Olhando para as recentes eleições na Colômbia, Bolívia, Peru e Equador, o brasileiro tem a falsa sensação de que está muito distante do caos deixado pelo narcotráfico naqueles países. Ledo engano! #Brasil#CrimeOrganizado
A Justiça que custa uma fortuna e solta o atirador da chacina
Há um homem de 51 anos frequentando as salas de cinema do Shopping Barra, em Salvador. O nome dele é Mateus da Costa Meira. Em 1999, ele entrou num cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo, com uma submetralhadora, e abriu fogo contra a plateia. Matou três pessoas, feriu nove e foi condenado inicialmente a 120 anos de prisão.
Hoje anda solto. E escolheu como lazer exatamente o tipo de lugar onde cometeu o massacre.
Antes do caso, um número. O Judiciário brasileiro consumiu R$ 181,5 bilhões em 2024, o equivalente a 1,55% do PIB, segundo o Tesouro Nacional. A média internacional é de 0,37%. O brasileiro paga mais de quatro vezes a média mundial, e só um país no planeta gasta mais em proporção da economia: El Salvador. Guardem esse nome.
Pois é essa Justiça, uma das mais caras do mundo, que devolveu Mateus às ruas.
O que os autos revelam
Reportagem de Ullisses Campbell, no O Globo, escavou o processo de execução penal. Transferido para a Bahia em 2004, Mateus tentou matar o companheiro de cela com golpes de tesoura na cabeça um ano depois. Julgado de novo, foi declarado inimputável e passou a cumprir medida de segurança num Hospital de Custódia. Em 2024, a Justiça baiana o desinternou.
O Ministério Público foi contra: não havia perícia comprovando o fim da periculosidade, nem estudo social, nem plano de riscos. A junta psiquiátrica que o avaliou concluiu que ele apresentava esquizofrenia paranoide, traços de psicopatia e, nas palavras dos laudos, elevado risco de comportamento violento. Recomendou mantê-lo afastado do convívio social.
E quando achávamos que já era grave, descobrimos que é pior. Ainda preso, Mateus mantinha uma lista manuscrita de pessoas que pretendia matar: os sete jurados que o condenaram, advogados, jornalistas, médicos. A lista está nos autos. Foi lida por quem decidiu soltá-lo.
Os próprios pais, de 87 e 84 anos, haviam dito à Justiça que não tinham como recebê-lo: o filho já agredira a mãe, perseguira a irmã com uma faca e quebrara três costelas do pai com um soco. Só cederam quando o Estado desativou o Hospital de Custódia e não sobrou lugar para onde mandá-lo. E o acompanhamento prometido na soltura? Os autos não registram uma única visita, entrevista ou perícia desde então. Ninguém sabe sequer se ele toma a medicação.
A conta não fecha
O contribuinte sustenta um dos Judiciários mais caros do planeta e recebe em troca um sistema incapaz do básico: manter separado da sociedade quem os peritos do próprio Estado classificaram como perigo à vida alheia. O Ministério Público disse não. Os psiquiatras disseram não. Os pais disseram não. A lista de futuras vítimas estava nos autos. E a Justiça disse sim.
Nos Estados Unidos, onde moro, um atirador em massa enfrenta a pena de morte ou a perpétua, e mesmo o réu insano fica confinado enquanto durar sua periculosidade. Na prática, para sempre. E El Salvador, o único país que gasta mais que o Brasil com sua Justiça? É o país de Bukele, que transformou a nação mais violenta do hemisfério numa das mais seguras. Lá, o gasto comprou resultado. No Brasil, compra salário, penduricalho e desinternação de assassino em massa.
É a bandidolatria como política de Estado. O brasileiro paga pela Justiça mais cara do seu bolso e recebe a mais invertida do planeta: implacável com o cidadão comum que resolve protestar contra o sistema, generosa com quem já matou e avisou, por escrito, que pretende matar de novo. Se um dia essa lista sair do papel, ninguém poderá dizer que não sabia. Estava tudo nos autos. Assinado, carimbado e ignorado.
Importante sempre lembrar como a esquerda nos trata, principalmente nesse período eleitoral, que é quando tentam mudar o discurso e se aproximar dos cristãos.
The International Criminal Court seeks to become the unaccountable arbiter of a new global law — empowered to prosecute and arrest our citizens at will and existentially threaten American sovereignty.
We will teach the ICC the full meaning of American resolve.
🚨AVISO🚨
Não haverá eleição em 2030, exceto se elegermos @FlavioBolsonaro. É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando +4 juízes no STF.
