A 40-year-old Pakistani Christian brick kiln worker and father of four, Siddique (Sadique) Masih, was murdered after drinking from a water cooler used by his Muslim co-workers in Punjab, Pakistan.
According to eyewitnesses, a Muslim laborer confronted Masih, telling him he could not drink from the same cooler because he was Christian and he would “contaminate” the water. Moments later, the man grabbed him from behind and slit his throat, killing him at the scene.
Masih leaves behind his wife and four children, including a son who suffers from thalassemia and requires regular blood transfusions.
Rui Malheiro confundiu o papel de comentador de futebol com o de militante político. Na RTP, onde a sua função era analisar o jogo, as táticas e os jogadores, resolveu transformar a transmissão numa plataforma para empurrar a sua ideologia de esquerda, que, aliás, ninguém pediu.
Em vez de se concentrar no futebol, lá vinha ele com ataques a Trump, a celebridades ou com as suas opiniões políticas de sempre.
O futebol merece respeito. O público merece respeito.
Uma televisão paga por todos nós não pode transformar uma transmissão desportiva numa tribuna de opiniões pessoais.
Foi uma vergonha!
🇪🇬 ▪️ El juez miró al hombre que había disparado contra el presidente egipcio Anwar el-Sadat y le preguntó con calma:
—¿Por qué lo mataste?
— Porque era seglar, respondió el asesino.
El juez frunció el ceño.
— ¿Qué significa “seglar”?
El hombre dudó un segundo.
— No lo sé.
…….
▪️ En otro juicio, el acusado había intentado asesinar al escritor Naguib Mahfouz.
— ¿Por qué lo apuñalaste?
—preguntó el juez.
— Porque escribió una novela contra la religión.
—¿La leíste?
— No.
…….
▪️ En una tercera sala, otro hombre enfrentaba cargos por asesinar al intelectual Farag Fouda.
—¿Por qué lo mataste?
— Porque no tenía fe.
—¿Cómo lo sabes?
— Está en sus libros.
— ¿En cuál?
Silencio.
— No lo sé. No los he leído.
— ¿Por qué no los leíste?
El hombre bajó la cabeza.
— No sé leer ni escribir.
…….
▫️ En los tres casos, el patrón era el mismo.
-Se mataba por ideas que no se entendían.
-Se condenaba por palabras que no se habían leído.
-Se odiaba por conceptos que no se sabían definir.
No era convicción. Era repetición.
No era fe. Era eco.
No era certeza. Era obediencia ciega.
La violencia no nació del pensamiento. Nació de la ausencia de él.
El odio no se propaga a través del conocimiento. Se propaga donde el conocimiento no llega. Y cada vez que una sociedad renuncia a educar no crea ignorantes, crea armas humanas que no saben por qué disparan, pero están dispuestas a hacerlo. Ese es el precio invisible de la ignorancia. Y siempre lo paga alguien que no hizo nada para merecerlo.
…….
Alaa Al Aswany
Escritor egipcio
De vez em quando, este pobre país é tomado por irresponsáveis q se intitulam como os melhores do mundo, mas que, qd lhes cheira a fumo, fogem, deixando mesmo dinheiro escondido para trás. Vá lá que, cedo ou tarde, os estragos vêm à superfície e revemos os bestiais como bestas.
O Grande Truque de Costa e Centeno: A "Convergência" era Afinal Maquilhagem Estatística
Durante anos, fomos alimentados a pão e propaganda. António Costa sorria com o otimismo que se lhe conhecia, Mário Centeno era aplaudido na Europa como o "Ronaldo das Finanças" e a narrativa oficial era inabalável: Portugal estva a crescer bem, as contas estavam certas e estávamos finalmente a convergir com os níveis de vida europeus.
Era um país "cor-de-rosa" desenhado a preceito. Mas o problema dos truques de magia é que, mais tarde ou mais cedo, alguém acende as luzes do palco. E as luzes acenderam-se agora com a revisão dos dados demográficos do INE.
Afinal, a convergência de Costa e Centeno nunca existiu. Foi um miragem matemática.
