O Exército foi deliberadamente amansado por repasses orçamentários e cargos administrativos, como se fosse uma secretaria de obras federal. A estrutura atual premia a lealdade institucional ao poder político vigente, mesmo que isso implique aceitar a censura, a repressão de civis e a destruição do Estado de Direito. A cúpula não age como guardiã da Nação, mas como curadora do próprio comodismo.
Tropas mal equipadas, armamentos ultrapassados, sucateamento de blindados e aeronaves, e falta de munição real nos treinamentos. Sem treinamento realista, sem testes em cenários urbanos ou de fronteira, o Exército não conhece o terreno da própria guerra. E o que é mais grave: não conhece o inimigo — porque nega a sua existência.
A recusa em reconhecer a guerra cultural, jurídica e informacional transformou o Exército em coadjuvante da própria rendição. Quando as instituições civis colapsam (como no caso da censura, do STF ativista, da perseguição política), o Exército deveria agir como última reserva da legalidade, e não como cúmplice silencioso.
O Exército Brasileiro está hoje habituado à paz — mas não à prontidão. Ele treina para um teatro que não existe e ignora o campo de batalha real, que já está em curso há décadas.
Um Exército que não identifica o inimigo, não se prepara para combatê-lo, e teme agir quando o dever chama, é um exército pronto — mas para perder. A missão de defender a pátria não é só geográfica. É moral. É constitucional. E um Exército que falha em proteger os fundamentos do seu próprio Estado não serve nem para a guerra, nem para a paz.
Militar brasileiro é especialista em guerra de travesseiro.
- Casamento é aquela instituição sagrada onde você aprende, na marra, que ter razão é bem menos importante do que dormir em paz. kkkkkkkkkkk
- Tem quem diga que amar é viver só os dias bons. Eu aprendi que o verdadeiro amor resiste a tudo: facada, campanhas, cirurgias, UTI, calúnias, perseguições, injustiças, derrotas e vitórias... e ainda assim a gente acorda todo dia sabendo que tem alguém do teu lado, com joelho no chão e o coração aberto.
- Feliz Dia dos Namorados, @Mi_Bolsonaro . ❤️
Quatro tentativas de morte em um dia: A tragédia anunciada de Dona Adalgiza.
Vocês se lembram de Dona Adalgiza? Idosa de 65 anos, foi presa após os eventos de 8 de janeiro e só obteve prisão domiciliar após intensa comoção nas redes sociais, que escancarou os riscos que corria dentro do cárcere. Hoje, embora em casa, está psicologicamente devastada: os traumas, a depressão e o pânico seguem consumindo sua saúde mental.
Na última sexta-feira, 23 de maio, autorizada a sair para uma consulta psiquiátrica, Dona Adalgiza tentou tirar a própria vida quatro vezes durante o trajeto. Quatro vezes. Só não morreu graças à ação rápida de passageiros do ônibus que a socorreram.
O caso escancara o sofrimento silencioso imposto aos presos políticos e às vítimas de um sistema que se recusa a reconhecer seus próprios excessos. Já são pelo menos sete mortes ligadas a essas condenações. Quantas mais serão necessárias para que a sociedade reaja?
Dona Adalgiza não pode ser apenas mais um número, ela é o alerta vivo de que a injustiça está matando...
Antes eu era chacota, hoje sou ameaça à democracia.
Nos subestimaram é só recentemente acordaram para a gravidade das consequências - por isso estão batendo cabeça.
Hoje o PGR deu mais um tiro no pé e confirmou o que sempre alertei: Brasil vive num Estado de exceção. E ainda botam mais pressão para Moraes e cia. serem sancionados. Veja: