Quem é a favor da Reforma Administrativa? Os políticos, que querem indicar seus apadrinhados livremente. Os empresários, que querem faturar com a privatização e terceirização dos serviços públicos. E a grande mídia, que se coaduna com os dois. #PEC32Não
@Flatrabalhismo O FHC é que privatizou as grandes estatais, um grande revés para todo o Brasil, que paga caro até hoje. Até o Bolsonaro, antigamente e, dessa vez, acertadamente, apontou isso. Mas o próprio Bolsonaro depois de ser eleito, fez o mesmo que o FHC, e privatizou a Eletrobras.
Pronto, agora a gente vive num país terrorista. Governo Trump atendeu ao pedido dos Bolsonaros. Comando Vermelho e PCC viraram grupos terroristas. Quando os EUA invadirem nosso território ou quando investidores retirarem dinheiro desse país terrorista, agradeçam aos Bolsonaros, os patriotas.
BOLSONARISTAS ATUARAM PARA ENTREGAR A SOBERANIA DO BRASIL A TRUMP
Os Estados Unidos decidiram, unilateralmente, classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais: a tese que o Congresso Nacional discutiu e derrotou no PL Antifacção. O governo Lula também rejeita essa saída, porque ela transfere a um país estrangeiro efeitos sobre segurança pública, território, empresas, bancos e cidadãos brasileiros.
PCC, CV e todas as facções criminosas devem ser enfrentadas com Polícia Federal, inteligência, investigação financeira, asfixia patrimonial, integração federativa, controle de fronteiras e lei brasileira. Foi essa a resposta aprovada no Congresso Nacional com o PL Antifacção. Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e seus aliados tentam buscar em Washington aquilo que perderam no Parlamento brasileiro.
O risco central é a extraterritorialidade. A partir da sua própria legislação antiterrorismo, os EUA se dão o direito de intervir unilateralmente em territórios estrangeiros. Uma decisão política tomada em Washington pode virar pretexto para sanções, bloqueio de ativos, pressão sobre bancos, operações de inteligência e até ações coercitivas contra pessoas, empresas e alvos localizados no Brasil.
A classificação como terrorismo também abre risco de sanções financeiras contra organizações, empresas e pessoas, inclusive por suspeita indireta ou relação sequer comprovada. Instituições financeiras, bancos, fundos e investidores podem se afastar de setores inteiros da economia brasileira por medo de punições dos EUA. Isso pode gerar bloqueio de ativos, fuga de capitais, restrição de crédito, travamento de operações internacionais e prejuízos concretos para empresas e trabalhadores.
No Brasil, essa lógica abriria brecha para decisões políticas de Washington justificarem missões militares, operações de inteligência, atuação da CIA, pressão do Pentágono e intervenção indireta em território nacional. Flávio Bolsonaro já chegou ao absurdo de defender bombardeio na Baía de Guanabara. Agora, ele e Eduardo Bolsonaro querem entregar a Trump poder sobre a segurança pública brasileira.
Mesmo assim, três patetas da extrema direita foram à Casa Branca fazer antidiplomacia e conspirar contra o Brasil. Usam dinheiro de origem suspeita ligado a Vorcaro, do Banco Master, para manter uma campanha internacional contra o próprio país, pressionar instituições brasileiras e alimentar um golpe continuado por vias externas. A família Bolsonaro, que já reivindicou sanções e tarifas contra a economia brasileira, presta mais um desserviço histórico ao povo brasileiro.
Em visita recente aos EUA, o presidente Lula propôs novo acordo de cooperação internacional para combater o crime organizado. Já os bolsonaristas foram aos EUA sabotar o Brasil e entregar a Trump uma chave para interferir na nossa segurança, na nossa economia, no nosso sistema financeiro e no nosso território é traição à Pátria. O Brasil não é colônia. Traidores da Pátria querem transformar o Brasil em alvo militar, econômico e financeiro dos EUA. Mas o Brasil é dos brasileiros!
BOLSONARISTAS ATUARAM PARA ENTREGAR A SOBERANIA DO BRASIL A TRUMP
Os Estados Unidos decidiram, unilateralmente, classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais: a tese que o Congresso Nacional discutiu e derrotou no PL Antifacção. O governo Lula também rejeita essa saída, porque ela transfere a um país estrangeiro efeitos sobre segurança pública, território, empresas, bancos e cidadãos brasileiros.
