Ruya Carlo é afro-indígena e trans não binárie. Membra fundadora da Coletiva Ruidosa Alma e artiste internacional e multilinguística.
Seu trabalho para o Latinidades “O Dancin'festo”, é “um curta-metragem que traça pontos de ancoragem a partir de memórias audiovisuais”.
Estamos próximes dos últimos dias de apresentações, a toda velocidade 🔥 peguem o papelzinho e anotem quem vem aí na próxima semana 🔥
#LatinidadesPretas#LatinidadesPretas2021
Raysa Gomes, preta, bissexual, candomblecista. É administradora de formação, artesã e costureira de coração.
Para o Latinidades Raysa apresenta seu documentário “Onan – Ancestralidade Viva", a obra "surge a partir da minha percepção de ancestralidade de Toorikpe”.
Renata Paz é artista e arte educadora, formada pelo CEFART, Licencianda em Teatro na Belas Artes pela UFMG e integrante e co-fundadora da Breve Cia.
Em seu trabalho exclusivo para o Latinidades, Renata exibe “Sintoma or Delay”, uma leitura dramática de concepção da Breve Cia.
Maria do Rio Negro, apresenta suas experiência em teatro, performance e cinema.
Sua obra exclusiva para o Latinidades “Simpatia para Aumentar e Levantar os Seios”, é um ensaio performático que apresenta o corpo travesti como vítima da estética e do abuso da beleza.
Paulo César é diretor, assistente de câmera e fotografia e fotógrafo.
Paulo trouxe para o Latinidades seu primeiro trabalho como diretor no curta "Dias", onde relata o cotidiano de um homem gay isolado em casa, cujo o único contato com o mundo são as mensagens por aplicativos.
Colibri da Lapa, artista educadore, cantadore, tocadore, poeta e bonequeiro, natural de Remanso (BA).
Colibri trouxe o seu trabalho exclusivo para o Latinidades “Mãos Que Amão”, uma biografia videográfica sonora de sentimentos, “o início de uma narrativa apagada”.
Lord Shadows, escritor, trabalha também com tecnologia e Umbanda.
Trouxe para o Latinidades “Tudo Aquilo Que Posso Sentir”, um monólogo de Murilo Trevizani numa apresentação da trajetória poética do artista, falando sobre passado presente e futuro.
Selma Borges é coreógrafa, formada em pedagogia e especialista em Direitos Humanos.
Para o Latinidades Pretas, Selma preparou uma “Apresentação para a Comunidade do Bairro Ibura - Recife, do espetáculo ‘A ARTE DA DANÇA - A RUA ME ESPERA��”.
O link da obra está na nossa bio 🔥
Maurício Igor, artista visual e arte educador que chega representando Belém-PA.
Na sua obra para o Latinidades “A Pisa na Amazônia”, Maurício nos traz uma bela reflexão através do seu ventilador e uma crônica textual aqui assumida enquanto imagem.
#LatinidadesPretas2021
Nega Preto é poeta, artista independente, não-binária e bissexual do interior do Rio de Janeiro.
No Latinidades a artiste chega com "Retratos Sem Delongas", EP musical de Nega Preto com musicalidade que explora subgêneros do rap.
Natalia Amoreira, atriz, autora e cantora.
A obra de hoje é “Padilha do Porto”, um monólogo poético escrito por Natalia e encenado pela atriz Vika Flôr. Numa narrativa em que uma mulher que viveu no Porto do Rio de Janeiro no início do século morre ao receber uma pedrada.
Loka du Carimbo é uma corpa negra, nordestina, agrestina, periférica.
Sua obra “Abduzida”, é um zine ilustrado de maneira artesanal, a partir da gravura de borrachas entalhadas e impressas com tinta de carimbo em papéis coloridos tamanho A4.
OKOFÁ é curadore artística, moda, curadore visual e perfomer.
O seu projeto, “PINDORAMA MANIFESTA” para o Latinidades, é uma performance que através de multi-artes, questiona o descaso com a população originária brasileira, a colonização e chacina dos povos indígenas.
Keila Serruya Sankofa, artista visual, realizadora audiovisual e produtora.
O projeto de Keila para Latinidade é a “Ancestralidade de Terra e Planta”, uma ocupação que traz obras em fotografia, videoinstalação e performance, juntas ou separadamente.
#LatinidadesPretas2021
Raiany Sinara, é multi instrumentista autodidata e mescla sua apresentações entre eletrônico e o orgânico.
Raiany apresenta para o Latinidades uma “Performance Musical” de live beats e improvisação, mesclando digital, analógico, orgânico, beats de hip hop, house e techno.
PP Poeta Marginal, travesti preta, poeta marginal, Mc e educadora social .
“Poesia Para Dona Aid$”, seu projeto para o latinidades é um poema onde a artista traz “a narrativa de sua vida enquanto posiTHIva, lendo uma carta para si, para a aid$ e para muitas outras corpas”.
Semlote Street Supply é uma loja de roupa StreetWear da Banca de Rap Semlote, criada em 2018 por Kael Semlote, homem trans de 21 anos.
Com a nova coleção de 2021 “ NEW TIME”, Semlote visa alcançar pessoas que não se sentem representas pela moda atual.