🚨AGORA | Flávio Bolsonaro respondeu a Michelle com respeito, pediu desculpas caso tenha causado qualquer mágoa e reforçou que o foco precisa ser maior do que qualquer divergência interna.
Segundo ele, diferenças de estratégia não significam diferenças de princípios.
O convite para Michelle segue de pé, o coração também. E a missão continua sendo uma só: tirar o Brasil das mãos do PT.
Acho que Michelle esperava de Flávio uma reação agressiva, juvenil, o que endossaria suas acusações. Topou com empatia e humildade, dignas de uma liderança madura. Ela mesma disse que alguns a aconselharam a não lavar roupa em público. Pois, esses são seus amigos reais! Cuidado com o diabo soprando ao ouvido...
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
Justo quando a a Malu Gaspar estava falando de Jacques Wagner que está envolvido até o talo com o Master: apartamento de R$ 2,5 milhões, propina via enteada e voos em avião de Vorcaro, ela “cai” da transmissão da Globonews.
Será que caiu mesmo ou cortaram?
Execução do Hino Nacional americano na Casa Branca humilha Belo e Alcione e dá lição de patriotismo ao Brasil de Lula. A passagem dos aviões militares foi grandiosa e emocionou!
Na pandemia, cada morte era manchete com o nome do presidente.
Chamaram de genocida. Fizeram CPI.
Agora: 1.500 mortos de dengue em 4 meses — recorde do século. A OMS avisou 2 vezes. O governo ignorou. Ninguém chamou de genocida. Ninguém fez CPI.
500 mil doses. 42 reações graves. 2 mortes sob investigação. E a CNN diz que não pode ser político.
A régua muda conforme o governo. A mídia serve conforme o patrão.
Por isso eu faço emenda, construo UTI e entrego de verdade. Porque quando depende desse governo, quem paga é você.
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O verdadeiro responsável pela designação de PCC e CV como organizações narcoterroristas globais foi Jair Bolsonaro. Em 2019 Bolsonaro convidou Trump para participar conjuntamente com o Brasil no combate à lavagem de dinheiro, ao narcotráfico e o extermínio do Foro de São Paulo que tanto mal faz para o Brasil e aos EUA.
O Brasil não pode esquecer o que aconteceu no auge da p@ndemia.
Enquanto famílias lutavam por ar, leitos e respiradores, o Consórcio Nordeste fechou uma compra de 300 ventiladores pulmonares por R$ 48,7 milhões.
O dinheiro foi pago. Os respiradores não chegaram.
Agora, segundo a Folha, a PGR pediu que o caso que envolve Rui Costa volte ao STF. A investigação trata da compra frustrada dos equipamentos durante a Covid-19 e apura possíveis crimes ligados ao caso.
Rui Costa presidia o Consórcio Nordeste na época da compra e pergunta que continua sem resposta para o povo é simples: quem pagou por isso foi o cidadão. E quem vai responder?
EU ESTAVA LÁ EM BRASILIA, @kimpaim. O Álvaro Dias junto com Vieira só queriam BARULHO para minar Bolsonaro, mesmo sabendo que NADA sairia dessa tal de lava-toga. Na Câmara, Kicis e demais deputados estavam lutando, à época, na CCJ por um Projeto de Lei que daria aos DEPUTADOS a capacidade de INICIAR um processo de impeachment de ministros, mas esses mesmos SENADORES trabalhavam CONTRA. Vergonha alheia o @EduGiraoOficial falar isso.
QUANDO SE SENTIR IDIOTA, VEJA ESTE VÍDEO
Kkkkkkkk! Vão falar com parlamentares da oposição, que não têm entrada na Casa Branca, para reverter designação de CV/PCC como terroristas!
Pqp, bicho! Agora você já sabe também em quem não votar para deputado federal em MG, RJ, SC e RN.
O Presidente Trump SOLTA esta bomba:
Um denunciante do FBI diz que milhares de horas de filmagens do 6 de janeiro foram escondidas porque "fontes humanas" federais estavam na multidão, e agentes do Estado Profundo receberam ordens para fabricar acusações contra os participantes do 6 de janeiro.
