Tem gente que diz querer derrotar o PT, mas parece gastar mais energia tentando atacar a família Bolsonaro do que enfrentando Lula.
Pode usar alguns, alimentar vaidades, criar intriga, humilhar aliados e tentar apagar o legado de @jairmessiasbolsonaro
Só esqueceram de combinar com o povo. Mesmo com toda essa turma jogando contra, o nosso foco continua o mesmo: tirar o PT do poder.
Não é piada: em julho de 2026, Fernando Haddad quer culpar Jair Bolsonaro pelo próprio fracasso na pasta da economia. Haddad foi o pior prefeito da história de São Paulo, perdeu 3 eleições e agora é lembrado como responsável pelo endividamento recorde das famílias e pelas taxas. Aliás, ninguém ganha o apelido de “Taxad” por acaso, certo?
Não foi só Jerônimo Rodrigues que entregou um cano.
A governadora petista do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, também já inaugurou uma bica e ainda mandou um “teje entregue”.
Esse é o padrão de entrega Petista!
Enquanto o debate político brasileiro se concentra quase exclusivamente nas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos de Trump, uma decisão tomada pela China de Xi Jinping - principal parceiro comercial do Brasil - avança praticamente sem contestação.
Desde 1º de janeiro de 2026, Pequim passou a aplicar uma tarifa adicional de 55% sobre as importações de carne bovina que ultrapassarem a cota anual definida pelo governo chinês. A medida integra um regime de salvaguarda que permanecerá em vigor por três anos e foi justificada pela China como forma de proteger seus produtores locais.
Embora não atinja toda a carne brasileira, a medida afeta diretamente um dos setores mais importantes da economia nacional. O Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas de carne bovina para a China em 2025, mas a nova cota para 2026 foi fixada em aproximadamente 1,1 milhão de toneladas. Todo o volume que exceder esse limite passa a enfrentar a sobretaxa de 55%, reduzindo drasticamente a competitividade do produto brasileiro.
Os efeitos já começaram a atingir o agronegócio brasileiro. A indústria projeta queda de cerca de 10% nas exportações de carne em 2026. Frigoríficos reduzem a produção, concedem férias coletivas e buscam novos mercados. Substituir um comprador do porte da China não será simples.
Quando a tarifa vem dos Estados Unidos, o governo fala em “ataque à soberania”; quando parte da China, finge demência. Enquanto frigoríficos reduzem a produção e o agronegócio calcula prejuízos, Brasília se cala - e grande parte da imprensa também. A indignação, ao que parece, depende da bandeira de quem taxa o Brasil.
A questão não é defender EUA ou China, mas o Brasil. Se uma tarifa americana merece indignação por afetar produtores brasileiros, uma tarifa chinesa de magnitude semelhante também deveria provocar reação proporcional. O que importa é o impacto sobre quem produz, investe e gera empregos no Brasil.
Quando a tarifa vem de Trump, Lula fala em ataque à soberania. Quando parte de Xi Jinping, prevalece o silêncio. No fim, quem paga a conta continua sendo o produtor e o povo brasileiro.