@Prof_leonelfer Se a crítica é sobre 'induzir' ou forçar uma identidade, o ponto é válido. Criança não é massinha de modelar ideológica. A infância deve ser livre de pressões. Identidade é algo que se descobre com maturidade, não algo que os pais devam impor, fabricar ou acelerar.
@tom_oficiall2 Entendo a intenção, mas a lógica econômica é inversa.O Carnaval não é gasto, é investimento: o dinheiro que entra com turismo e impostos é muito maior que o custo da festa.É justamente essa arrecadação extra que ajuda a financiar a Saúde.Cancelar deixaria o Estado com menosverba.
@DenuncioGordas Dizer que gostar de gordinhas é culpa de 'vício moderno' ignora toda a História da Arte. Rubens e o Renascimento exaltavam esses corpos séculos antes da internet. O desejo é subjetivo e cultural, tentar patologizar o gosto alheio é só uma desculpa fraca pra ser fiscal de tesão.
@antinom Nessa fase, a educação deve ser sobre segurança, explicando que ninguém pode tocá-la de forma indevida.
As explicações vêm com o tempo. Se o ambiente for de respeito, boa índole e proteção, não vejo problema algum. (5/5)
@antinom Criei minha conta hoje e, explorando a plataforma, me deparei com esse post. Gostaria de expressar meu ponto de vista de forma lógica, focando no que importa: a índole.
Vejo que a maioria dos ataques que observei vem de dois medos que não se sustentam na realidade. (1/5)
@antinom Pessoas de má índole existem em qualquer configuração familiar.
O que garante a segurança da criança é o caráter desses pais, e não a sexualidade deles.
Além do mais, assuntos complexos de gênero não são pautas para uma criança de 5 ou 10 anos. (4/5)
@antinom A orientação da criança vai se desenvolver naturalmente, e o papel dos pais é estar presente para guiar e apoiar, independente do caminho que ela seguir.
O segundo ponto é essa associação automática entre orientação sexual diferente e abuso. Isso é um erro. (3/5)
@antinom O primeiro é a ideia de que vão fazer uma 'lavagem cerebral' ou induzir a sexualidade da criança.
Sabemos que isso não é uma verdade absoluta; a prova disso é que a maioria das pessoas LGBT vem de famílias tradicionais. (2/5)