Qualquer um que denunciasse isso de dentro era "retaliado"
@warDaniel47
It was very nice having Flávio Bolsonaro in the Oval Office of the White House — A smart young man who loves his Country, Brazil, very much! President DONALD J. TRUMP
( TruthSocial: Jun 2 2026, 1:34 PM ET )
PARA MELASMA
Vou indicar dois suplementos que realmente fazem diferença na saúde e aparência da pele:
- Pycnogenol
- Astaxantina
Mas o efeito deles é bem limitado se não ocorrerem pelo menos 2 mudanças importantes no dia a dia:
1. Troque os óleos vegetais industrializados
Jogue fora (ou deixe de comprar) óleos de soja, milho, girassol, canola, etc.
Substitua por:
- Óleo de coco
- Manteiga (de preferência de animais de pasto)
- Banha (ou ghee)
2. Abandone os protetores solares.
A longo prazo, eles acabam contribuindo para o envelhecimento e manchas na pele. Em vez disso, proteja-se naturalmente com:
- Óleo de coco (tem proteção solar leve e hidrata muito)
- Óleo de semente de uva (tem proteção UV natural)
Dica extra para manchas mais resistentes:
- Hidrate a pele à noite com óleo de rícino puro (ótimo para uniformizar e nutrir).
- 1–2 vezes por semana, faça uma pastinha de óleo de rícino + uma pitada de bicarbonato de sódio, aplique nas áreas mais manchadas, deixe agir uns 10–20 minutos (ou a noite toda se sua pele tolerar bem) e lave pela manhã.
Se você conseguir manter essas mudanças + os suplementos por pelo menos 30 dias, volte aqui e me cobre os resultados.
Tenho certeza que sua pele vai ficar maravilhosa!
BREAKING: Largest Human Cancer Study of Ivermectin + Mebendazole Is Now PEER-REVIEWED and PUBLISHED in a MAJOR Cancer Journal
84.4% of cancer patients taking ivermectin + mebendazole for 6 months declared either CANCER DISAPPEARANCE, TUMOR REGRESSION, or CANCER STABILIZATION.
Our study, “Real-world Clinical Outcomes of Ivermectin and Mebendazole in Cancer Patients: Results from a Prospective Observational Cohort,” is now peer-reviewed and published in Anticancer Research—a major international oncology journal of the International Institute of Anticancer Research (IIAR), established in 1995.
The results represent one of the most compelling clinical signals ever documented for repurposed anti-parasitic therapies in oncology.
A diverse population of cancer patients (n=197) was prescribed compounded ivermectin–mebendazole through a U.S. telemedicine platform, with each capsule containing 25 mg ivermectin and 250 mg mebendazole.
Participants were followed for approximately six months using standardized digital surveys assessing cancer outcomes, medication adherence, and tolerability.
At approximately six months post-treatment initiation, we observed an 84.4% Clinical Benefit Ratio (CBR)—meaning more than four out of five patients reported either:
No evidence of disease (32.8%)
Tumor regression (15.6%)
or Cancer stabilization (36.1%)
Importantly, adherence was remarkably high, with 86.9% completing the initial prescription and 66.4% remaining on therapy at six months.
Side effects were predominantly mild and manageable, reported in 25.4% of patients (primarily gastrointestinal), with 93.6% of those experiencing side effects continuing treatment after minor dosing adjustments.
This groundbreaking peer-reviewed publication was made possible through a unique collaboration between The Wellness Company, the McCullough Foundation, and the Chairman of the President’s Cancer Panel—uniting real-world clinical data, frontline medical experience, and epidemiologic expertise to evaluate inexpensive, repurposed therapies with major translational potential.
With these extraordinarily promising results, double-blind, placebo-controlled clinical trials are now required.
In the meantime, many cancer patients are exercising their right to try.
@twc_health@McCulloughFund@IIAR_Journals@P_McCulloughMD@DrHarveyRisch@DrKellyVictory@jathorpmfm@drdrew@PeterGillooly@FosterCoulson