Para você que gostou do Renan na entrevista do JN: talvez seja hora de prestar atenção não apenas no que esse rapaz disse, mas no discurso que sustenta suas falas, porque discursos não são neutros; eles carregam visões de mundo, estabelecem o que pode ser considerado aceitável e ajudam a definir quais vidas merecem reconhecimento, proteção e direitos. Quando um discurso parte, ainda que implicitamente, da convicção de que alguns seres humanos valem menos do que outros, cria-se o terreno para que a supressão de direitos civis pareça justificável, a violência contra determinados grupos encontre explicações aparentemente razoáveis e, no limite, até políticas de extermínio sejam normalizadas. É assim que o totalitarismo ganha espaço: não necessariamente anunciando a barbárie como barbárie, mas construindo discursos nos quais ela, pouco a pouco, passa a parecer razoável. Portanto, a questão não é apenas saber se a entrevista foi “boa” ou “coerente”, mas perguntar: com que discurso ela é coerente e que tipo de sociedade esse discurso ajuda a legitimar?
@Lecanepo @valneifils Gilmar era do ministério público, foi alçado pelo efeagá a advogado-geral da união e depois ao stf. Mas sua mulher é sócia de Sérgio Bermudes e ele, à moda diabo de Pacino, é dono do idp, que forma, há tempos, as novas gerações de advogados. papo longo
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📝 Celso Rocha de Barros | Montanha de provas contra Bolsonaro dispensa apelar à delação de Cid. Chefes das Forças Armadas foram à polícia e contaram que ex-presidente lhes propôs um golpe
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O que você precisa saber sobre um dos maiores escândalos de corrupção da história de São Paulo, que aconteceu na cara do Tarcísio sem nenhuma providência.