Larissa Amorim morreu após esperar por 59 dias o fornecimento de um medicamento contra a leucemia determinado pela Justica.
O Ministério da Saúde alegou que o quadro clínico da paciente não estaria entre as indicacões incorporadas ao SUS. A liminar, porém, registrava que Larissa apresentava Leucemia Linfoblástica Aguda B e o caso foi levado ao Ministério Público Federal para apuração.