The West humiliated Russia in the 1990s. This war is the consequence.’
I’ve heard this in every language, from every podium. It is history rewritten backwards.
Recall what actually happened to defeated Russia: no occupation. No reparations. No tribunal. It kept its nuclear arsenal and its UN veto. Its debts were forgiven and refinanced. It was handed IMF billions and a seat at the G8 — a club of democracies admitting a wounded autocracy out of hope.
Now recall an actually humiliated nation: Germany, 1945. Occupied. Partitioned. Cities in ash, leaders hanged, guilt taught to its children by law.
Germany became the most peaceful democracy in Europe. Russia became this.
So spare me the humiliation theory. Russia was not humiliated after the Cold War. It was indulged — and it read every kindness as weakness, every gift as tribute.
The grievance was never mistreatment. The grievance was lost dominion.
Empires do not mourn their wounds. They mourn their slaves.
Atentai nesta justificação.
'A direção do BE lamentou hoje a desvinculação de 60 militantes de um grupo que tem "saído parcelarmente" e considerou que as divergências se manifestam "há muito", incluindo "na crítica da posição solidária do Bloco com o povo ucraniano".'
Não, meus amores. Isto conta-se num ápice. Para chegar ao poder aliaram-se aos eternos inimigos, PS, e deram à luz uma geringonça que os trucidou.
Foi uma queda da terceira força política no parlamento, chegando aos 19 deputados, para um único boneco a lutar por causas que não comovem nem agregam ninguém.
A defesa da Ucrânia, apenas para agradar a um certo eleitorado de esquerda, só esclareceu o óbvio para a força inicial fundadora – venderam-se.
Mas não defenderem a Rússia, uma traição que estes sessenta que batem agora a porta não vos perdoam, é um pormenor na gestão na última década do partido aos trambolhões pela ladeira abaixo que tem sido um deleite assistir.
Campanhas como 'Jesus também tinha dois pais', as trapalhadas com a sede e os amigos no pátio, às lactantes despedidas por telefone e o batom vermelho contra os 'fascistas', enquanto os boaventuras da vida eram defendidos com fervor, mostraram que estavam numa corrida cuja meta era o velório na capela funerária.
Ainda assim, não passam de pormenores, números circenses na ante-câmara da estocada final — a defesa de organizações terroristas que em rooftops adoram torcer o pipo à malta LGBT, à boleia de flotilhas e de muito dinheiro a olear as mãos e a ser distribuído pelos pobrezinhos de espírito sob a égide do 'Free Palestine'.
Go woke, go broke. Mesmo com tanta moeda a circular e 'doutoramentos' na área das finanças, nem na prata da casa cativaram quadros que percebessem da boa gestão a ocultar activos tóxicos. Passaram do megafone revolucionário à caça aos gambozinos fascistas na tasca do Café Central.
É o velório, viva o estoiro do BE.