Sou flameguista e agora atléticano.
O PRESIDENTE DO ATLÉTICO/GO, Adilson Batista, simplesmente DETONANDO o PT e se declarando de direita, ao falar sobre as bets e cobrando respeito aos contratos.
"Eu não sou petista, não gosto de petista, eu sou um cara de direita.... Vejo petista com desvio moral e intelectual". https://t.co/eOmfhqWwV3…
@resumossccp Faz teeeeempo que ele não passa segurança em qualquer partida que dispute.
Sem clubismo.
O Hugo é um goleiro instável, capaz de fazer milagre e falhar no mesmo jogo (vide último jogo contra o Fluminense).
Não vive momento para ser goleiro de seleção.
@DedeIntocavel Falou besteira…
O ELT é obrigatório em todas aeronaves que operam no Brasil, segundo o RBAC 91.
O que não é obrigatório em aeronaves de pequeno porte é o FDR e CVR, as famosas, caixas pretas.
URGENTE:
Ancelotti disse a Endrick que ele será TITULAR contra o Haiti.
Com isso, o trio de ataque do Brasil deve ser formado por Vini Jr, Raphinha e Ancelotti.
@cacacatalao lavou a alma aqui, hein?
Fran Papaiordanou foi adjetivado de forma absolutamente correta. E faltaram ainda mais uma centena de adjetivos.
Será processado, mas dormirá com a consciência tranquila.
A melhor resposta da coletiva pós-jogo, claro, na pergunta do @Vessoni.
Fernando Diniz toca em todos os pontos.
Revela estar triste, diz não querer prejudicar publicamente o já pesado ambiente no dia a dia, diz que fui inserindo suas ideias aos poucos.
@jessietuitax Esse é o retorno de uma má educação.
Se não houver uma mudança drástica de rumo, daqui 5 anos, está ofendendo os pais e agredindo verbalmente a mãe.
Salário mínimo: R$ 1.621,00
Bolsa família: quase R$ 800,00
Trabalhar pra que? Ganha metade ficando em casa sem fazer nada.
Somos o único país do mundo que incentiva a vagabundagem.
“Vou sentir saudade do azul, mas a bandeira do Cruzeiro vai comigo pra casa.”
Talvez poucas frases traduzam tão bem o que foi Alex Alves para o Cruzeiro. Entre 1998 e 1999, foram 114 jogos e 55 gols com nossa camisa celeste, números que contam parte da história, mas não traduzem a identificação que ele construiu com o clube. Baiano, irreverente e apaixonado por capoeira, transformava cada gol em festa e fazia da sua comemoração uma assinatura. Alex vestiu o azul, honrou a camisa e deixou seu jeito marcado na memória do torcedor. Partiu cedo demais, aos 37 anos, mas alguns jogadores não vão embora. Permanecem no grito da arquibancada, na lembrança de um gol e na camisa #11, usada com tanto orgulho. Alex Alves partiu. E a bandeira do Cruzeiro, de alguma forma, continua com ele.
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