@liberta___depre Da minha família toda, em todas as gerações, eu tenho certeza que eu sou a primeira que está lendo essas palavras juntas formando frases. Que horror.
As vendas de cerveja caíram 5% no Brasil em 2025.
No mundo, a queda foi de 3,5% em relação ao período pré-pandemia.
A indústria culpa a perda de poder aquisitivo, o aumento dos custos e o inverno mais rigoroso de 2025.
Mas tem algo mais profundo acontecendo: o consumidor mudou.
As novas gerações treinam, se preocupam com estética e saúde, querem evitar o estufamento e as calorias.
As canetas emagrecedoras reduziram o desejo por álcool. As bets drenaram renda que antes ia para o boteco.
E aí vem a Copa.
Em anos de Copa, o período representa um "segundo verão" para as fabricantes — e elas estão chegando com munição nova.
Heineken lançou versão com 3,5% de álcool e 97 calorias.
Ambev vai divulgar marcas sem glúten que nunca apareceram em Copa.
Petrópolis entrou com cerveja de 69 calorias, a menos calórica do mercado, segundo a empresa.
A cerveja zero ainda representa menos de 2% das vendas.
Mas a aposta é que a Copa acelere essa mudança.
Um boteco na zona norte de SP resume bem o momento: criou uma corrida de 5km onde o prêmio é uma long neck Corona Zero.
A última edição teve 300 participantes.
Ninguém imaginaria isso 10 anos atrás.
Você já trocou a cerveja tradicional pela zero ou pela sem glúten, ou isso ainda não chegou pra você?
🎙️ Folha de S.Paulo — link abaixo #Copa2026 #cerveja #futebol #Brasil