@37brasileirinha @Seila92886783 @CorujaCarvalho0 Continua sendo papo furado, vcs tem a opção de escolher um homem bom pra vida de vcs mas escolhem o pior possível
@XXnana1377177 @ALioncourt92200 Ela mesma, no Magnificat, se declara serva (doulē, escrava) do Senhor (Lucas 1:38, 48) — não soberana, não deusa, não objeto de culto.
Seu maior testemunho foi apontar para Jesus: “Fazei tudo quanto ele vos disser.” (João 2:5)
@XXnana1377177 @ALioncourt92200 Honrar Maria como mãe de Jesus? Sim, como faziam os primeiros cristãos.
Adorá-la, rezar a ela como se tivesse poder divino, erigir-lhe culto? Não há precedente bíblico.
@XXnana1377177 @ALioncourt92200 E o próprio Jesus, ao ser informado de que sua mãe e irmãos o procuravam, redireciona o foco: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos? [...] Todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe.” (Mateus 12:48-50)
@XXnana1377177 @ALioncourt92200 Essas ideias são doutrinas católicas posteriores, definidas oficialmente só em 1854 (Imaculada Conceição) e reforçadas no século XX — não têm base nos textos apostólicos.
Paulo, em suas epístolas, nunca menciona Maria como mediadora.
@XXnana1377177 @ALioncourt92200 Seu papel foi único e essencial na encarnação, mas sempre subordinado a Cristo, nunca paralelo ou acima dele.
A Bíblia nunca a chama de:
Co-redentora
Mediadora de todas as graças
Rainha do céu com poder intercessor superior
Imaculada desde a concepção
@XXnana1377177 @ALioncourt92200 O papel dela foi extraordinário, mas humano
Ela foi instrumento de Deus, não deusa.
Maria foi uma humana agraciada por Deus (Lucas 1:28 – “cheia de graça” no sentido de favorecida, não imaculada por natureza)
@XXnana1377177 @ALioncourt92200 Nada nos textos originais bíblicos a eleva a um status de divindade, mediadora única ou objeto de culto
Jesus mesmo a corrige quando alguém a exalta demais
"Bem-aventurado o ventre que te trouxe. Antes, bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam." (Lucas 11:27-28)