Não vamos esquecer.
Quem pediu a soltura do Daniel Vorcaro e sua gangue? Paulo Gonet.
Quem concordou com a soltura da gangue do Vorcaro? Gilmar Mendes.
Quem devia “bloquear” a prisão do Daniel Vorcaro e sua gangue? Alexandre de Moraes.
Quem mandou prender Vorcaro e sua turma? André Mendonça.
O resto é cortina de fumaça.
Veja só como a Daniela Lima está enfurecida com a investigação sobre Moraes. rsrs. Totalmente normal uma "jornalista" ficar furiosa com revelações de um escândalo envolvendo poderosos. Ela pode fundar um novo clube: "Jornalistas Contra a Transparência."
É sem precedentes o que é relatado aqui.
O ministro André Mendonça tem em mãos um relatório em que a própria Polícia Federal diz que Daniel Vorcaro enviou uma mensagem a Alexandre de Moraes pedindo proteção do chefe da Polícia Federal e do procurador-geral da República.
É desse tipo de participação feminina que a direita precisa. Tenho certeza que as feministas, mesmos as de direita (uma contradição, eu sei) a detestam.
- Este panaca aqui tomava uísque com Vorcaro.
- É o saco de lixo que falou "missão cumprida" para o Lula.
- Seu filho é um jeca que vive desfilando roupas mais caras que o salário do pai.
E este CNJ é um SOVIETE CRIADO PELO PT.
Mais um caso em que a justiça de outro país considera as práticas da Suprema Corte brasileira “altamente incomuns”.
Lembrando que o Dias Toffoli não apenas semeou impunidade no Brasil, como enviou ordens para que outros países não usassem as provas descobertas pela Lava-Jato. Sim, nós exportamos impunidade.
Vocês precisam entender que, se Alexandre de Moraes não tivesse censurado o site O Antagonista em 2019, conduzido um inquérito sem base no sistema acusatório, acumulado as funções de vítima, investigador e juiz, promovido censura prévia à imprensa, cidadãos e humoristas, quebrado sigilos bancários e telemáticos sem autorização colegiada, ignorado o contraditório e a ampla defesa, imposto sanções desproporcionais, determinado buscas e apreensões com base em relatórios não oficiais, bloqueado redes sociais e aplicativos de mensagens sem respaldo legal claro, multado usuários por uso de VPN, nomeado representantes legais para empresas estrangeiras por decisão individual, criminalizado opiniões políticas e manifestações de pensamento, mantido inquéritos abertos por tempo indefinido e sem delimitação objetiva, utilizado medidas cautelares com fins punitivos, desrespeitado a independência entre os Poderes, ampliado indevidamente a competência do STF para alcançar cidadãos sem foro privilegiado, adotado decisões com impacto nacional sem submeter ao plenário da Corte, ordenado prisão de jornalistas sem flagrante ou condenação, solicitado retirada de conteúdo do ar sem ordem judicial formal, negado acesso à defesa sobre os autos de acusação, ameaçado advogados com sanções por declarações públicas, invadido domicílios sem base legal clara, monitorado comunicações de parlamentares sem autorização do Congresso, exigido dados de usuários de plataformas sem respaldo legal, pressionado instituições financeiras a fornecer informações sem ordem judicial, prendido inocentes com base em tuítes e postagens de rede social, censurado documentários e obras audiovisuais, ameaçado canais de comunicação com suspensão de monetização, imposto bloqueios bancários sem trânsito em julgado, utilizado decisões secretas para justificar medidas de exceção, promovido perseguição judicial a críticos do próprio Supremo e utilizado o TSE como instrumento político para perseguir adversários e ampliar o alcance de medidas excepcionais sem base legal, ordenado buscas e apreensões pela Polícia Federal contra Roberto Mantovani Filho, sua esposa Andreia Munarão e Alex Zanatta, participado de jantares e eventos bancados pelo Banco Master, pressionando o presidente do Banco Central pra salvar o Banco Master, ido duas vezes na casa do dono do Master (uma delas para encontrar o antigo CEO do BRB), ajudado sua mulher a assinar um contrato de R$ 129 milhões com o dono do Master, blindado Toffoli junto com Gilmar no caso Master, trocado mensagens sobre salvar Master no dia em que Vorcaro foi preso em 2025, quebrado o sigilo da fonte de jornalista, o Estado Democrático de Direito no Brasil teria acabado.
O jornalista do Maranhão Luís Pablo publicou uma nota para a imprensa.
“O fato que denunciei não foi investigado! Quem passou a ser investigado fui eu”