É CAMPEÃO DO MUNDO E INÉDITO! 💚🔥🏓
Hugo Calderano bate o chinês número 1 do mundo, Lin Shidong, e faz história ao ser campeão da Copa do Mundo de Tênis de Mesa: é o primeiro brasileiro a conseguir tal feito.
Na vitória por 4 sets a 1 (6/11, 11/7, 11/9, 11/4 e 11/5), o nosso mesatenista foi dominante do começo ao fim, tendo um jogo muito sólido pra conseguir o título.
É O BRASIL NO TOPO DO MUNDO! 🇧🇷🔝🌎
��� Divulgação/ITTF
#TimeBrasil
Só no Brasil: uma bêbada, sem habilitação, perde o controle do carro, invade a casa do vice-presidente da República, resiste à prisão, se debate, grita com policiais, exige que liguem para um assessor parlamentar, a PM obedece e, minutos depois, um emissário chega com 15 mil reais em dinheiro vivo e ela é liberada.
Se fosse pobre, nem o Papa a tiraria de dentro da cela. Ou da vala.
A MELHOR CAMPANHA DO BRASIL EM JOGOS PARALÍMPICOS! 🏆🇧🇷 #Paris2024 vai ficar marcado na história. Encerramos essa edição com 89 medalhas conquistadas pelos nossos atletas em solo francês e em 5️⃣ lugar no quadro de medalhas, isso é #BrasilParalímpico. E que venha #LA28! 🇺🇸
#JogosParalímpicos
A falta de transmissão das Paralímpiadas sempre foi e sempre será absurdo. Assim como é no Pan-Americano. Tem que ter transmissão e forte, só assim para fortalecer os esportes olímpicos.
Existe vida sem Jogos Olímpicos, e só cria fãs, respeito, tendo divulgação!
O PCC chegou lá! Misturando cultura do clique, lacração dissimulada, teoria do caos e até táticas de propaganda nazista, o crime organizado ameaça tomar o bolsonarismo de assalto e assumir a coroa da “direita” brasileira. Entre aspas mesmo, porque, aqui, os rótulos políticos muitas vezes servem só para definir a cor do boné.
Há quem diga que o fundo do poço poderia ser pedagógico para a maior cidade do país. “São Paulo deveria passar por um governo desastroso. Só assim aprenderiam a votar e não entregar a cidade para um pilantra”, dizem. Respeitosamente discordo.
Quatro anos de Bolsonaro com uma pandemia no meio foram suficientes para não reelegê-lo, mas não para expurgá-lo. Infelizmente não podemos confiar no poder do aprendizado do de um povo cujos governos nunca investiram o necessário em educação.
O problema é que, agora, uma sociedade que é fruto de gerações e gerações de eleitores ruins e péssimos políticos está testemunhando a ascensão de algo pior, mais perigoso e irreversível. Um misto de bandidagem da pior espécie, charlatanismo, Igreja e inépcia como jamais vimos. Uma horda de canalhas que faz os canalhas de sempre parecerem decentes.
Como diria o genial Jô Soares, já fomos roubados por gente melhor.
Esse tipo de vídeo é a melhor propaganda pro ateísmo que existe.
Se Deus é cruel desse jeito, eu só tenho duas opções: odiá-lo ou desprezá-lo.
Que bosta de vida daqueles que são intimidados diariamente por uma figura tão vingativa, cruel, sanguinária e egocêntrica.
“É um tremendo de um hipócrita. (Elon Musk) querer falar qualquer coisa sobre (sobre censura), sendo que morre de medo do Xi Jin Ping e morre de medo do (Mohammad) bin Salman, os dois patrões dele, aí não dá, né? Não dá nem para comemorar o tricampeonato do Palmeiras ouvindo um hipócrita como ele. Seria bacana se defendesse a liberdade de expressão, mas não é verdade. É um hipócrita que morre de medo das ditaduras da China e da Arábia Saudita”, diz @gugachacra ao analisar a polêmica criada pelo bilionário Elon Musk, dono do X (ex-Twitter), ao atacar o ministro do STF Alexandre de Moraes.
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Play has always brought me joy and kept me close to my family, friends, and fans. So as the latest #PlayStationPlaymaker, when I’m on the pitch or on my @PlayStation , play has no limits! #ad
Play sempre me trouxe alegria e me manteve perto da minha família, dos amigos e dos fãs. Então, como o mais novo #PlayStationPlaymaker, quando tô em campo ou com o meu @PlayStation, jogar não tem limites! #Ad
“É urgente. Não tem argumento para não ter um cessar-fogo”, diz @gugachacra sobre mortes de palestinos durante entrega de ajuda humanitária em Gaza.