Para perceber como fomos iludidos, basta compreender uma conta simples de divisão. O indicador que mede o nível de vida de um país é o PIB per capita, ou seja, dividi-se a riqueza produzida pelo número de habitantes.
O que é que a dupla Costa-Centeno fez (e os governos seguintes continuaram)?
Utilizaram durante anos uma estimativa populacional desatualizada, que ignorava o descontrolo e a verdadeira magnitude do fluxo imigratório gerado pelo fim do SEF e pela transição para a AIMA. No papel, éramos menos de 11 milhões. Com essa população artificialmente baixa, a riqueza dividida por cada português parecia maior: a Comissão Europeia dizia que estávamos confortáveis nos 81,3% da média europeia.
Os dados reais revistos pelo INE vieram repor a verdade: Portugal tem, afinal, 11,4 milhões de residentes. Há mais meio milhão de bocas para dividir o mesmo bolo.
Quando se refaz a conta com a verdade demográfica, o castelo de cartas desaba: o nosso nível de vida real afunda para os 77,0% da média da União Europeia.
Comparando com o ano de 2019 (pré-pandemia), em que estávamos nos 77,2%, Portugal não convergiu absolutamente nada. Pelo contrário, divergiu.
Regredimos. Perdemos quatro posições no ranking europeu.
Mário Centeno orgulhava-se do seu brilhantismo técnico, mas o modelo económico que ele e António Costa cimentaram foi o da sobrevivência baseada em mão-de-obra barata e sem qualificações.
Grande parte da imigração em massa atraída para o país não foi para criar tecnologia ou inovação; foi canalizada para alimentar os setores onde a economia portuguesa já estava especializada e estagnada, como o turismo de baixo valor acrescentado. Pior: com um desfasamento brutal entre a imigração e a dinâmica económica, empurrou-se uma massa gigantesca de pessoas para a economia paralela, que um estudo da FEP estimou representar uns assustadores 35% do PIB.
Enquanto os nossos governantes se pavoneavam com os elogios da revista The Economist, a Roménia, sim, a Roménia, que há poucos anos era o país mais pobre da Europa, ultrapassou Portugal em nível de vida (77,9% contra os nossos 77,0%). Fomos ultrapassados por quase todas as economias de Leste, que souberam aplicar os fundos europeus na indústria e na produtividade, enquanto nós os derretemos em consumo e funcionalismo público.
O legado económico de António Costa e Mário Centeno resume-se a isto: Portugal é hoje a 6.ª pior economia da União Europeia. E as projeções para 2027 indicam que seremos ultrapassados também pela Hungria, caindo para o 23.º lugar.
O crescimento económico de que se gabavam era fumo estatístico. Descontada a inflação, o nível de vida real dos portugueses cresceu uns humilhantes 0,3% ao ano entre 2019 e 2025. Todo o dinheiro do PRR e da bazuca foi engolido pelo aumento do custo de vida.
Costa e Centeno não nos entregaram um país mais rico, entregaram-nos um país viciado em estatísticas criativas, especializado em salários baixos, que expulsa os seus jovens mais qualificados por falta de perspetivas e que sobrevive à custa de anestesia política. É hora de exigir responsabilidade a quem passou anos a vender-nos um oásis que, afinal, era apenas um deserto mal medido.
Socialismo a ser Socialismo…
Henry Nowak, 18 anos, esfaqueado 4 vezes até à morte por um homem com uma faca cerimonial sikh de 21 cm em Southampton.
Enquanto sangrava no chão a gritar que estava a morrer, a POLÍCIA algemou-o — A VÍTIMA — porque o assassino o acusou de “racismo”!
Henry morreu no seu próprio sangue, algemado, a dizer “não consigo respirar”.
A polícia priorizou a acusação de racismo em vez de salvar a vida de um rapaz de 18 anos.
Isto é a Europa em 2026.
(esta imagem é de um CCTV pouco antes de ser assassinado)
@donocooperativa@CentenoLiberal Deve ter sido decidido em plenário de comissão de trabalhadores sindicalizados na CGTP. Eles boicotam, fazem greves, param o país e representam...o PCP.