O Senado aprovou, nesta quarta-feira, 14 de outubro, por 75 votos a 1, a PEC que extingue a escala 6x1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial. A 11 dias do segundo turno presidencial, direita, centro e esquerda se uniram numa votação questionável marcada pela euforia petista.
Enquanto celebravam, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) alertava para até R$ 267,2 bilhões nos custos de produção, pressão de 6,2% sobre os preços e possível retração de 0,7% do PIB. A Fiesp criticou a votação em período eleitoral. São projeções econômicas que deveriam exigir prudência e não comemorações.
A matemática é implacável; reduzir a jornada de 44 para 40 horas, mantendo o salário, aumenta em 10% o custo salarial por hora. Quem absorverá a despesa? O pequeno comerciante, o industrial, o restaurante que precisa funcionar diariamente? Contratar custa, pagar horas extras custa, manter a empresa custa. Quando a conta não fecha, as consequências podem ser demissões, aumento de preços e uma enxurrada de falências.
O Brasil já enfrenta baixa produtividade, informalidade, impostos elevados e uma burocracia que sufoca o setor produtivo. Nesse cenário, acrescentar custos sem compensações adequadas pode agravar ainda mais as dificuldades existentes.
E aqui está a contradição política: a medida, transformada em bandeira eleitoral pelo PT, recebeu também o apoio da oposição. A poucos dias das urnas, parlamentares de diferentes partidos aprovaram uma mudança profunda nas relações de trabalho. Quem apresentou garantias de que os pequenos negócios sobreviverão à transição?
O trabalhador merece melhores condições de vida. Entretanto, o direito ao descanso remunerado depende da existência de empregos, uma empresa que fecha as portas não concede folgas, ela demite. O desemprego reduz o consumo, compromete a arrecadação e amplia a pressão sobre programas sociais, inclusive o Bolsa Família.
O Congresso aprovou uma redução de jornada, não uma fórmula de prosperidade. Os altos custos continuarão existindo, e são justamente esses custos reais que os parlamentares precisam explicar à sociedade antes de celebrar esta decisão insana.
Não contente em prender o pai, o tirano vai lá e bloqueia o salário da mãe. A intenção não é justiça, muito menos defender a democracia, é humilhar, torturar e matar de fome. É tática comum no comunismo, inviabilizar a existência de seus opositores.
"40 anos atrás, um nível de colesterol de 300 era perfeitamente normal e continua sendo perfeitamente normal hoje."
Barbara O'Neill
"Agora nos dizem que não podemos ultrapassar 190"... Toda vez que eles abaixam os números, milhões de pessoas a mais 'precisam' de medicamentos estatina.
Isso não é saúde, isso é uma estratégia de lucro.
93 milhões de americanos estão atualmente tomando medicamentos estatina, gerando para a indústria farmacêutica um lucro anual de 22 bilhões de dólares.
A partir de 2025, as estatinas agora atingiram todas as faixas etárias; a FDA aprovou a terapia com medicamentos estatina para crianças a partir de 8 anos.
O objetivo do famoso Estudo do Coração de Framingham era provar que o colesterol causa doenças cardíacas. O estudo falhou miseravelmente... na verdade, provou o oposto.
Os resultados do estudo mostram que, quando o colesterol é reduzido... a mortalidade AUMENTA. No acompanhamento de 30 anos publicado em 1987, os autores relataram que 'para cada queda de 1 mg/dl no colesterol total por ano, houve um aumento de 11% na mortalidade coronariana e total'.
O renomado lipidologista Dr. Uffe Ravnskov, na maior revisão sistemática de 19 estudos de coorte incluindo mais de 68.000 pessoas (>60 anos de idade), descobriu que aqueles com os níveis mais altos de LDL-C viveram mais tempo. Quanto maior o seu LDL, mais tempo você vive.
Dr. Ravnskov afirmou: "O tratamento com estatina é uma doença mitocondrial iatrogênica... uma morte causada pelo médico."
"Os médicos quebraram seu juramento de 'primeiro, não causar dano' ao prescrever estatinas mortais que reduzem o colesterol e causam Doença de Parkinson, Alzheimer, Fadiga Crônica, Cardiomiopatia, Diabetes, Fibromialgia, Doença Renal, Insuficiência Cardíaca, Esclerose Múltipla, Epilepsia e muito mais."
O colesterol é o bloco de construção de todas as membranas celulares e reduzi-lo prejudica todas as células do corpo. Não há benefícios em tomar uma estatina que reduz o colesterol.
O cérebro deve ser rico em gordura e colesterol para uma capacidade cognitiva ideal e proteção contra doenças neurodegenerativas.
As estatinas cruzam a barreira hematoencefálica e impedem o cérebro de ter suas proporções ideais de 60% de gordura e 25% de colesterol.
As estatinas causam uma multidão de efeitos colaterais que resultarão em uma baixa qualidade de vida. As estatinas não reduzem Doenças Cardiovasculares, Acidente Vascular Cerebral, Infarto do Miocárdio ou Mortalidade.
Os Medicamentos Estatinas Causam as Seguintes Condições Crônicas...
