“Não é a religião que interfere na maior presença de desinformação nos grupos de WhatsApp dos evangélicos, mas elementos relacionados à prática da religião, como o uso das redes sociais”, apontou o pesquisador da UFRJ, Alexandre Brasil. ⬇ #Arquivo https://t.co/vBAjXifaxA
A peõa @alinemineiro já pegou o jeito de cuidar dos porquinhos 🐽 #AFazenda
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