Ótimo, as facções como PCC e CV estão todas indo a merda!
Isso me lembrou uma musica boa pra curtir esse momento glorioso que se deve comemorar.
https://t.co/xduXGMnbLx
A CRUZ SAGRADA seja a minha luz,
não seja o dragão o meu guia.
Retira-te, satanás! Nunca me
aconselhes coisas vãs.
É mal o que tu me ofereces.
Bebe tu mesmo os teus venenos!
Asmongold explains his position on war and calls international law a fantasy
"I agree with using whatever is required to defeat your enemy to the extent that your enemy seeks your destruction. Whether that's blowing up residential buildings or bombing cars, you do everything you can to ensure the survival of your people."
"Who decides if it's a war crime? Something you're not accountable to? You're not one of the international law believers, are you? You don't really have this fantasy that there's a gentleman's agreement you can make with a terrorist state."
"The only currency international law is backed by is lead. If you can't enforce it, you can't do it. That's all there is to it."
BREAKING: Brazil’s Supreme Court justice Alexandre de Moraes just banned Sen. @FlavioBolsonaro from contacting our own father - @jairbolsonaro , under house arrest - until the election.
A son forbidden from speaking to his father by judicial decree.
This isn’t law. This isn’t democracy. This is abuse of power.
The world cannot look away while Brazil’s judiciary silences an entire political movement.
An election isn’t just a vote, it’s a voice. And Moraes is trying to take that voice away.
🇧🇷 Watch. Share. Speak up.
#BolsonaroFree
#FreeBrazil
Que maravilha ouvir o secretário de Estado americano, Marco Rubio, denunciando o plano dos globalistas de dominar o mundo inteiro através de um judiciário internacional. Histórico.
"Há 250 anos, os americanos governam a si mesmos como um povo livre e soberano. Nós escolhemos nossos próprios líderes, definimos nossas próprias leis e, quando somos acusados de um crime, somos julgados por um júri formado por nossos próprios pares. Essa é a característica essencial e indispensável da nossa forma de governo. É o alicerce do nosso modo de vida.
Mas hoje, pessoas poderosas em lugares distantes querem tirar isso de nós. Elas acreditam que deveriam estar no comando das suas leis, do seu país, da sua vida, e não se importam se você concorda ou não.
Do outro lado do mundo, existe uma instituição que se autodenomina Tribunal Penal Internacional. Talvez você já tenha ouvido falar dela, talvez não. Mas é bem provável que você não conheça os nomes de seus juízes, de seus promotores ou de seu presidente. E você não deveria precisar conhecer.
Enquanto conversamos, o TPI e seus aliados travam uma guerra contra o nosso país — não com balas ou mísseis, mas com estatutos, tratados e a força do chamado direito internacional.
Quando o TPI foi criado, há 24 anos, disseram-nos que ele seria apenas um mecanismo de último recurso: um tribunal global que atuaria apenas para julgar os crimes mais graves, como genocídio e crimes de guerra, e somente quando o sistema de Justiça de um país fosse incapaz de processá-los por conta própria.
Mas a verdade é que ele era algo muito mais radical e extremo. Era um tribunal global composto por burocratas globalistas não eleitos, que afirmavam possuir um poder praticamente ilimitado.
O perigo desse tribunal global só aumentou ao longo do tempo. Hoje, ele ameaça todos os aspectos do nosso sistema político e jurídico. Agentes da patrulha de fronteira que removem criminosos violentos do nosso país. Fuzileiros navais americanos que arriscam suas vidas para defender nossa pátria. Promotores que trabalham para desmantelar planos terroristas destinados a atacar e matar americanos.
Se permanecermos inertes, todos eles ficarão à mercê de juízes estrangeiros a milhares de quilômetros de distância, enfrentando o risco constante de serem processados e até presos pelo chamado 'crime' de defender o próprio país.
O povo americano nunca concordou com nada disso, e jamais concordará. Leiam as palavras da nossa Declaração de Independência. Lutamos uma revolução contra uma potência estrangeira que nos enviava além-mar para sermos julgados por supostos delitos.
A independência é um direito de nascimento do povo americano. Nunca permitiremos que burocratas estrangeiros nos tirem isso.
Este governo não ficará de braços cruzados enquanto o Tribunal Penal Internacional e seus aliados tentam ameaçar o nosso povo. Se eles acreditam que podem nos privar da nossa soberania, nós lhes ensinaremos o verdadeiro significado da determinação americana."