Fizeram contra mim um verdadeiro assassinato de reputação.
Durante meses, tentaram transformar suspeitas em sentenças e insinuações em verdades. Chegaram ao absurdo de associar meu nome ao PCC. Logo eu, que jamais tive qualquer relação com criminosos e que construí minha vida pública e profissional com trabalho, às claras e sem atalhos.
Mas não se limitaram a destruir reputações no papel. Entraram na minha casa. Invadiram o lugar que deveria ser o último refúgio de qualquer homem: o seu lar. Apontaram armas para a minha sogra, uma senhora de idade, e para a minha filha, uma adolescente de apenas 15 anos. Minha família foi submetida ao medo, à humilhação e a uma violência que nenhuma manchete posterior será capaz de apagar.
Enquanto isso, meu nome era lançado à lama. A condenação pública veio antes da prova. A suspeita virou espetáculo. Minha honra, minha família e mais de trinta anos de trabalho foram tratados como danos colaterais de uma narrativa já pronta.
E agora surge a perícia: não havia dinheiro público no filme e os valores são rastreáveis.
Há uma perversidade particular nisso tudo: destruir primeiro e esclarecer depois. Porque uma reputação construída durante uma vida inteira pode ser ferida em poucas manchetes, enquanto a verdade quase sempre chega silenciosa, meses depois, quando o estrago já foi feito.
Não espero pedido de desculpas. Espero apenas que aqueles que tiveram tanta pressa para publicar acusações tenham, ao menos, a mesma coragem para publicar a verdade.
Porque investigação séria procura fatos.
Perseguição escolhe primeiro o culpado e depois procura um crime.
AGORA TODOS DESCOBRIRAM O BENEFÍCIO DA DÚVIDA
Agora que Alexandre de Moraes está no centro de graves questionamentos, aparecem juristas falando em cautela, presunção de inocência, devido processo legal e benefício da dúvida.
Mas onde estava todo esse garantismo quando eram Jair Bolsonaro, Felipe Martins, generais, empresários e réus do 8 de janeiro?
Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe. A crítica é direta: um golpe atribuído a um presidente que já estava fora do país, não comandava mais as Forças Armadas e havia antecipado a nomeação dos comandantes indicados pelo governo eleito.
Filipe Martins está preso. Empresários tiveram sigilos quebrados, patrimônio bloqueado e nomes expostos por mensagens privadas, para depois verem investigações arquivadas sem descoberta dos crimes que justificassem tamanho aparato.
No 8 de janeiro, cidadãos receberam penas de mais de uma década. Cleriston Pereira da Cunha morreu na prisão depois de reiterados alertas sobre seus problemas de saúde.
E agora querem começar a história no Banco Master?
O questionamento é justamente o contrário.
O caso Master seria apenas o capítulo mais recente de um conjunto que inclui inquéritos, prisões, bloqueios, censura, quebra de sigilos, investigações contra empresários, processos do 8 de janeiro e a condenação de Jair Bolsonaro.
Durante anos, Alexandre de Moraes foi investigador, determinou medidas, conduziu inquéritos e participou de julgamentos enquanto seus críticos denunciavam concentração de poderes e violações ao devido processo legal.
Agora chegou a vez de as instituições olharem para quem segurava a caneta.
E ninguém precisa negar a Moraes aquilo que tantos brasileiros reclamam não ter recebido.
Dê a ele defesa.
Dê contraditório.
Dê acesso aos autos.
Dê devido processo legal.
Dê até o benefício da dúvida.
Mas investigue.
E não investigue apenas o último capítulo.
Investigue o conjunto da obra.
Porque a pergunta que fica para cada brasileiro é simples:
se todas essas garantias constitucionais são indispensáveis quando Alexandre de Moraes precisa delas, por que não foram tratadas com o mesmo zelo quando do outro lado estavam Jair Bolsonaro, Filipe Martins, empresários, generais e cidadãos do 8 de janeiro?
Meu conteúdo é o seguinte:
Vou em 3 mercados todo mês desde outubro de 2023 e tiro foto dos preços dos mesmos produtos.
Sempre na mesma época do mês, sempre os mesmos mercados.
Não tenho culpa se os preços explodiram.
Todas as fotos estão disponíveis para consulta no site, mês a mês.
Se o meu conteúdo foi utilizado por alguém visando ganho ou benefício próprio , eu não tenho nada a ver e não estou ciente de nenhum movimento esquematizado para que tal evento ocorra.
Nunca recebi 1 centavo de político ou de pessoa alguma para realizar esse trabalho, foi tudo feito sem nenhum tipo de bonificação pessoal.
Eu tiro foto com um A03S caindo aos pedaços, com durex na tela pra ela não soltar. Ando numa Dafra Speed 2008 com tanque de Suzuki YES porque o tanque original deu problema.
Em resumo, sou pobre e faço parte do povão , comecei a tirar foto dos alimentos justamente porque sofro na pele a inflação dos alimentos.
Abertura de inquérito sobre fakenews, buscas e apreensões, Polícia Federal revirando a casa dos outros, envio de helicóptero e agentes fortemente armados para buscar um celular, cassação de mandato, prisão, ameaças institucionais democráticas e tudo que que se vê quando acusam os outros sem provar nada?
ÓBVIO QUE NÃO! Essa várzea se transformou numa republiqueta de décima categoria!