"O Brasil chegou a um ponto inimaginável."
O presidente Bolsonaro foi eleito por 58 milhões de brasileiros e agora precisa pedir autorização ao STF pra comemorar o aniversário da própria filha.
Um homem que governou uma nação inteira sem roubar, sem trair, sem quebrar a Constituição — hoje tratado como inimigo por existir.
E o mais triste? O silêncio covarde de quem deveria defendê-lo.
Não há democracia onde um pai é impedido de abraçar a filha.
Há apenas medo, submissão e vergonha nacional.
#Liberdade #Bolsonaro #Brasil
- O Brasil chegou a um ponto inimaginável.
- O último Presidente da República, eleito por mais de 58 milhões de brasileiros, é mantido sob prisão ilegal, massacrado diariamente pela imprensa e pela máquina estatal, impedido até de exercer o direito mais básico: viver com tranquilidade ao lado da própria família.
- Jair Bolsonaro, hoje, precisa pedir autorização ao STF para comemorar os 15 anos da filha.
O homem que já governou uma nação inteira sem um caso de corrupção e jamais desobedecendo uma lei, agora depende de “benevolência” judicial para celebrar a vida da própria filha adolescente.
- Mas talvez o mais revoltante não seja apenas a perseguição - e sim o silêncio cúmplice da chamada “direita permitida”, que prefere assistir calada à corrosão da democracia para preservar cargos, verbas e aparências.
- Enquanto um homem é punido por existir, os que deveriam defendê-lo se acomodam na zona de conforto do oportunismo.
E assim o Brasil se acostuma à injustiça, como se fosse normal ver um pai impedido de abraçar a filha em nome da “lei”.
- Não há neutralidade quando a liberdade é destruída.
Há apenas covardia disfarçada de prudência - e um país inteiro pagando o preço por isso.
Ministro Fachin, com todo o respeito, se V. Exa. quer a bênção do Papa, não paute a morte de bebês no ventre materno no STF!
Vossa Excelência precisa fazer uma escolha. Tentar agradar a Igreja e os abortistas ao mesmo tempo é impossível.
O Superman tá vendo o Paulo ser difamado e não consegue tomar lado porque NÃO quer desagradar o Deltan.
É surreal a loucura que tomou conta dessa direita.
É nessas horas que você vê quem tá do lado de quem, e escolheram o partido NOVO ao invés da verdade.
Estava aqui lendo uns comentários sobre o @pfigueiredo08 que foram feitos de ontem pra hoje, e confirmando o que eu já havia constatado há algum tempo. Muitos integrantes da direita têm dois defeitos medonhos: a ingratidão e o emocionalismo.
Cultivam gostosamente suas memórias curtas, esquecendo as boas obras de alguém na primeira fala discordante, ainda que tais feitos tenham sido grandiosos, úteis e essencialmente bons para todos.
Transformam alguém que objetivamente trouxe resultados em um inimigo mortal, a ser destruído do dia pra noite. Tratam uma opinião, uma visão destoante, um erro de análise, de estratégia ou uma simples fala mal colocada (segundo suas concepções) como uma traição imperdoável, uma prova de que a pessoa nunca prestou na vida, estava fingindo o tempo todo, era um infiltrado perigosíssimo.
A direita precisa amadurecer.
Pitolli diz que os bastidores do caso Filipe Martins não são ruins, são péssimos para a direita, mas que não pode falar. Posturas assim são igualmente péssimas.
A riqueza da comunicação está em ser claro, direto e transparente. Jogar iscas para a audiência é desrespeitoso. Se não pode revelar os bastidores, o melhor é ficar em silêncio.
Esse é um problema recorrente entre quem se dispõe a estar atrás de um microfone para informar. Pode não ser intencional, mas esse tipo de conduta acaba funcionando como uma forma de manipulação mental.
Mesmo sem revelar nada, as palavras escolhidas atuam como sementes lançadas no imaginário das pessoas.
Insinuar sem revelar é um jogo sutil e, em muitos casos, até covarde.
🚨🇺🇸URGENTE: Donald Trump acaba de mostrar o tipo de homem que é.
"Toda vez que resolvo uma guerra, dizem: 'Se você resolver a próxima, vai ganhar [o Nobel]!' Eu não me importo com essas coisas. Eu só me importo em salvar VIDAS."
"Eu adoro resolver guerras. Sabe por quê? Gosto de impedir que pessoas morram."
O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, foi direto: O sindicato ligado ao irmão de Lula movimentou R$1,2 bilhão e sacou R$8 milhões em dinheiro vivo.
E agora, com decisão do ministro Flávio Dino, tentam blindar quem deve explicações ao povo brasileiro!
Filipe Martins e Bolsonaro são alvos de um sistema que se acostumou a punir quem pensa diferente.
O nome disso não é justiça. É vingança política travestida de lei.
As mesmas artistas que se calam diante dos escândalos do governo Lula, do rombo bilionário no INSS e das queimadas da Amazônia, que, aliás, aumentaram em relação ao governo Bolsonaro, agora aparecem fazendo campanha “progressista” por uma mulher no STF.
Mas quando se trata das mulheres que estão presas por perseguição política, das mães exiladas, das cidadãs que tiveram suas vidas destruídas por pensar diferente, o silêncio é ensurdecedor.
Nenhuma palavra, nenhum post, nenhum vídeo.
Só militância seletiva e conveniência ideológica.
Quando o governo persegue, censura e destrói o que resta da liberdade, elas fingem que não veem.
Mas basta um tema da moda pra virarem “ativistas”.
Censura virou o novo normal.
No Brasil, juízes se autoproclamaram “a instituição” e hoje têm o poder de perseguir cidadãos comuns por opiniões, críticas e postagens nas redes.
Na Europa e nos EUA, o mesmo modelo tenta se impor sob o pretexto de “combater o discurso de ódio”.
Mas o que estamos vendo é terror psicológico e autocensura em massa — pessoas com medo de falar, pensar e se defender.
Quantos aqui ainda pensam duas, três, quatro vezes antes de comentar algo nas redes?
📺 Trecho da minha análise no programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo.