O livro “The Gluten Lie” (A Mentira do Glúten), do Alan Levinovitz, PhD, mostra como o glúten acabou se tornando um dos maiores “vilões” da alimentação moderna, muitas vezes mais por modismos, marketing e medo do que por evidências científicas.
Entre os principais pontos do livro estão:
• O glúten não faz mal para a grande maioria das pessoas. Quem realmente precisa evitá-lo são pessoas com doença celíaca ou outras condições específicas diagnosticadas.
• Alimentos naturais passaram a ser demonizados enquanto o foco saiu do verdadeiro problema: o excesso de produtos ultraprocessados.
• A ciência da nutrição é muito mais complexa do que simplesmente eleger um único ingrediente como “o culpado” de todos os problemas.
O segredo não é viver cortando glúten.
O segredo é diminuir os ultraprocessados, voltar para a comida de verdade e aprender a cozinhar.
Foi exatamente por isso que eu preparei uma AULA GRATUITA, onde ensino os ATALHOS DE COZINHA, a organização da sua rotina e as técnicas de congelamento que permitem ter comida de verdade pronta todos os dias.
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Despedida desse cara que se lançou aos olhos do mundo (finalmente) e mostrou que veio pra ficar! Vivemos a história e foi lindo!
Que trajetória do goleiro de Cabo Verde! 🇨🇻
O mercado de trabalho formal brasileiro registrou a criação de 72.960 postos de trabalho em maio de 2026, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O resultado representa uma queda de aproximadamente 52,3% em comparação ao saldo registrado em maio de 2025 (que foi de 153.108 vagas), configurando o desempenho mais fraco para um mês de maio desde 2020.
Apesar da desaceleração, o setor de serviços liderou a geração de postos com 45.655 novas contratações, seguido pela construção civil, agropecuária e indústria. O comércio apresentou estabilidade, com saldo quase nulo no período.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, associou a redução na geração de empregos aos impactos da manutenção dos juros elevados e às tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
#bandnewstv #noticias #economia
O Brasil enviou menos ajuda para a Venezuela que a Guatemala, Catar ou mesmo a Jordânia.
Esse é o tal respeito internacional que foi prometido nas eleições? Pior: a Venezuela é aliada do governo brasileiro, imagina se fosse na Argentina...
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
Decisões absurdas como essa da famigerada justiça do trabalho fazendo o papel dos donos da Ortobom, geram insegurança e instabilidade e arrastam a produtividade para o poço.
Entre outros:
Lava Jato atingiu lulismo e bolsonarismo.
Caso Master atingiu lulismo e bolsonarismo.
Lava Jato foi destruída por lulismo e bolsonarismo.
Caso Master vai ser também?
Eles posam de rivais, mas se acobertam quando esqueletos do armário aparecem, atrasando o país.
Alguém pode me explicar como que a Receita Federal consegue encontrar 50 bilhões de reais de bet ilegal, mas nunca consegue encontrar dinheiro de político corrupto?
É pro meu TCC