todos os deputados que se diz ser aliado de @FlavioBolsonaro e usam o fundo partidário e não colocam foto dele nos seus santinhos, não podemos confiar, pois se futuramente vão decepcionar, já sabemos muito bem como é essa historia.
Candidata @juliadecastrobr, você entrou em embates recentes por conta do seu material de campanha, no qual você usa a imagem do deputado federal Nikolas Ferreira e esconde o Flávio Bolsonaro. Eu vi sua justificativa de que o material não ficou pronto -- isso por si só já é uma amostra das prioridades. Mas por curiosidade e para garantir que não cometeria nenhuma injustiça com você, fui pesquisar um pouco para ver seu histórico de apoio ao bolsonarismo e em especial Flávio Bolsonaro, já que é o nosso candidato -- é o meu e espero que seja o seu também e que você não esteja pensando em um candidato específico para 2030.
O primeiro caminho que segui foi o link da sua bio, onde me direcionou para o seu site. Vou colocar aqui as fotos que você tem em seu prórpio site, e deixar o povo tirar suas prórpias conclusões -- eu já tirei as minhas.
A falta do Flávio em seu material de campanha e a grande exposição do Nikolas Ferreira, não foi por logística, um simples atraso no material de campanha. É seu método de atuação, é estratégia previamente definida, e a prova é seu próprio site, onde você dá destaque para o NIKOLAS FERREIRA. Por que o medo de falar isso pro seu público?
Você tem o direito de se aliar e buscar apoio de quem quiser. No PL, não há a obrigação para que os candidatos divulguem o presidenciável da sigla, mas os eleitores precisam saber quem apoia o presidenciável ou não. Acredito que muitos eleitores não gostarão de saber que você é nikolista e não bolsonarista. Se você for uma candidata honesta, deveria deixar isso claro para o seu público.
Via @LEME12
“Não gostava do Ricardo Nunes, mas ele está demonstrando uma lealdade que poucos tem por ai.
Essa cobrança não era necessária no discurso e a maioria dos "aliados" não faria. Ponto pra ele.”
EDUARDISTAS, OS ANTI-CARONEIROS
Não é coincidência que eu apoie os nomes que desde o primeiro dia declararam apoio a Flávio, lá em DEZ/2025, quando nosso líder Jair Bolsonaro fez a carta oficializando a sua pré-candidatura. Eu gosto de pessoas decentes, que trabalham baseadas em princípios, pois estas pessoas não mudam ao sabor do vento político e eu acho que elas representam melhor o povo que justamente reclama de políticos que mudam após eleitos.
Há um movimento natural de pessoas fartas de gente que é eleita com o apoio de Bolsonaro e depois escondem Bolsonaro. São pessoas sem caráter, ou que no mínimo não sabem contra quem estamos lutando, ingênuas, que nos farão perder mais 4 anos ou, quando não, viram Joices, Frotas e Soraias Trambiques. Por eu estar dentro da político as vezes enxergo fatos e nuances que as pessoas comuns não enxergam. Assim, sinto-me no dever de jogar luz a estes ocorridos e permitir que cada um tome a sua decisão de apoiar e votar, ou não, em Fulano ou Beltrano bolsonarista - e também labuto para que os verdadeiros fiéis não sejam bloqueados nos bastidores, pois sim, há este movimento propositalmente obscuro para passar longe dos olhos de vocês.
A imprensa, na tentativa de desqualificar este movimento natural, que não é pre-ordenado tal qual os que querem se desgarrar do Bozo sem perder os votos do Bozo, covarde e justamente no seu momento mais sensível, foi atribuída a pecha de EDUARDISMO a este movimento espontâneo. Como somos seguidores do Prof. Olavo sabemos lutar a batalha cultural. Transformamos o rótulo em meme, em movimento, tal qual no jiu jitsu se aproveita a força do oponente como alavanca para o contra-golpe. Isso é algo que a essa altura do campeonato todos já deveriam saber, ocorreu com a música “meu amigo Flávio” lá do humorista, com a “mug shot” do Trump sendo fichado na polícia da Georgia e inúmeras vezes com meu pai.
Se trabalhar para impulsionar aqueles que nunca esqueceram de onde vieram, que não querem deletar Bolsonaro agora que está injustamente preso é chamado de Eduardismo, pois bem, aceito a pecha com orgulho. E seguirei botando em palanques eleitorais, buscando por ferramentas para serem eleitos, dando notoriedade nas redes a este grupo, que está aberto e tem muito mais gente do que somente os excelentes Gil Diniz e Paulo Mansur em SP, Filipe Pedri no RS, Caporezzo em MG ou Paulo Figueiredo em MG.