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O ministro do STF Alexandre de Moraes já tinha chamado a atenção para o erro conceitual – de que o crime investigado é a tentativa de golpe de Estado – em setembro de 2023, no julgamento dos primeiros réus do 8 de janeiro: “Por mais ridículo que pareça, eu preciso fazer um esclarecimento, porque são tantos absurdos que se ouve que, às vezes, o básico é necessário ser esclarecido. Várias pessoas defendendo que esse crime não ocorreu porque não conseguiram dar o golpe de Estado. Ora, não existe crime de golpe de Estado. porque se tivessem dado o golpe de Estado, na verdade, quem não estaria aqui seríamos nós para julgar o crime. Quem dá o golpe de Estado não é julgado. É porque ganhou na violência o que democraticamente perdeu”.
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Cessar-fogo em Gaza é urgente -
O único momento de esperança na Guerra de Gaza, que eclodiu depois do atentado terrorista cometido pelo Hamas em 7 de outubro, foi naquela distante semana em novembro quando vigorou um cessar-fogo para a libertação de mais de cem reféns mulheres e crianças israelenses e de algumas outras nacionalidades em troca de palestinos mulheres e adolescentes nas prisões em Israel. Os bombardeios e ações militares foram suspensas e nenhuma criança palestina foi morta. A fronteira israelo-libanesa também ficou calma, sem embates contra o Hezbollah. No Mar Vermelho, os houthis do Iêmen não lançaram mísseis contra embarcações internacionais. As milícias xiitas iraquianas tampouco agiram contra forças militares norte-americanas baseadas no Oriente Médio.
Passaram já quase três meses daquela pausa nos combates e o número de palestinos mortos se aproxima de 30 mil (mais de 1% da população), segundo autoridades em Gaza ligadas ao Hamas – os EUA e outros países, além de organizações humanitárias e a ONU, trabalham com números similares. A maioria dos palestinos que morreu nas ações de Israel é composta por mulheres e crianças. Centenas de milhares passam fome. Cerca de 60% das edificações do território foram destruídas ou danificadas nos bombardeios israelenses. Oito em cada dez pessoas foi forçada a deixar suas casas. Muitos hospitais e escolas não estão mais operacionais. Somente dois reféns foram libertados, mas cerca de 30 morreram, sendo alguns por fogo amigo israelense.
O cenário pode se agravar ainda mais e atingir níveis catastróficos caso Israel lance uma ofensiva contra Rafah, como alertam autoridades de uma série de países, incluindo o Brasil e a França. Para entender o risco, vale lembrar a geografia da Faixa de Gaza, que tem apenas 40 km de cumprimento e uma média de 6km a 12km de largura. As ações israelenses em resposta ao atentado do Hamas começaram pela parte Norte, onde se localiza a cidade de Gaza, a maior do território. Numa etapa seguinte, o alvo passou a ser Khan Younis, mais ao centro, que ainda está no foco das ações israelenses. O passo seguinte seria Israel se focar em Rafah. Essa cidade palestina, que possuía cerca de 250 mil habitantes antes do início da guerra, está com quase 1,5 milhão neste momento. São deslocados internos que foram forçados por Israel a deixarem suas casas na cidade de Gaza, em Khan Younis e outras localidades menores. Essas pessoas não têm para onde ir. Suas casas no Norte foram destruídas. A cidade de Gaza na prática não existe mais. São apenas ruínas, assim como Khan Younis.
Alguns integrantes da coalizão de governo de Netanyahu defendem que os palestinos sejam removidos para o Egito. Essa solução é problemática, para dizer o mínimo. Primeiro, a imensa maioria dos palestinos de Gaza é formada por descendentes de refugiados que foram expulsos ou saíram de vilas onde hoje fica Israel na guerra de 1948. Eles não querem ser refugiados de novo. Em segundo lugar, a saída forçada desses palestinos poderia se configurar em limpeza étnica, um crime contra a humanidade. Terceiro, o Egito não quer receber os refugiados, o que abriria espaço para um agravamento ainda maior do conflito. Israel tampouco aceita que os palestinos sejam abrigados no território israelense. Ao mesmo tempo, se ficarem em Rafah, essas pessoas podem morrer.
Além de salvar essas vidas palestinas, Israel poderia ter de volta os reféns, ainda que ao custo da libertação de membros do Hamas nas prisões israelenses. A situação também tenderia a se acalmar na fronteira com o Líbano e no Mar Vermelho. Por último, não dá para justificar a morte de milhares de crianças palestinas.
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