PCC, CV e todas as facções criminosas devem ser enfrentadas com Polícia Federal, inteligência, investigação financeira, asfixia patrimonial, integração federativa, controle de fronteiras e lei brasileira. Foi essa a resposta aprovada no Congresso Nacional com o PL Antifacção. Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e seus aliados tentam buscar em Washington aquilo que perderam no Parlamento brasileiro.
O risco central é a extraterritorialidade. A partir da sua própria legislação antiterrorismo, os EUA se dão o direito de intervir unilateralmente em territórios estrangeiros. Uma decisão política tomada em Washington pode virar pretexto para sanções, bloqueio de ativos, pressão sobre bancos, operações de inteligência e até ações coercitivas contra pessoas, empresas e alvos localizados no Brasil.
A classificação como terrorismo também abre risco de sanções financeiras contra organizações, empresas e pessoas, inclusive por suspeita indireta ou relação sequer comprovada. Instituições financeiras, bancos, fundos e investidores podem se afastar de setores inteiros da economia brasileira por medo de punições dos EUA. Isso pode gerar bloqueio de ativos, fuga de capitais, restrição de crédito, travamento de operações internacionais e prejuízos concretos para empresas e trabalhadores.
No Brasil, essa lógica abriria brecha para decisões políticas de Washington justificarem missões militares, operações de inteligência, atuação da CIA, pressão do Pentágono e intervenção indireta em território nacional. Flávio Bolsonaro já chegou ao absurdo de defender bombardeio na Baía de Guanabara. Agora, ele e Eduardo Bolsonaro querem entregar a Trump poder sobre a segurança pública brasileira.
Mesmo assim, três patetas da extrema direita foram à Casa Branca fazer antidiplomacia e conspirar contra o Brasil. Usam dinheiro de origem suspeita ligado a Vorcaro, do Banco Master, para manter uma campanha internacional contra o próprio país, pressionar instituições brasileiras e alimentar um golpe continuado por vias externas. A família Bolsonaro, que já reivindicou sanções e tarifas contra a economia brasileira, presta mais um desserviço histórico ao povo brasileiro.
Em visita recente aos EUA, o presidente Lula propôs novo acordo de cooperação internacional para combater o crime organizado. Já os bolsonaristas foram aos EUA sabotar o Brasil e entregar a Trump uma chave para interferir na nossa segurança, na nossa economia, no nosso sistema financeiro e no nosso território é traição à Pátria. O Brasil não é colônia. Traidores da Pátria querem transformar o Brasil em alvo militar, econômico e financeiro dos EUA. Mas o Brasil é dos brasileiros!
Enquanto o mercado (setores econômicos concretos, especialmente o financeiro, com seus bancos, fundos, entidades patronais e dirigentes) discute dia e noite e pressiona o governo para consolidar a linha econômica do próximo período, antecipando-se para o caso de a reeleição de Lula ser confirmada, a esquerda permanece calada, como se a eleição fosse um fim em si mesmo. Eleição é condição necessária, mas não suficiente. A esquerda precisa ganhar no voto e no programa.
A agenda do “mercado”? Garantir que as contrarreformas estruturais avancem e que o que estava previsto lá atrás, no documento golpista Uma Ponte para o Futuro, do PMDB, seja concretizado.
O documento sintetizava o projeto de país das classes dominantes para o pós-golpe: uma agenda econômica que não aceitava nenhum tipo de impedimento ao seu avanço, nem mesmo a democracia. É, portanto, uma agenda que precisou de um golpe contra a democracia, da prisão de Lula e da eleição de Bolsonaro, que implicou genocídio na pandemia, para se concretizar. E ameaça quem ousa se opor.
Causaram tragédias, golpes e traumatizaram a esquerda. Uma esquerda amedrontada, que se cala no debate econômico, aceita o papel de gerência do projeto econômico elaborado pelos golpistas e apenas busca, nos curtos espaços de manobra disponíveis, reduzir danos e preservar algum vestígio do que já foi o nosso projeto de país. Vamos nos contentar com as migalhas do banquete das classes dominantes?