Sigam-me nas redes, pois aos poucos vou divulgando os candidatos que eu, filho do JB e que visto a camisa do Bolsonaro, enxergo como realmente fiéis e merecedores do seu voto. Nós somos a reação natural, os anticorpos, o antídoto contra os caroneiros. Não há mais tempo a perder.
Segui o conselho de um amigo e fui falar com você no privado, tentando evitar mais ruído nas redes. Parecia uma atitude sensata: trocar ideias, alinhar pontos de vista, aparar arestas, coisa de homem.
Mas me enganei. Fui vítima de uma conduta, no mínimo, sorrateira. Agora estou aqui debatendo publicamente com alguém que prega a “união da direita”, mas que, na primeira oportunidade, expôs justamente o meu gesto de confiança.
Entenda, Constantino: tudo o que eu disse no privado é exatamente o que venho dizendo em público. Não tenho nada a esconder. A sua atitude baixa não atinge só a mim, ela desestimula qualquer tentativa de diálogo. Ou seja, você ajuda a gerar exatamente o tipo de conflito que diz combater.
E sei como isso termina: sem argumentos, a saída será novamente a tal “crítica construtiva”, dizer que eu sou o radical, o causador de conflitos, que isso prejudica a campanha do Flávio. Ou então adotar a cruel narrativa da esquerda, que há um gabinete de ódio preordenado a assassinar sua reputação.
Mas repare num fato, olhe a seu redor. Quantas pessoas que antes não falavam do @FlavioBolsonaro hoje passaram a falar positivamente? Tenho a satisfação de saber que contribuí para isso, mesmo com muita gente “da direita” jogando contra. Fui vitorioso em mais uma batalha.
Isso só reforça o que sempre defendi: eu jogo pelo grupo, mesmo quando isso exige sacrifício pessoal. Há um abismo entre as nossas posturas.
É como eu sempre digo. Os métodos e as técnicas são sempre as mesmas.
Segundo relatos de pessoas com as quais tive a participação e o prazer de conversar, parece que o Nikolas Ferreira ainda não declarou 100% do seu apoio ao Flávio Bolsonaro, porque está costurando um apoio do Flávio para o Matheus Simões, em Minas.
E nós sabemos que Matheus Simões é Kassab. E sabemos que todo esse grupinho dos desafetos, que agora está batendo de frente com o Carlos Bolsonaro, o Eduardo Bolsonaro, até mesmo com o próprio Jair, todos esses desafetos têm uma missão, ou tinham pelo menos uma missão, que foi destruída com a indicação do Flávio à presidência da República.
Todos queriam o Tarcísio, a terceira via, a TRADE T. E acabou que isso foi para o ralo.
Então, essa jogatina, esse jogo do Nikolas Ferreira é porque ele está costurando essa aliança, esse apoio.
E eu espero, sinceramente, que o Flávio Bolsonaro não caia nesse joguinho, nessa jogatina deste rapaz, para não dizer outra coisa, que não tinha prestígio nenhum, que não era ninguém se não fosse o Jair Bolsonaro estender a mão, o Eduardo estender a mão, assim como tantos outros.
E agora ele se acha alguma coisa, a última bolacha do pacote.
Será que é isso? Será que algum desafeto do Nikolas pode contradizer, contra-argumentar?
Porque o que me parece é isso. O que me parece é um jogo, uma jogatina, são chantagens.
E por isso que ele não está 100% de corpo e alma na candidatura do Flávio Bolsonaro à presidência da República.
E aí.
@Tali_Mito22@petroConservado Esses vagabundos pensam que nós somos otários e não sabemos o jogo deles, se preparem que nas urnas vamos mostrar como se faz com oportunistas.
🚨ALERTA DE TEXTÃO | Coisa que nunca faço, mas aqui vai!
Eu pensei em ficar quieta e não comentar sobre esse assunto, mas não posso ver pessoas sendo injustiçadas da forma como estão e me calar.
Então vamos lá:
Nunca foi ciúme! Mas sim um movimento de resistência política e defesa de um campo que tentavam sequestrar. E ainda tentam...
Tem gente tentando vender ao público uma historinha rasa, infantil e conveniente. A de que @BolsonaroSP estaria com ciúmes do nosso amigo @FlavioBolsonaro.
