Ficar sabendo que o Ministério Público Federal abriu uma investigação envolvendo a ministra da Cultura, Margareth Menezes, por suspeitas relacionadas ao uso de recursos da Lei Rouanet na própria pasta, me leva a fazer uma pergunta:
@MargarethMnzs, a senhora não tem vergonha na cara? A senhora conhece a realidade do povo brasileiro?
Que seja rigorosamente apurado e punida na forma da lei.
O sadismo de Moraes! Ele sabia que não havia NADA na casa do Presidente Bolsonaro. Causou mais essa situação contra Bolsonaro e sua família por puro sadismo! Não irei jamais deixar de lutar pela anistia para todos os presos políticos e exilados. Ainda veremos todos eles livres e seus algozes punidos pelo rigor da lei.
Para entender a delinquência que anima esse desgoverno lulopetista, não podemos ver as coisas isoladamente. A gente precisa ligar os fatos. A esquerda é dominada pela mentalidade comunista de sempre: "Quem é inimigo do ´imperialismo ianque´ é nosso amigo". Esse episódio de proteção brasileira do espião russo se insere na mesma régua comunista que protegeu aqui no Brasil o terrorista Cesare Battisti, e que defendeu as ações terroristas do Hamas, e que também ficou do lado do Irã. Sempre que pode, o atual desgoverno protege os seus "revolucionários". Para a esquerda, a Guerra Fria não acabou.
E agora? O que a esquerda vai defender?
Que o homem ganhe mais do que uma mulher? LGBT WINS!
Ou que uma mulher ganhe mais do que um trans? FEMINISTAS WINS!
Não é piada: em julho de 2026, Fernando Haddad quer culpar Jair Bolsonaro pelo próprio fracasso na pasta da economia. Haddad foi o pior prefeito da história de São Paulo, perdeu 3 eleições e agora é lembrado como responsável pelo endividamento recorde das famílias e pelas taxas. Aliás, ninguém ganha o apelido de “Taxad” por acaso, certo?
Segundo a mídia lulista, o judiciário e o esquema político do regime “sindicatos são fundamentais para a democracia”, daí porque defendem o cavalo de pau dado pelo essetefe ao julgar legais as convenções coletivas que obrigam empregados a pagarem contribuições às máfias sindicais.
Esqueceram de avisar os trabalhadores, que fazem filas gigantescas nas portas dos sindicatos para se oporem ao desconto, que em geral não passa de 50 reais mensais.
Ou seja:
a repulsa é por princípio, os trabalhadores sabem que seu dinheiro irá penas sustentar o esquema de apoio ao lulismo, responsável pelo atoleiro econômico, social, educacional, cultural do Brasil.
E para não ficar sem resposta:
sindicatos não são fundamentais para a democracia.
O que é fundamental para a democracia é o direito de organizar sindicatos e o direito de trabalhadores optarem por participarem ou não, de pagarem ao não.
No Brasil não há essa opção.
A Constituição de 1988 e sob a inspiração do PT criou a ditadura sindical sob o nome fofo de “unicidade sindical”, mediante o qual não se pode organizar mais de um sindicato por categoria econômica/profissional por base territorial, tanto para sindicatos de empregados e também de empresas, o que explica a inércia dos sindicatos e federações patronais ante os sucessivos ataques do lulismo e da justiça do trabalho às empresas.
Detendo o monopólio da representação e defendendo os interesses dos burocratas que se perpetuam no poder, os sindicatos causam asco a quem dizem representar.
The November midterms give us a choice: keep fighting fraud with Republicans or send criminal fraudsters a life boat from the Democrats.
This is not any old election. This is a fight to maintain the social fabric of our nation and do right by the hardworking Americans we serve.
Fico me perguntando: quando teremos uma Lei Áurea para os povos indígenas?
Quando será o dia em que libertaremos os índios brasileiros da tutela do Estado, do arbítrio dos burocratas da FUNAI e da influência de ONGs estrangeiras que decidem por eles sem nunca terem vivido como eles?
Quando daremos, enfim, à população indígena o direito de prosperar — o direito de ter propriedade, de empreender, de vender o que produz, de sair da pobreza pelas próprias mãos?
Precisamos tratá-los como cidadãos livres, capazes de escolher seu próprio destino, em vez de mantê-los como tutelados eternos de um Estado que promete proteção e entrega apenas dependência.