@CentralFlaNacao Não é a primeira vez que esse FDP nos prejudica, ontem foi um absurdo o primeiro pênalti. Não esqueço a Super Copa contra o Atlético Mineiro que foi na mão grande literalmente.
Esse segundo turno vai muito complicado, teremos que ter 80% dos votos válidos para conseguir ganhar de 51% a 49%, o sistema é bruto e no desespero não vai medir esforços, o roubo no 1° turno já foi gritante, não podemos nos calar.
Kassio Nunes,
Está claro para o Brasil a manipulação do resultado das eleições para vaga de Presidente da República, quem vota na direita para o Senado não vota em Lula. Está muito feio, Flávio ganhou no 1° turno, assim como Bolsonaro ganhou em 22.
URNAS - A TECNOLOGIA ALIENÍGENA INQUESTIONÁVEL
Trabalho com programação e já desenvolvi sistemas complexos. O sistema de apuração e totalização dos votos parece realizar ajustes ao longo da apuração que fazem com que a diferença entre os candidatos diminua progressivamente, até que o resultado seja sempre definido por uma margem relativamente pequena.
Bolsonaro só conseguiu vencer em 2018 porque iniciou, naquela apuração, com uma diferença muito grande - superior a 70% -, não havendo tempo suficiente para que o sistema de apuração efetuasse o ajuste até o encerramento da totalização.
Observando o gráfico de 2018, se a apuração tivesse se prolongado por mais alguns minutos, Bolsonaro teria sido ultrapassado.
Seguramente Flávio só terá chance de vitória se, no início da apuração, contar com mais de 70% dos votos. Se iniciar com percentual menor o sistema terá tempo suficiente para os ajustes, o gráfico seguirá o padrão já conhecido e o resultado no final será 51 ou 52% para Lula.
O que chama a atenção é o padrão sempre apresentado pelos gráficos de apuração: um candidato passa a cair de forma constante enquanto o outro (do PT) sobe de maneira igualmente constante, sem que haja inversões nessa tendência.
No caso das eleições brasileiras, independentemente da região que esteja sendo apurada, há sempre um comportamento recorrente em que o candidato do PT avança de forma contínua enquanto o adversário recua na mesma proporção, sem nenhuma inversão desse padrão ao longo da apuração.
Esse padrão e manipulação ocorre somente na apuração e totalização de votos para presidente. Devido ao grande número de candidatos para os demais cargos seria inviável, e quase impossível, haver manipulação tão abrangente via programação. O código de programação ficaria gigantesco e a enorme possibilidade de erro de fechamento na totalização inviabiliza o processo.
Esse comportamento precisa ser tecnicamente explicado pelo TSE pois claramente existe sim a MANIPULAÇÃO via programação na apuração e totalização de votos.
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O deputado federal Ricardo Salles (Novo) desistiu da candidatura ao Senado de São Paulo na última terça-feira, 29. A desistência de Salles ocorreu em um momento em que o deputado aparecia atrás nas pesquisas e enfrentava uma pressão crescente pelo voto útil em favor de Prado.
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