Essa entrevista foi concedida por mim em 2023 ao canal do jornalista português Sérgio Tavares. Naquele momento, eu já dizia aquilo que hoje se confirma - nenhum veículo do mainstream daria destaque ao caso Anthony Fauci. E não por falta de relevância jornalística, mas porque isso significaria colocar no banco dos réus a si próprios.
Durante anos, esses veículos abandonaram a essência do jornalismo para se transformarem em departamentos de propaganda de uma narrativa uníssona e falaciosa, induzindo bilhões de pessoas ao erro. Demonizaram médicos, censuraram especialistas, ridicularizaram jornalistas independentes e destruíram reputações de qualquer pessoa que ousasse fazer perguntas. Bastava questionar para receber um rótulo de “negacionista”, “anticiência”, “espalhador de fake news”.
Enquanto isso, Fauci era tratado como uma figura intocável, acima de qualquer suspeita. A imprensa não investigava; ela protegia, promovia e militava.
Agora que documentos, depoimentos e investigações colocam sua atuação sob um escrutínio cada vez maior, o silêncio continua ensurdecedor. E não poderia ser diferente - dar publicidade ao caso significaria admitir que venderam certezas onde havia dúvidas, ajudaram a sufocar o debate público e participaram ativamente da perseguição contra quem ousou desafiar a narrativa oficial.
O maior escândalo não é apenas Anthony Fauci. É descobrir que uma parcela significativa da imprensa abriu mão de sua função de fiscalizar o poder para se tornar cúmplice dele - e cúmplices raramente denunciam os próprios crimes.
O reflexo nos Normies está violento...
AGORA tosdos querem o que sempre quisemos...
só pra lembrar:
fomos ridicularizados, expulsos, cancelados, maltratados, excluídos...
VAMOS BOTAR O CHAPÉU DA HUMILDADE E ANDARMOS JUNTOS DE UMA VEZ POR TODAS?
"Eu estava errado" - Stephen A. Smith, jornalista esportivo americano.
Você que perdeu emprego, perdeu fonte de sustento, teve seu negócio interditado, foi constrangido e ameaçado: aceitaria tais desculpas?
Ele orientou todo o povo brasileiro a ficar em casa mesmo com sintomas de gripe, enquanto o Bolsonaro lutou para que o povo tivesse acesso ao tratamento precoce.
Por onde anda este COVARDE?
Islamistas agredindo cristãos na Síria antes de matá-los 💔
A mídia esquerdista nunca cobrirá esta notícia
Compare a vida de muçulmanos vivendo como minorias em países como o Reino Unido, EUA, Índia e Austrália com a vida de minorias não muçulmanas em países de maioria muçulmana.
🇪🇸 Spanish locals in Ceuta are out there CHASING DOWN the illegals and pinning them for the cops to deport!
Is Spain finally saying enough is enough?
Writer: Claudio
🚨URGENTE - Ministro das Relações Exteriores do Peru, Carlos Espá, anuncia que o Peru, sob a presidência de Keiko Fujimori, aderirá ao Escudo das Américas
Esta capa da Veja talvez seja um dos retratos mais acabados da degradação do jornalismo brasileiro, que se tornou vassalo do sistema.
Uma revista que durante décadas se orgulhou de confrontar o poder agora se ajoelha diante dele. Em vez de fiscalizar as instituições, agora as sacraliza e ainda exige reverência - Nada mais abominável.
Ao transformar uma urna eletrônica em um “monumento à democracia”, a Veja promove a mais perigosa inversão de valores. Democracia não é um dogma nem uma religião - é o direito de questionar máquinas, governos, tribunais e qualquer instituição do Estado.
A urna eletrônica na capa da Veja e o artigo publicado parece mais uma peça de marketing nos moldes soviéticos, um objeto de adoração, um verdadeiro bezerro de ouro diante do qual o cidadão deve apenas se curvar. Questioná-la passa a ser tratado como blasfêmia - é a clara substituição do pensamento crítico pelo dogma político.
O jornalismo nasceu para desconfiar do poder e trazer ao conhecimento da sociedade aquilo que o sistema prefere manter oculto da população, não para canonizá-lo. Quando a Veja afirma que criticar uma tecnologia é um “desserviço às instituições”, ela passa a atuar oficialmente como guardiã da narrativa oficial do regime.
Esse é o aspecto mais vergonhoso desta capa. Uma revista que, durante décadas, orgulhou-se de confrontar o poder agora se ajoelha miseravelmente diante dele. A quem a Veja serve? Ao jornalismo ou a esse regime nefasto instaurado no Brasil?