Reportagem muito boa do Greg Prudenciano para a @InvestNewsBR sobre o problema do atraso tecnológico da indústria brasileira.
Nossos desenvolvimentistas tendem a pintar um quadro generalista de evidências internacionais de que a presença de um setor industrial automaticamente implica maior complexidade tecnológica e, consequentemente, produtividade. Isso não é a realidade do Brasil.
Segundo dados da própria CNI citados na reportagem as máquinas nas indústrias brasileiras tem média de 14 anos, com muitas delas passando do limite de ciclo de vida de utilização. São máquinas ultrapassadas que consomem mais energia, trabalho e desperdiçam mais insumos do que versões mais novas. É um grande parque industrial trabalhando contra a produtividade.
Em termos de robótica, a fronteira tecnológica da indústria lá fora, o Brasil sequer aparece na listagem de países que adotam tão pouco é a presença disso aqui.
O problema em parte, sim, é o capital ser bastante caro devido juros e um mercado financeiro por várias vezes disfuncional. Porém o outro problema são justamente as barreiras comerciais. O governo, ao querer proteger toda e qualquer indústria e tentar fomentar indústrias de tecnologia de ponta em um país com maquinário velho, acaba causando o problema de ser caro e difícil importar máquinas novas que possam melhorar a eficiência industrial. É o Paradoxo do Protecionismo, onde a criação de barreiras comerciais tira a vantagem competitiva das indústrias.
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In my book Why Perestroika Failed (1993) I discuss — How the System Was Supposed to Work and How the System Really Worked. It was the system in practice that failed, the text-book version was not in feasibility set (as demonstrated by the initial effort now known as War Communism 1917-1921 — subject of my first book The Political Economy of Soviet Socialism (1990)). This post does nice job drawing on the ‘thaw generations’ work, e.g., Granick and Berliner. People should study the realities of socialism as well as the aspirations of socialism. Dejure vs Defacto/rules in form vs rules in use. I also discuss this in my Calculation and Coordination book published in 2002 and in a more Soviet block sense in my recent monographs with Matt Mitchell and Konstantin Zhukov on Estonia and Poland that were part of the Fraser Institutes Realities of Socialism series.
Muito se fala de como a União Soviética foi um fracasso econômico e humano sem precedentes históricos, porém pouco se fala sobre as razões desse fracasso.
As pessoas tendem a olhar muito para os sistemas de cotas, o planejamento central e o problema de cálculo econômico, mas poucos olham para o lado microeconômico do que causava essas disfuncionalidades. Um dos pontos mais importante é como funcionavam as empresas nessa distopia.
No ensaio abaixo eu exploro a estrutura dessas organizações, como elas funcionavam e como elas foram peças fundamentais para o colapso soviético.
https://t.co/u3gL7xsnIV
#socialism #econtwitter #fintwitt #brasil #communism #socialismo #URSS
Early ‘Godzilla Minus Zero’ critic reviews are praising it as one of the best sequels ever made, with some even saying it's better than ‘Minus One’.
It has been compared to ‘The Godfather Part II’, ‘Terminator 2’, and ‘The Dark Knight’ in that regard.
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Inclusive, doeu na alma quando aquele comunista debateu com o @daniel_miorim e riu de Mises dizendo que é um economista fracassado. Mises influenciou tremendamente, via Hayek, as mais importantes escolas econômicas do século XX, institucionalistas, Chicago, neoclássicos…
Comunista lê alguma coisa de Marx, costuma ser a única coisa que lê na vida, alguma de ficção se muito. Pois acham o suprassumo.
A maioria dos não comunistas são muito burros mesmo (liberais)
Quando batem de frente com alguém da DSI, tomista, perenealista etc, ficam em choque