Flávio Bolsonaro é atacado pela mídia, pelo NOVO🍊 e pela Faria Lima só porque ele disse que NÃO vai sacrificar os mais pobres para enriquecer banqueiros — exatamente como o governo Lula está fazendo!
A Faria Lima é um câncer que sonha com Lula reeleito!
O TEATRO DAS TESOURAS NÃO MORREU! Com a prisão do Lula, o PSDB, o outro lado do teatro de esquerda fingindo ser a "direita ", acreditou que voltaria ao poder.
Rodrigo Constantino é, ao mesmo tempo, a versão analfabeta de Reinaldo Azevedo e a versão alfabetizada de Mirian Leitão. Um sujeito que consegue ser os dois erros ao mesmo tempo. É, sem dúvida, um caso para a ciência, ou para um hospício bem equipado, porque certas criaturas, como certas guerras e certos casamentos, desafiam toda classificação possível. São simplesmente o que são. E o que são costuma ser engraçado de um jeito que faz você rir e depois sentir vergonha de ter rido.
651 VOTOS! Essa é a diferença milimétrica que separa o Peru de cair nas mãos da esquerda. Isso prova o que sempre dissemos: NENHUM conservador pode se omitir. Cada voto e cada fiscalização importam. Olho aberto e vigilância total até o último segundo! 🚨👀
Faça de conta que você é de esquerda. Sei que, para muitas almas ainda não de todo mortas, o exercício soa como um desarranjo mentalmente insalubre, quase um banho de ácido no espírito. Mas convenhamos: não é de todo impossível. Houve um tempo em que todos nós, conscientes ou não, fomos de esquerda. Depois que as Senhoras de Santana ergueram seus protestos anticomunistas nos anos 60, depois que a CNBB guinou para o progressismo com a mesma naturalidade com que outrora benzera o conservadorismo, e, por fim, depois que a OAB abandonou o ofício de guardiã do direito para se tornar mais um megafone ideológico, restou à direita brasileira apenas o silêncio e a agonia. A pá de cal definitiva veio, como era previsível, da Globo: suas novelas e seu jornalismo hegemônico nos deixou moles nas poltronas, a mente ocupada com futebol, adultério de luxo e outras alienações de primeira classe. Assim atravessamos os setenta, os oitenta, os noventa, os anos 2000 e alguns quebrados, até que dois personagens, cada um a seu modo improvável, surgiram para sacudir o torpor: Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro.
Até então, é bom que se diga, éramos todos de esquerda, os despertos e os sonâmbulos. Logo, não custa grande esforço mental recolocar-se, por alguns instantes, na pele do comunista. Um exercício salutar, aliás, pois só dentro da experiência petista ou psolista se pode fazer certa reflexão que a direita, em sua ingenuidade crônica, teima em evitar: quem, hoje, representa a maior esperança de uma esquerda envelhecida e exausta senão os Constantinos e os Nikolases da falsa direita?
A esquerda, é claro, não tem orgasmo coletivo com a performance de um Lula octogenário, nem vibra com os velhos ativistas de sempre, um Juca Kfouri, uma Miriam Leitão, figuras demasiado carimbadas, gastas, que já não dão leite aos bezerros famintos do marxismo cultural. Não há novidade, nem ar fresco, nos recintos gestados por Zé Dirceu e sua caterva. Mas quando veem Rodrigo Constantino sugerir, com a solenidade de quem faz uma descoberta filosófica, que prefere Lula no poder a “qualquer coisa” para derrubá-lo, como se Flávio fosse “qualquer coisa”, quando imaginam que, para realizar o sonho presidencial de Nikolas Ferreira, vale a pena mais quatro anos de petismo, então, meus amigos, a esquerda renova suas esperanças. Sorri. Respira aliviada. Quando as forças lhe faltam, eis que surgem, cavalgando em seu socorro, os cavalos brancos do Apocalipse: aquele, precisamente, que triunfa pela força da mentira.
Pronto. Agora que você cumpriu o penoso exercício de pensar como um esquerdista, volte ao normal. E veja se consegue, com os mesmos olhos de antes, olhar para Constantino e Nikolas sem sentir um misto de piedade e náusea. Veja se consegue entender por que eles são a esperança da velha esquerda.
🚨 Elon Musk: Se eu soubesse da menor evidência de alienígenas, postaria imediatamente no X.
Temos 9.000 satélites lá em cima. Nunca tivemos que manobrar em torno de uma nave espacial alienígena. Ainda...
