@_lucasms@Lister38946390@PedroCerize O trade aqui está no português. O "Bora apostar 100mil" pode ser bora eu e vc na mesma ponta entrarmos 50k cada um contra alguem?
@LeonStos@nonoinvestidor Eu acho isso pior do que comprar o original. Arriscar tomar um tiro por um relógio falso de 1000 pratas?
O de 500mil pelo menos precifica melhor a minha vida😅
O burguês socialista é o mais idiota dos idiotas úteis. Primeiro porquê ele acha que socialista o respeita. Segundo porquê ele financia campanha de socialistas. E terceiro porquê ele será destruído pelo socialismo junto com os outros idiotas úteis, só que em primeiro lugar.
Em cenários extremos de dominância fiscal e desconfiança institucional, a Bolsa deixa de refletir o PIB e passa a refletir a perda de poder de compra da moeda.
Ações são, na essência, frações de propriedades reais. No limite, o risco do papel-moeda pode ser maior do que o risco do mercado de ações.
Essa é uma reflexão deixa muito clara a diferença entre RISCO e VOLATILIDADE.
No caso Argentino Volatilidade era quanto o preço da ação poderia variar. Risco era ver o patrimônio de uma vida virar pó!
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Em 2023, a inflação da Argentina passou de 211%.
O país estava quebrado.
Mas quem comprou Bolsa argentina viu o índice Merval subir mais de 350% no ano.
Como uma economia em colapso cria a Bolsa que mais sobe no mundo?
Se o Brasil realmente entrar em colapso o IBOV poderia subir 350%?
A resposta explica por que ações são muito mais do que meros "papéis". 🧵👇
Foi exatamente o que aconteceu no mercado argentino pré-Milei.
O Merval não subia porque as empresas estavam lucrando mais ou a economia voando.
Era pura ilusão nominal e fuga de capital doméstico.
A população e os fundos locais usavam as maiores empresas do país como um "bunker" para proteger o poder de compra que o peso argentino destruía diariamente.
Se a moeda derrete 80%, o preço nominal da fábrica de aço na tela da Bolsa reajusta proporcionalmente.
Hoje saiu a ATA do COPOM e o documento é cheio de contradições.
1) Inflação corrente piorou (e muito)
2) Expectativas do IPCA subiram para 5,2%
3) O balanço de riscos explodiu ("assimetria altista")
E a decisão foi... CORTAR os juros??
A conta simplesmente não fecha no papel.
Se o próprio BC admite que o cenário azedou e que os choques geopolíticos no Oriente Médio estão batendo forte, por que continuar o ciclo de corte, mesmo que em 0,25 p.p.?
O que o Galípolo e o colegiado estão vendo que o mercado ainda não precificou?