mesmo depois de tudo isso, está fechando as contas com superávit.
Quem é “gastador”?!
🗣🌐❗️ Sul Global não pode se tornar apenas consumidor de IA, diz Dilma Rousseff
📍 O Sul Global não pode se limitar ao papel de consumidor de inteligência artificial, declarou nesta sexta-feira (17) a presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS (NBD), @dilmabr, durante a Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai.
💬 Respondendo à pergunta da Sputnik, ela afirmou que os países precisam ampliar o acesso às tecnologias por meio da cooperação e de plataformas abertas.
O indicado pelo governo Trump para ser embaixador no Brasil foi sabatinado hoje no Congresso dos EUA.
Um dia após o novo tarifaço, Daniel Perez admitiu que os EUA têm um superávit comercial com o Brasil.
Ele foi questionado pelo Senador Tim Kaine, do Partido Democrata.
Minha indignação é ainda maior por saber que esse ataque ao Brasil tem o apoio de alguns políticos brasileiros. São verdadeiros traidores da pátria. Apostam no quanto pior, melhor. Não se importam com a economia do país e os danos causados ao nosso povo.
No 1º semestre de 2026, as exportações brasileiras para a China alcançaram US$ 58,3 bilhões, alta de 21,9%, e geraram um superávit comercial de US$ 19,8 bilhões. Desse total, as exportações agropecuárias brasileiras destinadas ao mercado chinês somaram US$ 30,5 bilhões, com crescimento de 10,5%.
Nota à imprensa sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos Estados Unidos
O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável.
O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%.
O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.
Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço.
O governo do Brasil seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura.
Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.
Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Hoje acompanhei no Rio Grande do Norte a inauguração do Túnel Major Sales, do Ramal Apodi. É um marco na Transposição do São Francisco. Conecta a Paraíba ao Rio Grande do Norte e permite que as águas do Velho Chico cheguem ao oeste potiguar.
O túnel tem 6,5 quilômetros de extensão e capacidade para até 20 metros cúbicos de água por segundo. Era o trecho mais complexo da obra. Representa um avanço decisivo para a segurança hídrica e o desenvolvimento do semiárido nordestino.
O Ramal do Apodi como um todo tem 115 quilômetros de extensão. Faz parte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, com benefício para cerca de 750 mil pessoas em 54 municípios de Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.
📸 @ricardostuckert
Mais 101km da Transnordestina entregues hoje, em Quixeramobim (CE).
Esta é a maior obra de infraestrutura linear em execução no nosso país. A Transnordestina leva grãos, fertilizantes, combustíveis, cimento e minério. E traz emprego, escoamento da produção e desenvolvimento regional.
Cruza 53 municípios. São 1.206 quilômetros entre Eliseu Martins (PI) e o Porto do Pecém (CE). Desse total, 777km estão concluídos. Entregamos hoje 100 vagões graneleiros e confirmamos a produção de outros 370. Anunciamos o desembolso de mais R$ 600 milhões para acelerar a sequência das obras.
Quando estiver finalizada, a Transnordestina terá capacidade para transportar mais de 30 milhões de toneladas de cargas por ano. Um marco para a infraestrutura nacional e para o desenvolvimento do Nordeste.
📸 @ricardostuckert
@renato_rovai@profsosa13 Grave foi como a globo cobriu o sequestro de Abilio Diniz, a bolinha de papel na testa de José Serra e muitas outras passagens históricas.
Publicidade de banca de aposta pode ser corrigida ou proibida.
🇯🇵 Japonês falando sobre Zico:
“Zico é uma lenda. Zico criou a história do futebol japonês. Muitos japoneses amam Zico. Nós falamos "espírito de Zico", que é lutar por 90 minutos. Ele ensinou aos japoneses o que é futebol. Obrigado, Zico!”
🎥 @ESPNBrasil