Por que ninguém se importa?
Muçulmanos escravizam africanos negros cristãos.
No entanto, os grandes meios de comunicação, a esquerda, a ONU e o Papa progressista guardam silêncio sobre os crimes de muçulmanos contra cristãos.
Dez motivos para sentir muita saudade de Jair Messias Bolsonaro:
1 Aprovação da Reforma da Previdência (2019): O texto estabeleceu idades mínimas para aposentadoria (65 anos para homens e 62 para mulheres) e novas regras de transição. A medida foi considerada fundamental para a sustentabilidade fiscal a longo prazo e para conter o déficit nas contas públicas.
2 Implementação do Auxílio Emergencial: Durante a pandemia de Covid-19, o governo instituiu o pagamento de um benefício financeiro direto que alcançou cerca de 68 milhões de brasileiros em 2020, mitigando os impactos econômicos causados pelas medidas de isolamento social.
3 Novo Marco Legal do Saneamento Básico (2020): A lei facilitou a entrada de investimentos privados no setor, com a exigência de licitações. Estabeleceu a meta de universalizar o acesso à água potável para 99% da população e o tratamento de esgoto para 90% até o ano de 2033.
4 Autonomia do Banco Central (2021): O projeto garantiu independência operacional ao órgão, fixando mandatos de quatro anos para o presidente e os diretores do BC em períodos que não coincidem com o do Presidente da República. Isso blindou a política monetária de interferências políticas diretas.
5 Lei da Liberdade Econômica (2019): Focada na desburocratização, a lei facilitou a abertura de empresas, dispensou a exigência de alvarás para atividades de baixo risco e modernizou relações trabalhistas (como a criação da Carteira de Trabalho Digital).
6 Digitalização dos Serviços Públicos: Houve uma forte expansão da plataforma https://t.co/CQWNOxBPXJ, que unificou milhares de serviços federais em um único portal. O avanço colocou o Brasil como o segundo país com a mais alta maturidade em governo digital no mundo, segundo o Banco Mundial.
7 Leilão do 5G (2021): A realização do maior leilão de telecomunicações da história do país garantiu dezenas de bilhões de reais em compromissos de investimentos pelas operadoras, com metas rigorosas para expandir a conectividade em rodovias, áreas rurais e escolas públicas.
8 Programa de Concessões e Marco das Ferrovias: O governo realizou dezenas de leilões e concessões de aeroportos, portos e rodovias para a iniciativa privada. Além disso, a aprovação do Marco Legal das Ferrovias flexibilizou as regras do setor, atraindo pedidos para bilhões em investimentos privados em novas malhas viárias.
9 Conclusão de Obras Hídricas no Nordeste: O período foi marcado pela finalização e entrega das últimas estruturas dos Eixos Norte e Leste da Transposição do Rio São Francisco, garantindo a chegada das águas a municípios de estados como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
10 Queda nos Índices de Criminalidade: O período registrou uma diminuição consistente nas taxas de crimes violentos e homicídios. Em 2021 e 2022, o Brasil atingiu os menores patamares de assassinatos da série histórica recente, mantendo uma tendência de queda iniciada em 2018.
A propósito, quanto mais saudades eu sinto de Jair, mais nojo eu tenho de Nikolas, Michelle, Silas, Zema et caterva... Mas isso é coisa minha... subjetividade, por assim dizer.
A VERDADE SOBRE A SEÇÃO 301
Para que esses DESGRAÇADOS comunistas não venham acusar o @FlavioBolsonaro de ser o responsável pelos 25% de tarifas americanas a produtos brasileiros.
Em 15 de julho de 2025 o governo americano abriu investigação contra o Brasil por práticas contrárias aos interesses comerciais americanos e consideradas DESLEAIS, através de um mecanismo interno chamado “ SEÇÃO 301” (veja o link da fonte oficial do governo americano).
"Public Hearing Transcript (subject to errata review) – September 8, 2025
Public Hearing Panel Schedule – September 3, 2025
Initiation of Section 301 Investigation, Hearing, and Request for Public Comments – July 15, 2025
Comments Docket – The USTR portal for submitting comments opened on July 17, 2025. Comments must be received by August 18, 2025, at 11:59 PM EDT.
