Vamos ver se aqueles que culpam Bolsonaro pelas mortes por COVID ficarão indignados.
De trás pra frente:
Banco Master <- Reag <- 0 Respiradores <- Hempcare <- Consórcio Nordeste <- Governadores do Nordeste <- Rui Costa (PT) <- Pandemia <-Covid 19
@ProfessorBellei@TAbreu24@ProfessorBellei
Ela só confirmou sua tese. Quem lê a construção do seu texto entende muito bem. Durante muito tempo só tínhamos o vermelho, o verde e amarelo ressurgiu com for��a para a boa parte da população. E o preto?cai muito bem para a pessoa em questão.
Ou o Bolsonarismo aprende a votar de vez, ou vai encher o congresso de oportunistas como em 2018.
Só vote em quem está apoiando FLÁVIO BOLSONARO de maneira EXPLÍCITA E PÚBLICA.
O resto é traidor e oportunista.
🚨🚨EL VÍDEO MÁS PODEROSO QUE VERÁS HOY.
John Clauser, Premio Nobel de Física y 1,500 Cientificos más en Quantum Korea dicen:
"NO EXISTE Cambio Climático, NO EXISTE Emergencia Climática"
El Dr. Clause Agregó: "La narrativa del Cambio Climático es una PELIGROSA CORRUPCIÓN QUE AMENAZA LA ECONÓMIA A NIVEL GLOBAL" ⚔️🔥
Vamos sentar o dedo. O vídeo retirado é esse aqui. Esse foi o vídeo que o Alexandre de Moraes mandou apagar da página do Bolsonaro. Vamos todos postar nas redes sociais. Quero ver ele mandar apagar de milhares de pessoas. 🇧🇷🇧🇷🇧🇷
Precisa falar mais claro???
A direita brasileira tem, convenhamos, um panteão de canalhas ilustres, onde a mediocridade se pavoneia com ares de virtude e, de tão virtuosos, não postam uma linha sequer em defesa de Flávio Bolsonaro. Preferem, com a finura de quem lambe as botas do inimigo, espalhar as imundícies daqueles que odeiam os Bolsonaros por princípio, por inveja ou por mera subserviência ao zeitgeist "nikolaíta" ou até mesmo petista. “Estamos nos guardando para o segundo turno. Lá chegando, apoiaremos o Flávio”, repetem eles, como se a prudência fosse a última máscara do covarde. Pois bem, ó canalhas de fraqueza moral e de espinha dorsal gelatinosa: olhai o que se passa no Peru e tomai vergonha na cara, se é que vos resta algum resquício dela. TOMAI VERGONHA NA CARA! Repito, em letras maiúsculas, para que o eco atravesse os salões refrigerados de Brasília e os grupinhos de WhatsApp onde a direita finge que pensa: tomai vergonha na cara, antes que a História vos reduza a uma nota de rodapé: a dos traidores elegantes que, por medo de sujar o verniz, deixaram o país escorregar novamente para o abismo.
Senhores, como prometido, minha parte está feita. Fui atrás da live e separei alguns trechos específicos pra facilitar. Agora, façam a parte de vocês para que chegue ao máximo de pessoas, incluindo políticos dos EUA.
A live está na ÍNTEGRA. Nos comentários deixarei o resumo rápido do que foi conversado, porém recomendo assistir tudo pra saber exatamente o que foi dito.
Essa live está RECHEADA de provas que envolvem o ministro sancionado LUIS ROBERTO BARROSO (sim, aquele do 'Perdeu, mané' e 'Nós vencemos o bolsonarismo') e o Felipe Neto, ambos discutindo como CENSURAR as redes sociais se colocando como extremos guardiões da verdade 🤡
Ambos receberam verbas americanas pra fazer isso, pra debater a CENSURA nas redes sociais. A USAID foi a fonte desse dinheiro.
O Barroso militou PESSOALMENTE contra o VOTO IMPRESSO e a CONTAGEM PÚBLICA DOS VOTOS, somos o único país que temos eleições 100% eletrônicas. Em uma decisão monocrática ele centralizou a apuração das eleições brasileiras em Brasília, retirando a competência dos TREs e ainda ameaçou líderes partidários com processos parados no STF caso votassem a favor do voto impresso e da contagem pública dos votos.
@EmbaixadaEUA@SecRubio@realDonaldTrump@StateDept@ICEgov@DeputySecState@USAemPortugues@JasonMiller@MaElviraSalazar
Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda.
Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico.
Perceba a mudança de linguagem.
Não se fala mais em programas.
Não se fala mais em softwares.
Não se fala mais em máquinas.
Fala-se em "agentes".
Fala-se em "imigrantes digitais".
Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas.
A pergunta feita em Davos não foi tecnológica.
Foi civilizacional.
O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa?
Quem controla as palavras controla a percepção.
Quem controla a percepção controla a realidade.
E quem controla a realidade controla sociedades inteiras.
Durante séculos, governos disputaram territórios.
Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais.
Agora a disputa é pelo controle da inteligência.
Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam.
O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável.
Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural.
Como se ninguém estivesse tomando decisões.
Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação.
A pergunta que ninguém faz é simples:
Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações?
Quem definirá o que é verdade?
Quem definirá o que é discurso aceitável?
Quem definirá o que pode ou não ser dito?
Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia.
Estamos falando de poder.
Poder sobre informação.
Poder sobre cultura.
Poder sobre educação.
Poder sobre religião.
Poder sobre economia.
Poder sobre a própria definição do que significa ser humano.
A Revolução Industrial substituiu músculos.
A Revolução Digital substituiu tarefas.
A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo.
E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando.
Ela está terceirizando a própria liberdade.
A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa.
A verdadeira pergunta é:
Quem será poderoso através dela?