O regime prende 2000 pessoas ILEGALMENTE, prende e tortura Filipe Martins e o próprio Bolsonaro.
O regime não permite sequer a criação de um partido político decente para representar a maioria da população.
Mas esse mesmo regime vai permitir que, depois de alguns botões apertados, um grupo sem qualquer poder remova as armas do regime, docilmente.
Pior. Isso aconteceria pelas vias "institucionais", com os "representantes" que temos, que o mesmo regime permite que tenhamos.
Esse delírio é uma covardia que me causa repulsa, realmente. É o retrato da média brasileira.
Quem viveu o regime militar no Brasil sabe:
Nunca uma ditadura foi exercida neste país de forma tão ostensiva ou grotesca como a que vemos hoje.
Patrocinada pela hipocrisia do PT e do lulismo galopante que assola estre país.
Só tem similar na porca ditadura da Venezuela nos tempos de chavez ou maduro.
É uma afronta autoritária ao povo brasileiro, à sociedade e ao mundo, que observa uma ditadura escancarada tentando ainda, pateticamente, se travestir de 'estado democrático'.
Impedir o acesso de FBolsonaro ao seu pai ou impedir que Jair Bolsonaro se comunique através de uma simples carta ultrapassa todos os limites morais ou éticos de civilização.
Inútil o palavrório juridiquês e hipócrita do stf ou as elocubrações vazias da imprensa estatal para justificar o injustificável.
O lulismo+sistema é o câncer que destrói essa nação.
Anyone who lived through Brazil's military regime knows:
Never has a dictatorship been exercised in this country as blatantly or grotesquely as the one we see today.
It is fueled by the hypocrisy of the PT and the rampant *Lulism* plaguing this country.
Its only parallel is the vile dictatorship in Venezuela under Chávez or Maduro.
It is an authoritarian affront to the Brazilian people, to society, and to the world—which watches a brazen dictatorship still pathetically trying to masquerade as a "democratic state."
Blocking access between F. Bolsonaro and his father, or preventing Jair Bolsonaro from communicating via a simple letter, crosses every moral and ethical boundary of civilization.
The STF’s hypocritical, legalese-laden verbiage and the state-aligned press’s hollow rationalizations—attempting to justify the unjustifiable—are utterly futile.
*Lulism*—combined with the "System"—is the cancer destroying this nation.
I was horrified to learn that in the 1950's samesex attracted people were told they were criminals and then pumped full of body altering chemicals. Thankfully nowadays, these people are told they are trans, and then pumped full of body altering chemicals. We've come so far.
Who are you to judge people's outrage as legitimate or not? Greeks suffered 400 years of occupation and slavery at the hands of the Turks. Greeks taught their language and stories in secret, in caves, at risk of death. One hundred years ago, my father's parents survived the genocide.
Fifty years ago, the Turks invaded, raped, murdered and destroyed in Northern Cyprus, again attempting to erase the culture as they did in Anatolia. If you can't understand why, with that history, Greeks are protective of their culture, and just asking for some respect, then it's you who need a look in the mirror.
Catholics, this is a very dangerous sound.
It's a terror for demonic activities.
It's the exorcism prayers of St Benedict. Many Catholics have testified about this prayer.
St Benedict, ora pro nobis
É bala voando por todo lado.
10 federais invadindo a casa de Bolsonaro -inclusive o quarto da Laurinha- procurando armas.
Justiça bloqueando grana de waldemar do PL.
Mídia estatal despejando desinformação e acusando FBolsonaro de ser 'entreguista' por ter ido aos EUA batalhar pelo fim das tarifas.
Blogueiros e afins fomentando a treta entre Michelle e Flavio, que evidentemente não querem que acabe.
Ex esposa de Bolsonaro acusada pela justiça.
E, pra fechar a gloriosa sexta, senhoras 'escandalizadas' e muito bem 'intencionadas' -não, não, ninguém tá lucrando com isso- prometem divulgar um vídeo de 4 anos atrás de FBolsonaro numa das festas de vorcaro.
