Se tudo muda, não é para perder-se, mas para renovar-se. As folhas caem, os ciclos giram, e o propósito permanece como horizonte que orienta cada transformação.
Lembro de uma época em que eu saía de casa debaixo de chuva, só pra ir pro bloquinho e continuar tomando chuva…
Que energia era aquela, meu Deus? Que disposição absurda!
Hoje, cai dois pingos, eu já fico esmorecido👍🏾
No fim, esse tipo de argumento revela menos sobre a Venezuela e mais sobre quem o reproduz: a substituição da análise política pela torcida, do pensamento crítico pelo ódio ideológico e da ética pelo oportunismo.
Tenho observado com frequência o comentário de que “o povo venezuelano estaria comemorando o ataque e sequestro, o que o tornaria válido”. Trata-se de um argumento tão frágil que chega a ser difícil concebê-lo como fruto de qualquer reflexão racional minimamente séria.
A realidade social de um país não se mede por amostras seletivas, muito menos por conteúdos produzidos para confirmar preconceitos políticos já existentes.