E esse projeto ainda não terminou. Apesar de toda a destruição causada por Temer e Bolsonaro, ainda há o que destruir. Para seguir “avançando”, exigem novas contrarreformas e novos ataques ao que sobrou da Constituição: redução dos pisos da saúde e da educação; deterioração ainda maior da Previdência Social, para além do que Bolsonaro já fez em 2019; novos ataques ao Bolsa Família e ao BPC; e mais compressão do espaço para investimento público.
Tudo isso como decorrência direta e matemática do Novo Arcabouço Fiscal elaborado por Fernando Haddad, que inviabiliza factualmente a manutenção da trajetória atual de gastos com saúde, educação e previdência. Ou se mantém o NAF, que parece ser a opção consolidada, ou se destroem direitos. Não há outra opção dentro dessa regra fiscal.
A maior parte da esquerda ignora esse debate. O “mercado”, e eu costumo ler bastante os panfletos deles, discute isso dia e noite. A gente? Finge que esse debate não existe e que tudo se resolverá com denúncias, corretas e necessárias, da bandidagem e da corrupção do clã Bolsonaro.
Dessa vez, perdemos na largada. Nunca vi uma eleição tão dominada pelo “mercado”. Não há praticamente nenhuma resistência à agenda. O pouco que há é tratado pela própria esquerda como “fazer o jogo da direita”. Ou seja: criticar a agenda econômica da direita seria fazer o jogo da direita. Já defender, naturalizar ou silenciar diante do projeto econômico da direita seria o quê, para eles? Combate à direita? Enfim.
Como disse André Esteves, banqueiro do BTG, o Brasil chegou ao ponto em que “avança” independentemente de governo, ou seja, avança com a agenda que a Febraban quer. A vitória do projeto deles é a nossa derrota. O segredo das classes dominantes sempre foi tentar fazer o povo acreditar que o que é bom para os ricos é bom para todos; que o Estado é de todos; e que, fazendo o que eles e seus economistas mandam, tudo dará certo.
A luta de classes existe. E estamos perdendo de goleada.
Quem disse algo parecido foi Warren Buffett: há luta de classes, mas é a classe dele, a dos ricos, que está fazendo a guerra. E eles estão vencendo.
Nunca foi tão verdadeiro para o Brasil.
🚨 URGENTE: Júlia Zanatta (PL-SC) anuncia que votará CONTRA o fim da escala 6x1!
- Ela é uma dos 38 nomes que compõem a Comissão Especial que votará a proposta.
- O outro deputado de SC da comissão, Gilson Marques (Novo), também votará contra.
O Bolsonarismo ODEIA o povo!
O debate econômico do governo Petro está em outro patamar. Chuta a ortodoxia neoliberal sem dó, sem medo. E o faz com enfrentamento teórico, empírico e político. Por aqui no Brasil, parece que só há uma forma de pensar "economia", onde progressistas disputam com a direita quem é mais competente para fazer o que o manual de ortodoxia manda.
Temos que ter coragem e enfrentar a ideologia econômica que nos acorrenta e que coloca a eleição desse ano em risco. Sem ir pra cima na política fiscal, corremos sérios riscos.
O debate econômico do governo Petro está em outro patamar. Chuta a ortodoxia neoliberal sem dó, sem medo. E o faz com enfrentamento teórico, empírico e político. Por aqui no Brasil, parece que só há uma forma de pensar "economia", onde progressistas disputam com a direita quem é mais competente para fazer o que o manual de ortodoxia manda.
Temos que ter coragem e enfrentar a ideologia econômica que nos acorrenta e que coloca a eleição desse ano em risco. Sem ir pra cima na política fiscal, corremos sérios riscos.
Opinião❗️
Deputados que deveriam defender os interesses do povo propõem indenização- paga com dinheiro público - para ressarcir empresários de “prejuízo”, caso seja aprovada redução da escala de trabalho.
#opinião#rachelsheherazade#escala6x1#indenizaçãoparaempresas
#diariodesp
‼️ URGENTE! O presidente Lula acaba de enviar ao Congresso Nacional, em regime de urgência, o projeto que acaba com a escala de trabalho 6x1.
Além disso, amanhã pode ser votada na CCJ a PEC de mesmo teor!
É hora de pressionar e retomar as mobilizações para que esta pauta fundamental para os trabalhores e trabalhadoras brasileiros não seja engavetada e caminhe com celeridade na Câmara dos Deputados.
Seguimos a luta por dignidade e vida além do trabalho.