Enquanto isso, a assessoria de Flavio dorme o sono dos justos, ele grava seus próprios vídeos e a situação leva ao desespero seus apoiadores reais, como Allan.
Se, ainda em julho, já estamos vivendo esse caos, imaginem o que acontecerá nos próximos meses.
Só rezando, e muito.
Eu acho impressionante como tem gente que não entende isso.
Tem uma parte da esquerda que não gosta do PT e nem do Lula, mesmo assim, na eleição eles fazem o L, eles sabem que o importante é ter alguém mais a esquerda no poder.
Aí vem a porra da "direita limpinha" com discurso de "só voto em santo", "não vou sujar minhas mãos de sangue" bla bla bla e anula o voto.
Aí o Lula ganha por diferença de 1% e esses jumentos acham que não são responsáveis kkkkkkkkk
A direita pós-Olavo: Esperança estilhaçada
Sem o professor Olavo, o movimento conservador abandonou os livros, se viciou em celular e hoje é escravo do algoritmo - e da corrupção da consciência
A direita que existe hoje e a direita de 5 anos atrás são fenômenos estranhos, alienígenas um ao outro – em resumo, as duas direitas são verdadeiras inimigas entre si. O estranhamento no enredo é que, no mais das vezes, estamos falando dos mesmos personagens: pessoas que, em algum momento, orbitaram Olavo de Carvalho. Muitos esperavam tal fratricídio pela disputa de legado – ou mesmo por cargos ou ego. Mas aquele fenômeno amplamente debatido em artigos e livros da “direita” acabou por trilhar caminhos que a tornaram uma quimera incapaz de se olhar no espelho. Agora que o mestre não orienta rotas nem prioridades com as broncas e palavrões que lhe eram peculiares, a direita dividiu-se entre uma máquina robótica falando de eleições ou pessoas solitárias que preferem nem mais comentar política, tal o grau de policiamento do pensamento que tem de enfrentar internamente. Isto enquanto testemunha-se fenômenos esdrúxulos, como uma nova “direita” cujas pautas são todas… de esquerda, do nacionalismo estatista jeca até a parceria com o PT para destruir a Lava Jato.
Tenho por princípio de vida odiar textos em primeira pessoa. Mas, devido a também ser coadjuvante neste embrolho, vejo-me obrigado a abandonar temporariamente meu princípio estético e comentar a última década não como espectador, mas também como partícipe. Mesmo não desejando nem chegar perto do poder, tive de cruzar com poderosos e ladrões – nem sempre escapando com a carteira intacta.
Desta feita, porém, meu relato será também um testamento – que já me cobraram inúmeras vezes. Funciona praticamente como a continuação do meu livro, que tantos me cobraram.
Olavo de Carvalho nos deixou na madrugada de 24 de janeiro de 2022, após cerca de cinco anos extremamente conturbados em sua vida – que já havia sido tão conturbada ao ponto do irreproduzível. Como definiu Filipe Martins, Olavo era um hápax legómenon, um fenômeno que aparece uma única vez dentro de uma língua ou cultura. Trabalhou com jornalismo (científico e esotérico), astrologia, passou bons anos dentro da escola perenialista (os verdadeiros donos do mundo), foi perseguido por um gênio louco como Frithjof Schuon, descobriu o Foro de São Paulo em um trabalho para a Odebrecht e foi massacrado pelo establishment petista na mídia e Universidade. Mas nada disso parece ter sido páreo para os últimos cinco anos de sua vida, justamente quando o “velho da Virginia” tornou-se mainstream: era uma borrasca de ataques, polêmicas, enrascadas e alguns siricoticos públicos a cada meia hora que deixou nosso filósofo atordoado, triste e perdido. Adicione ainda o Facebook, que acabou prejudicando demais não apenas sua última tentativa de ter paz na Terra, mas obnubilou seu próprio legado intelectual.