A divisão do debate público em torno do combate ao crime organizado assusta pela quantidade de apoiadores de bandidos infiltrados no Estado, na mídia e no mercado. Era para ser unanimidade, mas não. A bandidolatria avança a passos largos no Brasil.
🚨AGORA - Rui Costa Pimenta, comunista apoiador do Hamas, ataca deputado Nikolas Ferreira
“O deputado Nikolas Ferreira é uma figura que eu considero lamentável. É tão lamentável que até os Bolsonaristas acham ele lamentável”
Celine Dion Confiesa en su Lecho de Muerte: "Comí Niños para Mantener la Juventud - Ahora Me Estoy Muriendo"
Esas son las escalofriantes palabras pronunciadas por Celine Dion - ganadora de cinco Grammys, megasuperestrella global y diosa dorada de Hollywood - mientras creía que estaba tomando su último aliento.
Tenemos la grabación. La impactante, sin censura, grabación bomba que expondrá a las élites de la industria del entretenimiento de Hollywood y a toda la clase Epstein como los monstruos que son.
O FIM DE TODAS AS VACINAS?
O Cirurgião-Geral da Flórida acaba de anunciar que TODOS OS MANDATOS DE VACINA NA FLÓRIDA serão ENCERRADOS, e a sala explodiu.
Todos.
Não apenas COVID.
TODOS.
cadê os zombadores?
VEM MAIS POR AÍ!
A reunião de Trump com Flávio não foi um encontro com pré-candidatos. Zema e Caiado não estavam lá. E Lula não havia sido recebido como pré-candidato, tanto que o tema de seu encontro foi seu governo.
A reunião com Flávio, no Salão Oval, foi uma deferência política especial. Negar isso é recusar o óbvio
Jason Miller:
"E eu gostaria de começar dizendo que é uma vergonha que o presidente Bolsonaro ainda esteja preso. Cada um de vocês nesta sala deveria falar mais sobre isso.
Por permitir que Moraes pise sobre a democracia, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo."
Vivemos no reino da mentira, e não é de hoje. Santo Agostinho de Hipona, com lucidez implacável, ergueu contra ela dois monumentos: De Mendacio e Contra Mendacio. Para ele, mentir não era mero equívoco da língua, nem simples discordância entre palavra e fato. Era, antes, algo mais grave e mais íntimo: a duplicidade da mente. Duplicidade da mente. A expressão merece ser detida. Ela denuncia uma fratura na alma. O mentiroso não se engana sobre o real; ele simplesmente deixa de se importar com ele. A decisão de falsear precede o acontecimento. O fato exterior torna-se irrelevante, mero pretexto para a operação da vontade enganadora.
Tomemos um exemplo recente, quase didático. Flávio anunciou viagem aos Estados Unidos para encontrar-se com Trump. Alguém, antes mesmo que o avião descolasse, já decretava: “Não irá. Não foi convidado.” Depois, quando as fotos surgiram, o aperto de mão, o diálogo, os sorrisos, a mesma voz, imperturbável, declarou que nada daquilo existira. Que a imagem era criação de inteligência artificial. Evidências, testemunhas, sequência temporal, tudo se dissolveu diante da vontade de falsificar.
O que move tal criatura? Santo Agostinho responde com precisão cirúrgica: voluntas fallendi, a vontade expressa de enganar. O mentiroso sabe a verdade e a guarda para si como um tesouro envenenado. Ao mundo, oferece o simulacro. Usa a linguagem não para revelar, mas para trair a própria natureza da fala. E, ao fazê-lo, fratura-se. Divide-se contra si mesmo. Repito: divide-se contra si mesmo.
Torna-se, no sentido mais profundo, um ser desorientado, porque já não habita o mesmo universo que os seus olhos veem e as suas mãos tocam.
Aqui reside o caráter espiritual da mentira. Não é mero erro cognitivo; é uma porta aberta ao mal. O homem que mente sistematicamente, corrompe o centro de si próprio. Pensa uma coisa e profere outra. Vive, portanto, em estado de guerra civil interior.
Mas o pior não é isso. O pior é quando tais almas fraturadas conquistam os meios de comunicação, quando dominam as redes, os jornais e as telas. É quando o reino da mentira deixa de ser metáfora para se tornar regime. É o regime em que habitamos. Um tempo em que a realidade é diariamente submetida ao veredito da duplicidade. Um tempo agostiniano, sim, mas sem a graça que Agostinho, afinal, invocava para curar a fratura. Resta-nos apenas, como ele próprio nos ensinou, nomear o mal pelo seu nome.
E resistir.