Afasia
Demência
Doença de Alzheimer
Câncer
Pancreatite
Doença de Parkinson
Rasgamento e Dor Muscular
Fadiga e Fraqueza
Neuropatia
Deficiência Hormonal
Dano Cerebral
EM Esclerose Múltipla
Depressão e Suicidalidade
Dano Hepático
Diabetes Tipo 2 de Início Recente
Insuficiência Cardíaca
Vertigem
Comprometimento Cognitivo
ELA (Doença de Lou Gehrig)
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Palestrante: Barbara O'Neill, Nutricionista Naturopata
A MORTE DAS PALAVRAS
Existe uma forma de censura que não precisa proibir livros, fechar jornais ou prender jornalistas.
Ela apenas mata o significado das palavras.
A primeira violência contra uma sociedade não acontece no corpo.
Acontece na linguagem.
Antes de controlar o comportamento, é preciso controlar o vocabulário. Antes de censurar uma opinião, é preciso redefinir o que é "violência". Antes de destruir uma reputação, é preciso transformar crítica em "ataque", discordância em "ódio", pergunta em "agressão" e oposição em "ameaça".
É assim que as palavras morrem.
Não porque desaparecem do dicionário, mas porque são repetidas até perderem o peso. A palavra continua existindo, mas já não significa o que significava. Vira ruído. Vira senha ideológica. Vira instrumento de intimidação moral.
Ao longo do século XX, diferentes regimes revolucionários compreenderam que a linguagem podia ser tão poderosa quanto um exército. Afinal, uma palavra manipulada pode produzir efeitos que milhares de soldados jamais conseguiriam.
Lenin compreendia que uma revolução não se faz apenas com armas, partidos e tomada do Estado. Faz-se também com propaganda, agitação e linguagem. A palavra deixa de ser descrição da realidade e passa a ser ferramenta de mobilização.
Stalin institucionalizou esse método. Expressões como "inimigo do povo" não serviam para explicar nada. Serviam para encerrar qualquer debate.
O rótulo substituía a prova.
A classificação substituía a verdade.
A acusação substituía o argumento.
Olhe para o Brasil.
Hoje tudo virou "ataque".
Discordou? Ataque.
Cobrou explicações? Ataque.
Mostrou documentos? Ataque.
Fez uma pergunta inconveniente? Ataque.
Não importa o conteúdo.
Importa o rótulo.
E quando tudo é ataque... nada mais é ataque.
A mesma epidemia contaminou outras palavras.
Tudo virou fascismo.
Tudo virou golpe.
Tudo virou discurso de ódio.
Tudo virou violência.
Tudo virou fake news.
Tudo virou ameaça à democracia.
As palavras deixaram de descrever fatos.
Agora servem para enquadrar pessoas.
É a inflação da linguagem.
Na economia, quando um governo imprime dinheiro sem limites, a moeda perde valor.
O excesso destrói o seu valor.
Na política acontece exatamente o mesmo.
Quando se imprime a palavra "ataque" para qualquer crítica, ela também perde valor.
Quando tudo é fascismo, a palavra morre.
Quando tudo é golpe, a palavra morre.
Quando tudo é violência, a palavra morre.
Quando toda opinião divergente é ódio, a palavra morre.
E quando as palavras morrem, nasce o arbítrio.
Porque quem controla o significado das palavras controla os limites do debate.
Quem decide o que é "ódio" decide quem pode falar.
Quem decide o que é "violência" decide quem deve ser silenciado.
Quem decide o que é "desinformação" decide qual verdade pode existir.
Não é preciso refutar argumentos.
Basta mudar o dicionário.
1984 transformou esse mecanismo em literatura. A Novilíngua não servia para enriquecer o pensamento. Servia para amputá-lo. Quanto menor o vocabulário, menor a capacidade de formular ideias perigosas ao poder.
A genialidade da manipulação moderna está justamente aí.
Ela não destrói apenas pessoas.
Destrói o significado das palavras que poderiam defendê-las.
No fim, a sociedade inteira passa a viver dentro de um teatro semântico.
O cidadão não critica.
"Ataca."
O jornalista não investiga.
"Espalha fake news."
O opositor não discorda.
"Odeia."
O censor não censura.
"Protege a democracia."
O autoritário nunca se apresenta como autoritário.
Ele apenas muda o nome das coisas.
E talvez essa seja a maior ironia do nosso tempo.
Aqueles que dizem lutar pelas palavras são justamente os que mais trabalham para esvaziá-las.
Porque uma palavra sem significado nunca ameaça o poder.
Ela apenas serve ao poder.
E uma sociedade que perde o verdadeiro significado das palavras não perde apenas o vocabulário.
Perde a capacidade de reconhecer a própria realidade.
Porque a pior ditadura não é aquela que proíbe você de falar.
É aquela que muda o significado das palavras até você não conseguir mais explicar o que está vendo.
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@Rconstantino Lembro do Consta aflorando o sentimento cristão pedindo orações, humilde quando doente. Agora é isso aí! Candinha, deixando de te seguir e ouvir. Olavo tinha razao sobre você.
@Rconstantino@papini_antonio@RevistaTL Kim Paim o expôs. Consta está tao atordoado que compra briga alheia, ataca, vociferar.. cuidado, isso nao lhe faz bem. Nao deve estar sendo fácil pra você mesmo.
@FuriaeTradicao Olavo aborda sobre as origens de suas ideias. Essa mensagem do filme é isso, um filme, uma fantasia que entrojeta pensamentos, ideias etc., brilhante observação sua.