Requests to Appear Docket – The USTR portal for submitting requests to appear at the public hearing opened on July 17, 2025. Requests must be received by August 18, 2025, at 11:59 PM EDT."
https://t.co/zWdgrdQ03t
Portanto, Flávio Bolsonaro não tem qualquer responsabilidade sobre isso, e quem fizer essa ligação, é: CRIMINOSO, CANALHA, MENTIROSO E BANDIDO.
Coloquem isso na conta do TORTURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, e CRIMINOSO TOGADO: Alexandre de Moraes, das práticas consideradas anti-americanas propagadas pelo Brasil, e do MOLUSCÃO e sua turma.
Não tenham dúvidas que os CANALHAS irão MENTIR E ACUSAR @FlavioBolsonaro de ser o responsável pelas tarifas (25% da Seção 301), mesmo a investigação tendo sido iniciada em 15 de julho de 2025, quando nem sonhava concorrer ao Planalto.
https://t.co/iFXtPs6W0V
Os bandidos vão usar durantes as eleições, aguardem.
Aliás, já começaram: "tariflávio".
Mas fique registrado o meu alerta e a verdade sobre a Seção 301.🤟
https://t.co/g1NeBAXpyI
https://t.co/zWdgrdQ03t
O que o governo atual nunca teve coragem de fazer, os Estados Unidos fizeram: designaram o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais.
E não é coincidência, veio dois dias depois da visita de @FlavioBolsonaro a Washington, que foi pessoalmente ao Salão Oval pedir isso ao presidente Trump.
Enquanto Lula foi à Casa Branca fazer lobby em favor de traficantes, Flávio foi lá combatê-los.
O Brasil que trabalha, que paga impostos e vive sob o terror dessas facções merece um Estado que as trate pelo nome que elas têm: TERRORISTAS.
Que venha 2027. 🇧🇷
Flávio Bolsonaro desceu em Brasília vindo de uma viagem aos Estados Unidos que se coroou de êxito retumbante, e foi recebido por uma multidão que enchia o aeroporto como se a cidade, subitamente, tivesse recobrado o pulso e a memória. Vê-lo assim, cercado de fãs antigos, de admiradores recentes e de eleitores de última hora, é como assistir ao reaparecimento de uma chama antiga. Aquela mesma chama que, em 2017, envolvia o pai, Jair Messias, com o fervor quase religioso dos que ainda ousavam ter esperança num país entregue à mediocridade e ao cinismo.
Para os que duvidam dele, para os que torcem contra, com o esgar superior de quem espera sempre “outro candidato dos sonhos”, o recado é brutal e inequívoco: o bolsonarismo voltou. Nunca havia desaparecido, é certo; dormitava, ferido, mas vivo, nas entranhas do país. Agora, porém, reassumiu a forma que sempre aterrorizou o sistema: a da rua tomada, da motociata rugindo, da multidão que enche a Avenida Paulista, Copacabana ou o Eixo Monumental.
Dois fenômenos o reacendem: o encanto pessoal de Flávio, que seduz onde o pai por vezes intimidava, e a lenta e inexorável substituição do medo pela esperança.
Aos que ainda acalentavam a ilusão da terceira via, só resta o gosto amargo de engolir a própria presunção. Essa miragem só funciona, com efeito, na cabeça daqueles que perderam todo contato com a realidade brasileira. Uma realidade que não se deixa enganar por fórmulas de gabinete nem por candidatos fabricados em laboratórios de marketing de grandes canais do Youtube. O grito que ecoa agora é direto, áspero, inconfundível: Flávio Bolsonaro. E o sistema, que fingia tê-lo sepultado, sente novamente o chão tremer sob os pés.
O bolsonarismo voltou.