Se já estão confortáveis hoje para fazer isso, imagina daqui a 4 anos, com controle total do STF+TSE?
🚨URGENTE: Alexandre de Moraes mandou a OAB me punir. Querem me tornar inelegível. Mas não vou me acovardar nem me curvar à tirania. Estou apenas começando…
Vou libertar o Brasil dessa ditadura da toga e salvar o nosso país. Me aguardem. Ano que vem, terão que me engolir!
Vou colocar o dedo em cada ferida e representar os brasileiros e os paranaenses como nunca foram representados antes.
Vamos arrumar o Brasil. Me aguardem…
🚨👉 O ano era 2022: falavam em “combater o fascismo”. O ano é 2026: Bolsonaro, o maior preso político do regime, é isolado até de seu próprio advogado por três meses. Sem julgamento. Lula, quando esteve preso, mantinha a cela de porta aberta. Dava entrevistas à imprensa, recebia líderes sindicais, articulava partidos, desenhava campanha de dentro do presídio e voltou candidato. Há dois pesos e duas medidas? Não. Há um só peso: o do arbítrio. E ele cai sempre sobre a mesma cabeça.
🚨👉 O ano era 2022: falavam em “combater o fascismo”. O ano é 2026: Bolsonaro, o maior preso político do regime, é isolado até de seu próprio advogado por três meses. Sem julgamento. Lula, quando esteve preso, mantinha a cela de porta aberta. Dava entrevistas à imprensa, recebia líderes sindicais, articulava partidos, desenhava campanha de dentro do presídio e voltou candidato. Há dois pesos e duas medidas? Não. Há um só peso: o do arbítrio. E ele cai sempre sobre a mesma cabeça.
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O escândalo dos R$ 129 milhões do Banco Master veio a público em 9 de dezembro de 2025.
Já se passaram 217 (duzentos e dezesete) dias e Alexandre de Moraes continua sem dar qualquer explicação pública sobre o caso.
Porque ninguém vai para cima do juiz corrupto Alexandre de Moraes? Porque o juiz corrupto Moraes não precisa explicar os 129 milhões de corrupções que a esposa dele e ele receberam do VORCARO?
POR QUE ESSE BANDIDO DE TOGA NÃO ESTÁ SUJEITO AS LEIS COMO TODOS OS BRASILEIROS?
Flávio Bolsonaro detonando:
Alexandre de Moraes não quer só deixar meu pai incomunicável e humilhado… quer jogar ele de volta na cadeia pra botar a culpa no filho.
Inventou risco de fuga, botou tornozeleira eletrônica… e agora usa até vigília de oração com pastores como prova de que os filhos “atrapalham”.
É isso mesmo? Rezar pelo pai virou crime?
Que insanidade atrás da outra. Que loucura sem fim.
Moraes não persegue Bolsonaro.
Ele tá possuído por um ódio que já virou comédia trágica.
BREAKING: Brazil’s Supreme Court justice Alexandre de Moraes just banned Sen. @FlavioBolsonaro from contacting our own father - @jairbolsonaro , under house arrest - until the election.
A son forbidden from speaking to his father by judicial decree.
This isn’t law. This isn’t democracy. This is abuse of power.
The world cannot look away while Brazil’s judiciary silences an entire political movement.
An election isn’t just a vote, it’s a voice. And Moraes is trying to take that voice away.
🇧🇷 Watch. Share. Speak up.
#BolsonaroFree
#FreeBrazil
BREAKING: Brazil’s Supreme Court justice Alexandre de Moraes just banned Sen. @FlavioBolsonaro from contacting our own father - @jairbolsonaro , under house arrest - until the election.
A son forbidden from speaking to his father by judicial decree.
This isn’t law. This isn’t democracy. This is abuse of power.
The world cannot look away while Brazil’s judiciary silences an entire political movement.
An election isn’t just a vote, it’s a voice. And Moraes is trying to take that voice away.
🇧🇷 Watch. Share. Speak up.
#BolsonaroFree
#FreeBrazil
Em 2018, Lula, preso, seguia influenciando e orientando a campanha de Fernando Haddad. Em 2026, Flávio Bolsonaro é proibido de visitar o próprio pai por 90 dias após divulgar uma carta escrita por ele. Se a regra muda conforme o nome do político, o problema não é a regra. É a seletividade.
Em 2018, Lula, preso, seguia influenciando e orientando a campanha de Fernando Haddad. Em 2026, Flávio Bolsonaro é proibido de visitar o próprio pai por 90 dias após divulgar uma carta escrita por ele. Se a regra muda conforme o nome do político, o problema não é a regra. É a seletividade.