VITÓRIA DAS MULHERES!
Nesta quinta, o TSE decidiu por unanimidade que homem condenado por agredir uma mulher em razão do gênero tornam o réu inelegível. A Lei da Ficha Limpa já barrava condenados por crimes contra a vida e a dignidade sexual, e agora a violência de gênero entra nessa conta.
Em dezembro de 2025, eu e a deputada Fernanda Melchionna (@fernandapsol) apresentamos o projeto que coloca a Lei Maria da Penha na Ficha Limpa e torna inelegível quem for condenado por violência doméstica e familiar contra a mulher (PLP 255/25). A decisão do TSE mostra que o caminho é esse.
Com essa decisão, amplia-se a pressão para que o Congresso aprove nossa proposta. Agressor de mulher não pode representar o povo brasileiro!
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Quero dizer que não vou aceitar nenhuma. Todo conhecimento que eu tenho eu não investi nada pra ter, aprendi tudo de forma empírica, portanto não tenho porque cobrar.
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🚨URGENTE: O “The New York Times” acabou de realizar um Editorial afirmando que O TETRA PRESIDENTE LULA é a liderança política mais importante das Américas (incluindo os Estados Unidos) no Século XXI
Ora, ora, ora. Surpreendendo absolutamente ninguém, mais um do clã Bolsonaro se sentará no banco dos réus. Jair Renan responde por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Não deveria sequer assumir o cargo de deputado federal.
Será que a criminalidade tá no sangue dos Bolsonaro?
Parlamentares chilenos fizeram o “L” de Lula no Congresso após a vitória do petista no segundo turno, no domingo (25).
O gesto foi divulgado pelo grupo parlamentar socialista do Chile e repercutiu nas redes brasileiras.
Estamos aqui para reforçar a denúncia para a série de violência contra os povos indígenas que vem acontecendo em todo o território nacional, especialmente no Mato Grosso do Sul.
"Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ao menos cinco casos de assassinatos de indígenas na região desde sábado (24) estão sendo investigados. "
Precisamos de ação por parte do poder público, não só do governo federal, mas também dos governos estaduais. Esses crimes não podem continuar acontecendo. Após o final das eleições houve uma escalada de violência causado pelo ódio bolsonarista.
Não podemos ficar parado diante disso, cada minuto conta, as investigações precisam acontecer de forma célere, para que os culpados sejam responsabilizados e presos.
Uma onda de denúncias envolvendo ameaças, agressões, atropelamentos e ataques contra povos indígenas passou a mobilizar organizações indígenas e órgãos públicos após o segundo turno das eleições presidenciais.
A situação ganhou força principalmente em Mato Grosso do Sul, onde comunidades Guarani Kaiowá e Terena relataram intimidações, manifestações racistas e até uma ameaça de envenenamento da água utilizada por indígenas.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) levou os relatos ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e outros órgãos federais, pedindo investigação e proteção às comunidades.
Em Tacuru, o MPF abriu apuração sobre áudios com ameaças e cobrou providências da prefeitura. Um servidor municipal chegou a ser afastado enquanto o episódio é investigado.
O Ministério dos Povos Indígenas também acionou a Polícia Federal, e a Força Nacional foi autorizada a atuar em apoio à Funai na proteção de comunidades ameaçadas em Mato Grosso do Sul.
O problema, porém, ultrapassa um único município.
Segundo levantamento apresentado pelo Governo Federal, 45 casos de possível violência política envolvendo 47 vítimas passaram a ser acompanhados após o segundo turno. Entre as ocorrências relatadas estão agressões, atropelamentos, disparos e mortes. O governo informou que três das vítimas fatais eram indígenas e atribuiu as denúncias a episódios envolvendo apoiadores de lados opostos da disputa eleitoral — fatos que continuam sob investigação.
É justamente por isso que informação responsável também é parte da proteção.
Em Naviraí, por exemplo, imagens de uma tentativa de duplo homicídio circularam nas redes como se mostrassem indígenas assassinados por motivação política. O MPF verificou que o caso não tinha relação étnica ou eleitoral.
Denúncia falsa precisa ser corrigida. Ameaça verdadeira precisa ser investigada. E violência contra povos indígenas nunca pode ser tratada como consequência “normal” de uma eleição.
Divergência política não autoriza racismo, perseguição, ameaça ou violência.
Neste momento, proteger as comunidades, registrar denúncias, preservar provas e cobrar investigação séria é mais importante do que alimentar boatos.
A luta dos povos indígenas é permanente, e nosso dever é fortalecer essa resistência e dar visibilidade às violências e aos ataques sofridos pelos povos indígenas no Mato Grosso do Sul.
Seguirei atuando no Congresso e cobrando medidas concretas para garantir a proteção dos povos originários, os verdadeiros donos deste território.
#ProtejamNossosPovosIndigenas
O seu voto não pode custar o seu emprego!
Nenhum trabalhador pode ser ameaçado, demitido ou perseguido por escolher em quem votar. Nenhum comerciante pode ter seu sustento ameaçado por sua posição política. Isso é um ataque à liberdade, à democracia e aos direitos do povo.
Por isso, sou autor do PL 5689/2026, junto da bancada do PT, que propõe penas de até seis anos de prisão e multa para quem promover perseguição política no trabalho, organizar listas de boicote e usar o voto como motivo para impedir contratações ou destruir a fonte de renda de alguém.
Para quem atenta contra a democracia, a tolerância é ZERO!
A liberdade de escolha não pode existir só para quem pensa igual.
Democracia é respeitar o voto, a opinião e os direitos de cada cidadão!