Lei Marcial imposta nas principais cidades iranianas. As forças de repressão da ditadura dos Aiatolás está realizando patrulhas para garantir que os iranianos não saiam às ruas. O objetivo é impedir aglomerações e novas manifestações.
Os EUA estão retirando pessoal não-essencial de algumas bases militares no Oriente Médio. Esse pode ser o maior sinal de que os EUA estão planejando um ataque ao Irã em breve, pois Washington sabe que os iranianos irão retaliar com mísseis contra essas bases.
Há uns dias um seguidor aqui da página disse que não há sinais de concentração de forças americanas no Oriente Médio e que, por isso, um ataque americano contra o Irã era improvável.
Esse ataque dos EUA contra o Irã pode até não se realizar, mas o principal indicativo para ações militares dos EUA na região não é a concentração de forças, mas sim a dispersão das forças, retirando-as de bases mais expostas e vulneráveis, e é exatamente isso o que está acontecendo agora.
Algumas linhas telefônicas internacionais foram desbloqueadas pelo regime iraniano, mas a Internet continua banida. Segundo a NetBlocks, o blackout de Internet no Irã já dura mais de 144 horas.
Forças de repressão da ditadura dos Aiatolás invadindo um hospital no Irã para prender manifestantes feridos. Segundo as testemunhas, as forças de repressão estão invadindo os hospitais para onde os manifestantes feridos são levados, prendendo mesmo os feridos graves que inevitavelmente acabam morrendo logo depois.
Essas ações foram ordenadas a partir do dia 9 de janeiro, quando o regime iniciou o blackout de Internet no país.
6 aviões tanque dos EUA estão sobrevoando a região do Golfo agora. Ou estão no meio de um exercício ou estão à espera da chegada de muitos caças e bombardeiros para serem reabastecidos em voo.
O presidente Trump disse que foi informado que as mortes no Irã pararam e que o regime não fará execuções. Ele disse que essa informação veio de “fontes muito importantes do outro lado”. Isso parece indicar que Trump pode já não estar tão inclinado a atacar o Irã, mas estamos vendo muitos movimentos militares americanos na região do Golfo.