Alexandre de Moraes rouba protagonismo de LULA e faz Flávio virar o assunto.
Alexandre de Moraes sedento por protagonismo mal esperou a eleição acabar e em 7 minutos acatou um pedido da esquerda - aqueles famosos pedidos feitos para ganhar mídia e holofote - e determinou a apreensão dos passaportes de Flávio.
Ninguém fala mais da eleição mas somente da saída de Flávio do país. Mas o detalhe que não estão falando: ao que tudo indica não foi uma FUGA desajeitada, foi uma operação de retirada de Flávio do Brasil. Uma operação que humilhou todo e qualquer discurso de “soberania” do partido das trevas. Flávio chegou aos EUA amparado pelo GOVERNO AMERICANO.
Ninguem sabe ainda o que está por vir. Mas o que se sabe é que Alexandre de Moraes se sente grande demais para permitir que outra “estrela” brilhe.
500 Milhões de Europeus, esperam que 300 Milhões de Americanos os protejam contra 120 Milhões de Russos que nem conseguem derrotar 40 Milhões de Ucranianos enquanto, não percebem, que estão a ser invadidos por 2000 milhões de Muçulmanos que se dizem perseguidos por 9 milhões de Israelitas!
Nada disso estaria acontecendo se você, espírito de porco com síndrome de protagonista, não tivesse preferido votar nas candidaturas natimortas à destruição do PT no primeiro turno.
Deram chance para o azar a troco de nada.
Estúpidos.
O debate na Globo vai ser animado!
“Todo mundo com medo, né? Medo de eu abrir minha boca. Porque, se eu abrir a minha boca, ele perde (Lula) a eleição. Esse é o B.O”
👆Roberta Luchsinger, sócia de Lulinha
Fonte:
https://t.co/eOz3BekAH4
Via @VEJA
Depois dos levantes destrutivos na França, Itália, Bélgica, Holanda, Espanha, e ameaças na Alemanha e Inglaterra, tenho três constatações:
1. Controles imigratórios são necessários ANTES e não depois que o problema se instale.
2. Mesmo se houver uma reversão profunda na política europeia, a Europa de hoje é menos ocidental que a América Latina.
3. Fica claro o porquê dos EUA querer sair da OTAN: se continuar estará ajudando seus futuros inimigos.
O QUE ESTÁ ACONTECENDO CONOSCO? UMA ELEIÇÃO SANGANDO ALMAS.
Hoje entrei como ouvinte num Space da esquerda e saí com o peito aberto. Não foi a defesa de Lula que me derrubou. Foi a naturalidade com que a mentira virou método. André Janones mandava áudios para memorizar, repetir e depois apagar do celular. A ordem era clara: mintam, mintam, mintam. Criem mentiras inteligentes. Não temos mais tempo. A mentira traz voto. Ouvi professor orientar senhora humilde e jovem a mentir. Ouvi a regra da confusão: se houver membro da direita, denuncie e prenda; se for da esquerda, fuja, dê no pé, não permaneça. Camisa verde e amarela para confundir. Tumulto se passando pelo outro lado.
Ao longo de todo o dia, muita baixaria. Muita pornografia. Muitas fotografias e palavras que não cabem em gente que ainda se diz civilizada. O nível do diálogo, a forma como se expressavam, dava sinais claros de pessoas que abandonaram os estudos, abandonaram a cultura, abandonaram o esforço de pensar. Era só repetição, esgoto e ordem para mentir.
Em certo momento eu só ri. Ri da loucura que o ser humano é capaz de cometer pela ideologia. Depois a risada morreu e ficou o nojo. Nojo de ver educador descer ao nível de formar mentiroso. Nojo de ver servidor público transformar cargo em oficina de fraude. Nojo de perceber que já não somos mais gente, somos apenas soldados de uma causa que exige a morte da consciência.
Participo há muitos anos de debates em diversos grupos da direita. Discutimos ideias, planos de governo, estratégias, as mudanças que a Constituição precisa sofrer para termos um país governável. Falamos de educação, de infraestrutura, de segurança, de ações para os ministérios. Estudamos também, é claro, como se comportam nossos opositores e quais são suas estratégias, apenas para nos defender e alinhar as nossas para vencê-los. Mas nunca com ódio. Não expressamos ódio. Não temos ódio de ninguém. Jamais discutimos ódio. Jamais mentimos. A direita não precisa mentir para vencer. O que ouvi hoje não foi debate. Foi outra coisa.
Meu Deus, o que aconteceu conosco? Quando deixamos de ser humanos? Quando o compatriota virou inimigo que se destrói com mentira e se abandona na confusão? Demos poder demais, tempo demais, oportunidade demais a um homem que nunca nos deu nada, que só tirou nossas esperanças, que nos enganou e nos iludiu a vida toda, e que agora não tem nada a nos dar. Em troca estamos recebendo essa desordem, essa desestruturação moral, esse ódio que come família, amizade e o pouco de respeito que ainda restava entre brasileiros.
Vale a pena? Vale a pena entregar a alma, a palavra, a dignidade das gerações que nos sucederão, por alguém que já não merece nossa credibilidade? Professores que deveriam abrir a mente estão fechando a boca da verdade. Pastores que invocam o nome de Jesus estão esquecendo o próximo. E nós, os que assistem e repetem, estamos permitindo que a mentira se torne o ar que respiramos.
Não saio daqui carregando o mesmo veneno. Não quero odiar. Quero chorar. Chorar por um povo que está se matando por um sujeito que já não tem futuro e que está levando o nosso junto. A bandeira não é de partido. A consciência não é de militante. E o Brasil não sobrevive à derrota da própria humanidade.
Meus amigos, a vida é mais simples do que parece. Eu vivi todos os poderes que um nordestino poderia viver. Viajei por todos os países onde um ser humano poderia viajar. Curti todas as festas que um ser humano poderia curtir. Construí o patrimônio que um homem precisa para sobreviver. E hoje aprendi que o que importa é estar em paz com Deus, é tentar chegar a Deus, é me reencontrar com Ele. Não mais patrimônio. Não mais brigas. O que me faz bem é defender a vida dos meus semelhantes, é lutar por eles.
Esse caso do Vorcaro com o Estadão, SBT, Record, CNN, Exame, DCM, Correio Braziliense, Forbes e Metrópoles é interessante porque todos os jornalistas destes veículos estavam tendo indiretamente seu salário pago pelo Vorcaro.