A de que toda a tensão dos últimos meses dentro do campo da direita seria, no fundo, apenas uma disputa emocional entre irmãos. É a típica narrativa preguiçosa que simplifica o que é complexo para esconder o que realmente está acontecendo.
Só que quando a gente recompõe os fatos com calma, olhando a sequência dos acontecimentos e não apenas frases soltas ou recortes oportunistas, essa versão desaba.
O que aparece não é um Eduardo sabotando Flávio. O que aparece é um Eduardo segurando, praticamente no braço, a linha de resistência contra a tentativa de capturar o bolsonarismo e entregar sua sucessão a um arranjo domesticado, palatável ao sistema, confortável para o mercado, útil ao Centrão e aceitável para essa direita higienizada que adora posar de prudente enquanto negocia tudo por baixo da mesa.
Essa é a parte que muita gente finge não ver.
Durante meses, a candidatura de Flávio foi tratada como improvável, como balão de ensaio, como fantasia de bolsonarista emocionado.
Ao mesmo tempo, avançava uma pressão cada vez mais organizada para empurrar outro nome como solução inevitável. Um nome mais “viável”, mais “equilibrado”, mais “responsável”, mais “dialogável”. Em português claro, um nome mais controlável. Um nome que pudesse usar a força eleitoral do bolsonarismo sem carregar sua espinha dorsal.
E é justamente nesse ambiente que a atuação de Eduardo ganha peso.
Onde entra a raiva toda sobre o @kimpaim nessa história?
Quando o Kim diariamente, 7/7, mostra através das evidências que o próprio Eduardo disse ter trabalhado para a escolha de Flávio.
E não como gesto protocolar, não como apoio decorativo para inglês ver, mas como esforço real de construção política. Kim insiste que pouca gente tem dimensão do quanto Eduardo trabalhou para tirar esse projeto do papel.
Isso muda completamente o eixo da conversa. Porque quem trabalha para viabilizar não está agindo por ressentimento. Quem segura a porta para o outro entrar não está tentando derrubá-lo.
A grande malandragem de parte desse debate está em fingir que política se mede só por frase pública. Não se mede. Política se mede por comportamento, por alianças, por movimentação concreta, por sinais emitidos na hora decisiva e pelo efeito prático das ações.
Não adianta alguém repetir que apoia uma candidatura se, na prática, fortalece quem corrói essa candidatura por dentro, blinda quem a sabota por fora e normaliza toda ambiguidade em nome de uma falsa unidade.
Esse talvez seja o ponto mais importante de todos.
Há uma diferença brutal entre apoio verdadeiro e apoio condicionado. Apoio verdadeiro fortalece sem tentar tutelar. Apoio verdadeiro não exige coleira. Apoio verdadeiro não tenta sequestrar a candidatura alheia, ditar sua estratégia, moldar seu discurso e depois apresentar a conta.
O que estava em curso, pelo que essa cronologia no corte do Kim mostra, era justamente a tentativa de transformar a candidatura de Flávio em ativo administrável por um grupo paralelo. Um grupo que não queria apenas caminhar junto. Queria mandar.
E quando percebeu que não controlaria o processo como imaginava, começou o teatro.
Veio a chantagem emocional em nome da unidade. Veio o sermão sobre não brigar com aliados. Veio a cobrança seletiva por moderação. Veio o velho truque de pintar qualquer resistência como vaidade, radicalismo ou infantilidade. Só que unidade sem lealdade é maquiagem. E maquiagem não vence guerra. Maquiagem só serve para foto.
A cronologia reconstituída pelo Kim deixa isso muito claro. Em vez de baixar a cabeça para o roteiro escrito por governadores, operadores partidários, articuladores do mercado e porta-vozes da direita permitida, Eduardo sustentou tensão. Comprou briga. Travou o avanço de uma solução empurrada de cima para baixo. E fez isso quando a candidatura de Flávio ainda era tratada com desprezo por muitos dos que hoje querem posar de sábios depois do jogo andando.
Mais do que isso, Kim também destaca que Eduardo ajudou a dar densidade política à viabilidade de Flávio em frentes estratégicas, inclusive no plano internacional, com contatos, circulação e articulações que ampliavam a musculatura do nome de Flávio fora da bolha doméstica. Isso não é gesto de quem quer sabotar. Isso é trabalho de quem está ajudando a construir lastro.