A verdade que precisamos confessar é que ninguém está resguardado da degradação da consciência que se tornou marca indelével dos nossos tempos. Por isso, é preciso entender como um movimento cultural, baseado em uma filosofia poderosa, foi reduzido à política partidária. Outro aspecto fundamental em uma mudança produzida na internet é entender o papel das redes sociais, que influenciaram demais o trabalho do próprio Olavo de Carvalho – e como a direita, que é tão baseada em passado e herança, pode lidar com algoritmos que não possuem um ontem. Precisamos entender por que trocamos estudo por notícias e intelectuais por influencers. Com um mapa de nossa situação podemos, talvez, pensar em um resgate da consciência e da imaginação.
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Flávio Bolsonaro fez uma ótima defesa dos interesses nacionais em Washington, na audiência do Escritório de Comércio dos EUA (USTR) sobre as tarifas a serem possivelmente aplicadas ao Brasil.
Não é mais possível separar o comércio da política e da geopolítica. Nunca foi. Menos ainda nos dias de hoje em que todos os instrumentos de poder, inclusive o comércio, estão interligados no nível nacional e mundial.
A ideia de que o Brasil pode ser uma espécie de “trading house” asséptica, indiferente à opção de política doméstica pelo crime ou pelo império da lei, indiferente à inserção do país no bloco totalitário ou no mundo livre, é uma ilusão perigosíssima, que pode conduzir os brasileiros a perderem tanto sua liberdade quanto seu comércio.
Um sistema de poder corrupto e arbitrário, um “capitalismo de laços” assentado sobre uma justiça dos amigos, complacente para com o crime, admirador e tributário do regime comunista chinês, jamais constituirá base de sustentação para um comércio exterior robusto, para um parque de investimentos atraente, para uma economia saudável. O Brasil está economicamente doente, politicamente doente, diplomaticamente doente. As tarifas americanas seriam simplesmente um sintoma externo dessa doença. Mas o setor produtivo diretamente afetado por elas parece querer apenas tratar o sintoma de forma paliativa, aceitando conviver com a doença, em lugar de partir para sua cura.
A cura é a restauração do Estado de Direito – que implica o combate sem tréguas à corrupção e demais formas de crime organizado – juntamente com a inserção do Brasil no ocidente democrático ao qual pertencemos por vocação.
Vejo essa noção básica e as propostas que apontam para essa cura nas palavras de Flávio Bolsonaro em Washington, assim como em alocuções anteriores suas no CPAC e na Prager U, que já tive a oportunidade de comentar em vídeo.
Representates do empresariado brasileiro criticaram a fala de Flávio no USTR por não ter sido “técnica”. Mas não é possível fechar os olhos e tratar a perspectiva das tarifas americanas como se fossem uma questão “técnica” quando:
- o Brasil está atolado na corrupção e demais formas do crime organizado, a economia e a política profundamente contaminadas pelo crime;
- os EUA e toda a América do Sul, exceto o Brasil, estão-se organizando numa aliança para combater o crime organizado e para desmantelar a máquina de influência do projeto totalitário China-Rússia-Irã que tomou conta de boa parte da região;
- os EUA passaram a tratar o comércio dentro de uma perspectiva geopolítica cujo objetivo essencial é o combate ao crime organizado e ao totalitarismo;
- existe no Brasil, na reta final rumo à eleição, um lado que quer combater o crime organizado, em aliança com os EUA e com o restante da América do Sul, e um outro lado que não quer.
As tarifas foram e serão políticas. A única forma de evitá-las ou eliminá-las é também política:
- no curto prazo, obtendo o seu adiamento, para que não tenham, na eleição, efeito benéfico à corrente política brasileira que representa o status quo complacente para com o crime e hostil aos EUA;
- no médio e longo prazo, tendo no Brasil um governo comprometido com o combate ao crime, consciente da nossa identidade de membro do ocidente democrático, em aliança com os EUA e com o restante da América do Sul, e trabalhando por uma integração comercial profunda (representada pela ideia de uma Área de Livre Comércio do conjunto das Américas, que Flávio Bolsonaro apresentou, de maneira muito pertinente, um dia após a sua alocução no USTR).
