Queria ser uma mosca só pra ver a PF chegando na casa pra colocar a tornozeleira no Bozo e ele se borrando todo achando que ia ser preso!!! Grande dia #BolsonaroNaCadeiaJá
Chupetinha faz 4 dias que está debaixo da cama. Se o envolvido fosse primo de quinto grau de Lula, ele já teria gravado um vídeo detonando Lula. Hipócrita, covarde.
Agressão partiu de líder do PSDB, Plínio Valério, em dobradinha com Marcos Rogério. Há menos de dois meses, tucano havia dito que queria "enforcar" Marina Silva.
https://t.co/g2I0vzCFsy
Galera, o assunto é MUITO sério. A partir de HOJE os políticos brasileiros podem aprovar uma lei que FACILITA o desmatamento de florestas e a POLUIÇÃO dos nossos rios e mares, prejudicando muito nossa comida e o ar que respiramos, além de abrir as portas para mais desastres… Tudo isso, às vésperas da “Semana Mundial do Meio Ambiente”! Sim, é inacreditável… O Brasil que o MUNDO está olhando, que receberá a COP 30 e o festival Global Citizen esse ano. Dono de uma das maiores riquezas naturais que existe. Estão colocando o meio ambiente e a todos nós em risco! Mas a gente pode SIM reagir a esse absurdo. Vamos pedir ao presidente da @camaradeputados, @HugoMottaPB, para pensar na responsabilidade que é colocar esse projeto de lei em votação. Eu já mandei meu recado, quem quiser vir junto é só entrar em https://t.co/23N6PnWiIt
A trajetória de Carla Zambelli revela uma transformação emblemática, e profundamente contraditória, da política brasileira recente.
A parlamentar que por anos se projetou como símbolo da linha dura, do enfrentamento direto, da retórica agressiva contra o “crime” e da intolerância com qualquer sinal de fragilidade alheia, agora protagoniza um enredo de vitimização digna de roteiro dramático.
Era a voz exaltada nos palanques, a que dizia que “bandido bom é bandido preso”, a que desfilava armas e frases de efeito.
Era a defensora ferrenha de um Estado punitivo, inflexível, que não deveria poupar ninguém.
Ironizava as dores alheias, ridicularizava movimentos por direitos humanos e pintava qualquer tentativa de empatia como sinal de fraqueza ou “esquerdismo”.
Agora, diante da iminência de uma possível responsabilização por seus atos, surge outra personagem: a mulher que afirma que não resistiria à prisão, que diz precisar de cuidados especiais, que tem laudos médicos e que não pode ser tratada como os demais.
A que implora pela exceção num sistema que ela sempre quis que fosse impiedoso para os outros.
Essa mudança não é apenas retórica. É simbólica.
Escancara como o autoritarismo de ocasião costuma ser performático: enquanto se sente blindada, Zambelli grita, acusa, ataca.
Quando a Justiça bate à porta, ela adoece, se recolhe, apela ao afeto público que nunca concedeu a ninguém.
É a face típica de uma elite política acostumada a mandar prender, mas nunca a ser presa.
Cobra rigidez, mas exige compaixão quando está na berlinda.
Zambelli, antes justiceira, agora se pinta como vítima.
O problema não é ter fragilidade, o problema é só reconhecer humanidade quando ela serve para sua própria defesa.
E isso diz muito mais sobre o bolsonarismo do que sobre ela sozinha: bravatas públicas e medo real da responsabilidade.
#CadeiaSóParaOsOutros
#HipocrisiaÉDiagnóstico
#VitimismoDeConveniencia
#DoAutoritarismoAoDrama
#ZambelliEmContradição
SEM "SAIDINHA" PRA GOLPISTA
O ministro Alexandre de Moraes negou nesta quinta-feira o pedido de devolução do passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro para que ele possa viajar para os EUA e participar da posse de Donald Trump.
Além dos indícios de que o convite feito não era oficial, a decisão diz ainda que Bolsonaro continua dando indícios de que pode tentar fugir do país.
O Procurador Geral da República, Paulo Gonet, que também analisou o pedido, considerou que viagem atenderia aos interesses particulares do ex-presidente, que não seriam mais importantes que o interesse público em manter o passaporte dele apreendido e impedir que ele deixe o país enquanto tramita o processo contra ele.