@hugofreitas_r Favelados do bostil não falham nunca
São como as bactérias que infestam o corpo humano e o destroem, eles transformam
Qualquer lugar em favelas.
Favelas e favelados são o câncer do bostil
Vous êtes l’Afrique du Sud.
1652 : La Compagnie néerlandaise des Indes orientales établit un poste de ravitaillement au Cap.
Les Britanniques arrivent et apportent les premières infrastructures modernes :
- chemins de fer
- minage
- hôpitaux
- éléctricité
- universités
- agriculture
- État de droit
Les Blancs construisent l’économie industrielle qui transforme une collection de tribus primitives en le pays le plus riche d’Afrique.
1994 : Le parti anti-blancs ANC prend le pouvoir.
L’ère Mandela cède la place à la discrimination positive et à une rhétorique de réforme foncière qui présente les Blancs comme des expropriateurs perpétuels.
Les attaques de fermes et la criminalité rurale explosent ; les agriculteurs isolés sont des cibles faciles pour le vol et le meurtre.
Les Blancs commencent à partir en grand nombre : plus de 500 000 depuis 2001.
La part des Blancs dans la population diminue ; ceux qui restent font face à une criminalité élevée, des coupures de courant et des services municipaux en déclin.
octobre 2026 : Les systèmes d’eau sont au bord d’un effondrement total.
Des décennies de maintenance négligée et ~50% de l’eau volée, laissent les réservoirs vides:
- Les habitants restent des semaines sans eau courante.
- Les citernes sont lentes ou absentes.
- Les manifestations bloquent les routes.
- Les zones en hauteur et les quartiers plus pauvres sont les plus touchés.
L’infrastructure et les tuyaux posés par les coloniaux se dégradent plus vite que ce que les ingénieurs noirs et les autorités arrivent à réparer.
Félicitations, vous êtes redevenus une collection de tribus primitives.
O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) critica a parceria do governo de Tarcísio de Freitas em SÓ, com a FAMBRAS (Federação das Associações Muçulmanas do Brasil) para tornar o estado “Muslim Friendly”.
A iniciativa prevê adaptação de hotéis e restaurantes – alimentação halal (abate cruel de animais), espaços para oração, ambientes sem álcool – certificação de estabelecimentos e também envolve educação e cultura.
Luiz Philippe considera o acordo um erro estratégico. A iniciativa partiu de organizações islâmicas com o objetivo de inserir e facilitar a presença muçulmana, criando “zonas de conforto” para migração e influência.
Para proibir a Sharia (a lei muçulmana) no Brasil, o deputado apresentou o PL 824/2026. A proposta tem por objetivo impedir a promoção e aplicação da lei, derivada do Alcorão no Brasil, para proteger os direitos fundamentais de mulheres, crianças e minorias, evitar a formação de jurisdições paralelas e preservar o Estado laico e a soberania das leis brasileiras.
O texto da lei prevê ainda medidas migratórias mais rígidas, como a não concessão ou revogação de vistos de residência a estrangeiros que defendam ou promovam a imposição da Sharia e a possibilidade de uso de forças de segurança para prevenir e reprimir condutas relacionadas. A fé pessoal é um direito. A imposição de um código jurídico-religioso é incompatível com a ordem constitucional.
O PL 824/2026 lista, entre os aspectos que pretende vedar, a discriminação ou subjugação de mulheres, crianças e minorias (religiosas, étnicas ou por orientação sexual); punições corporais, casamentos forçados, uniões análogas à pedofilia e atos de violência; doutrinação de crianças e jovens com valores antagônicos aos constitucionais; criação de sistemas jurídicos paralelos em contratos, arbitragens ou práticas que renunciem a direitos fundamentais.
Há muitos pontos da Lei Sharia incompatíveis com o princípio da igualdade perante a lei, a dignidade da pessoa humana, a proteção integral da criança e a laicidade do Estado ocidental.
Exemplos:
Desigualdade na herança: as filhas recebem metade da parte dos filhos.
Punições de hudud — como amputação por roubo, açoitamento ou apedrejamento por adultério.
Apostasia (abandono do Islã) tratada como crime grave, com pena de morte.
Poligamia permitida ao homem e restrições à autonomia feminina quanto a divórcio, liberdade de circulação e vestimenta.
Há também leis de blasfêmia e restrições à liberdade de expressão e religião.
Há versões mais moderadas da Sharps, mas as críticas do deputado Luiz Philippe concentram-se no risco de introdução gradual de normas paralelas, como vem acontecendo em vários países europeus.
Evidentemente, o deputado está recebendo denúncias de intolerância religiosa ou islamofobia por parte de entidades islâmicas e congressistas de esquerda.
Estão sendo introduzidas no Brasil políticas públicas que se provaram catastróficas na Europa e em todos os lugares em que houve imigração muçulmana sem integração cultural. O objetivo final do Islã não é a coexistência, mas sim a dominação.
Em 2014 havia 1,2 bilhão de muçulmanos no mundo. Hoje, 12 anos depois, a população muçulmana é de aproximadamente 2,2 bilhões. A maioria, sem dúvida, é pacífica. Os radicais que representam entre 15% e 20% dessa população, são cerca de 315 milhões a 440 milhões de extremistas. Portanto, a maioria pacífica é “irrelevante”, pois são os radicais que matam, decapitam, escravizam e estupram.
A maioria dos alemães era pacífica, mas os 15% nazistas exterminaram cerca de 20 milhões de pessoas. A maioria dos russos era pacífica, mas o regime soviético matou cerca de 60 milhões. A maioria dos chineses era pacífica, mas o regime matou cerca de 80 milhões. A maioria dos japoneses era pacífica antes da Segunda Guerra, mas o Japão matou cerca de 12 milhões na Ásia.
No 11 de setembro, 19 radicais para atacar o World Trade Center e o Pentágono e matar quase 3 mil pessoas. A maioria pacífica é irrelevante.