O que se vê, portanto, não é uma crise familiar como sugerem. É uma disputa de comando político. Um comando político qual carrega pelo menos 35% do eleitorado brasileiro.
De um lado, a tentativa de manter o bolsonarismo como força viva, com candidato de verdade, identidade de verdade e lealdade à sua base. Do outro, a tentativa de sequestrar esse capital político e traduzi-lo numa candidatura tolerada pelos mesmos setores que sempre quiseram um bolsonarismo sem Bolsonaro, uma direita sem povo, uma oposição sem coragem e uma candidatura sem alma.
Essa é a briga real.
E a fala recente do próprio Eduardo Bolsonaro praticamente fecha essa interpretação. (corte nas respostas deste tuíte.)
Ao responder a narrativa de Rodrigo Constantino, Eduardo diz que não faz sentido acusá-lo de inveja de Flávio porque ele mesmo fez muito esforço para colocar o irmão na disputa presidencial.
Depois ele vai ao ponto central e diz com todas as letras que não está trabalhando para derrubar Flávio, mas para derrubar um grupo político anti-bolsonarista. Isso não é um mero detalhe, nesse contexto isso é a chave de leitura de todo o processo.
Quando ele fala isso, desmonta a tentativa de transformar uma disputa estratégica numa fofoca entre irmãos.
E talvez seja justamente esse rebaixamento que mais interessa a certos comentaristas. Porque é muito mais fácil falar em ciúme do que encarar a pergunta de fundo. Quem estava tentando conduzir o destino da direita? Quem queria apoiar de verdade e quem queria capturar? Quem queria somar e quem queria tutelar? Quem estava preocupado com o projeto e quem estava preocupado com o controle do projeto?
No fundo, esse é o nervo exposto da história.
Tem gente irritada não porque encontrou mentira, mas porque encontrou resistência.
Mentira se derruba com fatos. O problema é que, neste caso, os fatos apontam para uma direção desconfortável. Eles mostram que Eduardo não estava enfraquecendo Flávio. Estava impedindo que Flávio fosse absorvido, enquadrado, domesticado e transformado em peça ornamental de um arranjo alheio ao bolsonarismo real.
Também é preciso parar de confundir ação política com performance para plateia. Uma coisa é gerar corte, engajamento, aplauso instantâneo, catarse de rede social e monetização da própria imagem.
Outra coisa é fazer política de verdade, assumir desgaste, enfrentar poder organizado, sustentar posição em ambiente hostil e impedir que um campo inteiro seja infiltrado por vaidade, cálculo pessoal e projeto próprio. Quem não entende essa diferença acaba chamando autopromoção de estratégia e firmeza de desunião.
A verdade é bem mais simples do que a novela que tentam vender.
Se Eduardo tivesse ciúmes de Flávio, ele teria trabalhado para inviabilizá-lo desde o começo. Teria deixado o caminho livre para que outro nome ocupasse esse espaço. Teria cruzado os braços enquanto o bolsonarismo era progressivamente espremido para aceitar uma candidatura sob tutela. Mas não foi isso que aconteceu. O que a sequência mostra é exatamente o contrário. Mostra insistência, contenção, enfrentamento e construção.
Por isso, a tese do ciúme é fraca. Ela não nasce da realidade. Ela nasce da conveniência de quem precisa esconder o conflito verdadeiro.
O conflito nunca foi entre Eduardo e Flávio.
O conflito é entre um projeto que quer manter o bolsonarismo vivo, autônomo e fiel à sua base e outro que quer usar a energia desse campo, mas sem aceitar sua identidade, sua memória, sua coerência e seus protagonistas.
No fim das contas, o que incomoda certos setores não é uma suposta rivalidade entre irmãos. O que incomoda é não terem conseguido capturar com facilidade a candidatura de Flávio Bolsonaro para transformá-la em ativo de um grupo paralelo. Tutelado por barões a lá Michel Temer.
Pra quem se incomoda, a cronologia e o tempo dos fatos permanece na história recente dos últimos meses. E essa cronologia dói nos desavisados e oportunistas de plantão.
E ela aponta para uma conclusão muito mais séria do que a fofoca que tentaram vender. Eduardo Bolsonaro não aparece como o homem que quis derrubar Flávio.
Aparece como alguém que ajudou a impedir que Flávio fosse derrubado antes mesmo de consolidar sua candidatura.
Dito tudo isto, é MEU AMIGO FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE EM 2026!