A Consciência Histórica e o Esquecimento Deliberado
Como ter consciência histórica desprezando a própria história? A pergunta, ainda que pareça carregar em si uma contradição íntima, impõe-se com a lucidez cruel de quem observa o presente e nele descobre o cadáver ainda quente do passado recente. A dificuldade real não estaria em conservar o que se passou há duzentos anos, tempo que a pátria, em seus surtos de amnésia seletiva, já aprendeu a transformar em lenda ou em nada. O drama, aqui, é outro: lutamos, ou fingimos lutar, para manter vivo o que se desenrolou ontem, quase anteontem. Um homem de conduta ilibada, avesso aos poderosos, marginal ao sistema que o repelia, chega, por milagre ou por acidente da História, ao poder supremo. Não se passaram oito anos e já uma multidão apressada deseja declará-lo morto, sepultá-lo em vida, simplesmente porque o incomunicável permanece incomunicável.
Num país minimamente afeito à cultura, habituado à preservação do que tem densidade, um personagem de tal quilate seria matéria diária de reflexão. Justamente por estar silenciado, sua figura se imporia como enigma e lição: legado a ser interrogado, não mumificado. Seria pedir demasiado? Seria utópico? Não, se tivéssemos olhos para o que se passa alhures. Na África do Sul, a aura de Nelson Mandela resistiu intacta a quase vinte e sete anos de prisão. Não se discute aqui a sua ideologia. Discute-se a lealdade de um povo à própria memória. A estranha coincidência, que já nem surpreende, é que só os “heróis” da esquerda parecem merecer tal conservação devota. Pepe Mujica, por exemplo, passou treze anos encarcerado e nem um único dia a sua “memória revolucionária” foi deixada ao desamparo: regada, cultivada, transformada em hagiografia permanente. A direita, ao contrário, revela-se singularmente hábil em sepultar o seu herói de anteontem, na ilusão pueril de que hoje mesmo gestará o salvador de amanhã.
Aqui reside a diferença gritante. A esquerda não se atormenta com a urgência de substitutos; aceita que os seus líderes envelheçam, quase centenários, sem que o mito se desgaste, vide Fidel e Lula. A direita, por sua vez, é pródiga em novos messias: quantos não tentaram, nos últimos quatro anos, suplantar o herói de 2018? Essa febre de substituição revela o que realmente nos falta: memória. Matamos a memória a intervalos regulares, como quem cumpre um ritual bárbaro. Rompemos a corda que nos liga ao passado e seguimos, cambaleantes como bêbados, esbarrando nos muros que nós mesmos erguemos no escuro.
O herói incomunicável disse, com clareza cortante, o que deveríamos fazer e em quem votar. Disse: votem em Flávio! Ponto! Nada mais idiota, nada mais suicida, do que desrespeitá-lo agora, fingindo esquecer quem ele foi e é e o que representou e representa.
Recuperar a memória não é gesto de nostalgia: é condição de sobrevivência. Ou ouvimos o herói de ontem, ou não teremos amanhã. O resto é ruído, ilusão e a velha, a eterna, a brasileira arte de enterrar vivos os nossos melhores.
⚠️ Após prisão da viúva do MC Kevin internautas de extrema-direita voltaram a viralizar vídeo do atual presidente Lula comemorando o apoio da blogueira nas eleições de 2022. Deolane Bezerra é acusada de envolvimento com o PCC.
Para certos liberais de salão e conservadores de banho tomado, ou seja, aquela ala chamada “direita limpinha” que sonha com os votos de Bolsonaro sem o incômodo de Bolsonaro, Flávio, no momento, representa o instante preciso em que o movimento trocou a fúria antissistema, reformista e moralmente inflamada de 2018 pela mera sobrevivência política e jurídica. E isso é muito perigoso, é bom que se diga. Não o veem como herdeiro das virtudes originais, mas como o artífice das pontes com o Centrão, como se fosse um crime, ou o diluidor pragmático que desidratou as bandeiras e as transformou em arranjos de governabilidade. A questão que se impõe, cruel e inescapável, é se essa fratura interna conseguirá, afinal, impedir a vitória de Flávio. Pode impedir, sim. Eis o verdadeiro perigo: o chamado “fogo amigo”, essa especialidade nacional da direita brasileira, que tantas vezes atira em si própria com mais precisão do que contra o adversário, alijando Flávio do 2º Turno. Por outro lado, se o segundo turno se materializar e se nele estiverem Flávio e Lula, ou Flávio e outro qualquer, assistir-se-á, quase por fatalidade histórica, à união forçada de todos os espectros da direita: dos bolsonaristas mais duros aos liberais mais hesitantes e envergonhados. Essa união se cristalizará em torno de dez razões substantivas, suficientes para justificar o voto de todos. Vejamos.
