Bolsonaro é a denúncia viva da falência das instituições e da democracia no Brasil.
“O Sr. acha que haveria uma tendência de interferência maior do judiciário nessas eleições?
- Acho.
E, ele já é.
Quando uma carta passa a ser um elemento que tem força eleitoral e é julgada pelo supremo …
Uma carta?!?
Lógico que tem influência. “
NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr
A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos.
A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira.
A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução.
A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica.
Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise.
A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil.
A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação.
Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política.
O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional.
Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
LEMBRETE! Em julho de 2022, a pesquisa Quaest deu a vitória para Lula no 2º turno, com uma diferença de 19 pontos. No final, Jair Bolsonaro e Lula praticamente empataram. Só para lembrarmos da “precisão” deste instituto no mesmo período de 2022. Se considerarmos essa margem de erro, Flávio estaria na frente de Lula hoje.
A USAID morreu, mas o cadáver ainda distribui salários.
Não se enganem: o dinheiro que sumiu de Washington continua jorrando pela Faria Lima, com crachá de virtude e CNPJ de fachada.
Brazil Foundation, Renova, Transparência Internacional, Sou da Paz, Viva Rio, Fundação Roberto Marinho. E a fila anda: Conectas, Instituto Igarapé, Instituto Ethos, ITS Rio, InternetLab, Pacto pela Democracia, Observatório do Clima, Instituto Clima e Sociedade, Instituto Socioambiental, Agência Pública e as agências de "checagem" que checam tudo, menos a própria folha de pagamento.
Sem esquecer a filantropia nativa que aprendeu o truque: Lemann, Ibirapitanga, Arapyaú, o old money brasileiro vestindo a camisa nova do ativismo.
Por cima de todas, os patrões de sempre: Ford, Soros, Omidyar (que é o Soros com sotaque francês) e Singham (o Soros de Pequim).
Todos trabalhando, com a dedicação de quem cobra por hora, contra o Brasil e a favor do deus deles, esse Baal globalista que exige sacrifícios e paga em dólar e SELIC alta.
E reparem no timing, porque nada ali é espontâneo.
À medida que Flávio se mostra resiliente, a narrativa nova desce pronta do andar de cima, mastigada, embalada, com release e porta-voz.
Ongueiro não pensa; recebe e repassa.
Prepare o coração: será assim até outubro, sem pausa para o almoço.
A regra é uma só, e é simples como o catecismo: não acredite em mídia financiada por faria limer, nem em ongueiro globalista, nem em quem lhe explica o Brasil com dinheiro de fora.
Quem paga a banda escolhe a música. E essa banda tem nojo de cantar "Pátria amada, Brasil!"
@RAINERITA Eu vou desfazer todas essas falas dela essa semana. Ela mentiu de novo. Não falei nada ainda pq o Flávio estava vindo pra Fortaleza e nosso foco era a chegada dele.
BREAKING: Brazil’s Supreme Court justice Alexandre de Moraes just banned Sen. @FlavioBolsonaro from contacting our own father - @jairbolsonaro , under house arrest - until the election.
A son forbidden from speaking to his father by judicial decree.
This isn’t law. This isn’t democracy. This is abuse of power.
The world cannot look away while Brazil’s judiciary silences an entire political movement.
An election isn’t just a vote, it’s a voice. And Moraes is trying to take that voice away.
🇧🇷 Watch. Share. Speak up.
#BolsonaroFree
#FreeBrazil
Neste exato momento, o plenário da Câmara vota a urgência do chamado “PL da Misoginia”, mais uma tentativa de criar instrumentos para censurar, criminalizar opiniões e transformar divergência política em perseguição institucional.
Votei NÃO.
Se aprovarem a urgência, vamos lutar até o fim para derrubar o mérito no plenário. O Brasil não pode aceitar que, sob discursos bonitos, avancem projetos que abrem caminho para mais controle, mais censura e menos liberdade.
Acabei de protocolar na Procuradoria-Geral da República e na Polícia Federal um pedido de investigação para descobrir quem financiou a máquina de mentiras paga montada nas redes contra Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Foram mais de R$ 1,1 milhão gastos em apenas dois meses para impulsionar ataques contra a direita, e o dinheiro saiu de páginas falsas, sem dono e sem rosto; perfis com menos de 400 seguidores que, do nada, declararam até R$ 300 mil em anúncios.
Páginas como "Radar do Planalto", "Dossier Brasil 24h" e "O Contra-Fluxo" se fingem de imprensa independente para esconder quem assina o cheque. E não é coincidência: registros feitos nas mesmas datas, sites hospedados em sequência, contatos ligados ao mesmo estado e técnicas para driblar os algoritmos e dificultar o rastreamento dos financiadores. Isso não é debate político; é operação coordenada e financiada no escuro.
Quem age às claras assina embaixo. Quem se esconde atrás de página fantasma tem algo a esconder. A esquerda pode comprar impulsionamento, mas não vai comprar a verdade, e o Brasil merece saber de onde veio esse dinheiro e a serviço de quem. Em 2026, o voto do povo de bem vai responder a cada um desses ataques. #QuemPagou
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