Teria o empresariado brasileiro a ilusão de que Lula, caso reeleito, seria capaz de resolver o tema das tarifas com os EUA “tecnicamente”?
As tarifas foram e serão políticas. Basta olhar o calendário:
- as tarifas de 2025 vieram logo depois que Lula tornou-se o paladino da moeda do BRICS (ou seja, da China) em substituição ao dólar;
- as tarifas de 2026 foram sugeridas logo depois que Lula recusou designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
Assim, a tendência é de que, na hipótese de Lula reeleito, as tarifas venham em 2027 duplicadas e triplicadas. Pois obviamente Lula, se reeleito, não vai combater o crime nem retirar o Brasil de sua servidão ao projeto hegemônico do Partido Comunista Chinês. Obviamente Lula, se reeleito, nada fará para combater a corrupção desenfreada nem o arbítrio judicial (dois dos principais pontos que, no relato do USTR, conduzem à proposta de imposição de tarifas). Ou seja, Lula não mudará aquilo que faz os EUA tarifarem o Brasil, pois os problemas que fazem os EUA tarifarem o Brasil não são detalhes técnicos, são os pilares centrais do sistema de poder hoje em voga no nosso país: complacência para com o crime e a corrupção, arbítrio e adesão ao bloco totalitário chinês.
Diante disso, que o empresariado brasileiro deveria começar a calcular o custo-Lula. Esse custo é altíssimo e não é imposto pelos EUA, mas sim por todo o sistema de governança apodrecido e proto-totalitário que vem parasitando o Brasil.
Ao mesmo tempo, o empresariado deveria começar a calcular a oportunidade-Flávio, que hoje se apresenta como a única chance visível de – muito mais do que evitar tarifas – iniciar a cura do Brasil.
Neymar doou 1.3 milhão para as vítimas do terremoto na Venezuela e o Institito Neymar Jr. oferece educação, saúde e alimentação sem custo para mais de 3 mil crianças.
Todos os clubes por onde Neymar passou, a FIFA, emissoras do mundo inteiro, jogadores e ex-jogadores destacaram sua qualidade. A nova geração de atletas da França, Espanha e Alemanha o tem como ídolo. Ainda assim, a CBF não foi capaz de prestar uma homenagem ao maior artilheiro da história da Seleção Brasileira e ao único craque que, desde 2010, muitas vezes carregou a equipe praticamente sozinho.
No Brasil, porém, parte dos jornalistas e comentaristas prefere tratá-lo com desprezo. Enquanto isso, vi comentaristas argentinos agradecendo ao Neymar, e milhões de crianças brasileiras só voltaram a se empolgar com esta Copa por causa da sua convocação, não por jogadores que chegaram a dizer que defender a Seleção atrapalhava suas férias.
O mesmo aconteceu em Portugal com Cristiano Ronaldo: parte da imprensa e até integrantes da seleção o criticaram, apesar de ele ser um ídolo mundial. Brasil e Portugal parecem repetir o mesmo erro com seus maiores jogadores.
O povo, porém, e não a militância, sabe reconhecer o talento de Neymar e entende que ele merece ser lembrado e homenageado. Já bastou o que parte da imprensa fez com Pelé; agora repete a mesma postura porque Neymar não apoia os políticos de sua preferência.
Quando vemos até o presidente da República ironizar Neymar, chamando-o de jogador de “home office”, fica evidente como a política pode contaminar o espírito das pessoas. A pequenez ideológica destrói a capacidade de reconhecer méritos. Desprezar o sectarismo de jornalistas e políticos é, muitas vezes, uma forma de resistência em defesa da dignidade e do reconhecimento de quem fez história no esporte
@historyinmemes Os astecas não eram aquele povo que realizava sacrifícios humanos, arrancando o coração de suas vítimas e jogando seus corpos pirâmide abaixo?