1. Herança e continuidade do legado
Filho mais velho, o “01”, Flávio encarna a transmissão sanguínea e política do capital acumulado por Jair. Votar nele não é mero gesto sentimental: é a forma mais direta de fazer perdurar, nas instituições, a visão de país que o pai representou.
2. Lealdade inquestionável
No Senado, durante e após o governo, Flávio foi dos mais ferrenhos escudos do pai. Essa lealdade familiar e ideológica funciona como garantia quase contratual de que as pautas originais não serão traídas por conveniência.
3. Alinhamento aos valores conservadores
Defensor explícito do lema “Deus, Pátria, Família e Liberdade”, Flávio não foge da guerra cultural. Oposição ao aborto, à ideologia de gênero e à dissolução dos modelos tradicionais de família permanece, nele, intransigente e isso, para a base, é bom lembrar, é critério não negociável.
4. Perfil de articulador
Diferente dos temperamentos mais inflamados da família, Flávio revela-se o mais diplomático e pragmático. Sua capacidade de dialogar com o Centrão e demais forças do Congresso é vista não como traição, mas como habilidade para aprovar agendas e garantir mínima estabilidade institucional.
5. Defesa do enxugamento do Estado
Fiel à retórica antipetista de contenção de gastos, Flávio tem atuado no Senado em favor de privatizações, redução de impostos, desburocratização e diminuição da interferência estatal na economia e na vida privada. Pautas liberais clássicas que deverão ecoar nas mentes mais obtusas do momento, como o autoproclamado “liberal dos liberais”, Rodrigo Constantino.
6. Oposição frontal à esquerda
Uma das vozes mais ativas contra o governo petista no Senado, Flávio oferece à militância a imagem reconfortante de quem confronta diariamente o adversário no coração do poder.
7. Experiência parlamentar consolidada
Não é um novato. Deputado estadual por vários mandatos no Rio e senador da República, conhece os meandros do Legislativo como poucos. Essa familiaridade com a máquina é vista como antídoto contra o amadorismo que tantas vezes comprometeu a direita.
8. Prioridade à segurança pública
Herdeiro da linha dura bolsonarista, Flávio defende as polícias, o excludente de ilicitude em operações, o direito à legítima defesa e o acesso a armas para CACs, bandeiras que, para grande parte do eleitorado, definem o próprio DNA do movimento conservador.
9. Apoio ao agronegócio e ao livre mercado
Próximo da bancada ruralista e do setor produtivo, Flávio encarna a defesa de um Brasil que cresce sem as algemas regulatórias excessivas do Estado, sustentando o argumento de que o campo e o empreendedorismo são motores insubstituíveis da economia.
10. Representação do antissistema institucionalizado
Ainda que inserido no jogo parlamentar, Flávio mantém o discurso de insatisfação com o Judiciário ativista e com a velha mídia. Para os bolsonaristas, ele simboliza a possibilidade de combater o sistema usando as próprias regras do sistema, sem romantismos golpistas, mas sem rendição.
Essas dez razões, se devidamente assimiladas, deveriam bastar para calar as divergências internas e unir a direita em torno de um objetivo concreto: derrotar Lula e o PT. São argumentos robustos o suficiente para justificar a convergência. Resta, porém, o grande risco, já mencionado: o fogo amigo. Se a direita, ainda imatura em sua cultura política, persistir em fuzilar o próprio candidato, poderá simplesmente impedir que Flávio chegue ao segundo turno. E, nesse caso, o resto será silêncio. Ou, pior, será o triunfo previsível da esquerda. Convém pensar nisso agora, antes que seja tarde.