@ricksfma Irmão, chegou a um ponto que infelizmente o falecimento de qualquer um virou motivo de zombação. O respeito aos falecidos acabou nas redes sociais. Infelizmente.
@Thiago46125402@elyelgow Além disso, ela tem o hábito de narrar absolutamente tudo o que está fazendo ou pensando em voz alta, o que tira o espaço para a gente raciocinar por si mesmo.
@Thiago46125402@elyelgow Transformação profunda. E não estamos falando de crise de identidade, não adianta nada colocar isso e não colocar o que nos faz humanos, que é a nossa dualidade. A Aloy é incorruptível, uma robô, que age de forma perfeita.
@Thiago46125402@elyelgow O Presente (Morno) A trama política das tribos atuais (Carja, Nora, Carja das Sombras) e o vilão Helis parecem saídos de uma história infantojuvenil genérica. No primeiro jogo, as animações faciais durante as conversas paralelas são extremamente rígidas. Tirando o peso.
@Thiago46125402@elyelgow Questão da História: O Passado (Excelente) É interresante descobrir como o mundo acabou, como chegou a esse ponto insano, quem foi Elisabet Sobeck e o que era o projeto Zero Dawn é a melhor parte do jogo. É uma boa ficção científica.
@Thiago46125402@elyelgow a visão de águia de Assassin's Creed ou os sentidos de bruxo de The Witcher. Você a usa para seguir rastros luminosos no chão, o que transforma a investigação em apenas "siga a linha brilhante". Igual a jogos da Ubisoft e diversos outros que estamos acostumados.
@Thiago46125402@elyelgow Questão Genérica: Torres para revelar o mapa. No caso, os Pescoçudos. Você escala um ponto alto para liberar ícones no mapa. Você realiza Invasão de bases de bandidos para liberar pontos de viagem rápida. "Visão de Detetive": O Foco da Aloy funciona exatamente como a visão de ág
@Thiago46125402@elyelgow O ciclo de jogabilidade se torna previsível. Você entra em uma área, usa o Foco para ver o ponto fraco amarelo do robô, atira com a flecha certa e repete. Um loop previsível sem variação, apenas mudando a estética e alguns movimentos do robô.
@Thiago46125402@elyelgow Crítica a gameplay: O combate contra humanos terrível, se resumindo-se a dar tiros na cabeça ou usar um combate corpo a corpo (com a lança) que é extremamente travado e sem profundidade.
@LuizPauloAmaro2@elyelgow Em debates geopolíticos tribais, mesmo com o conhecimento de Aloy) que é esperado é que ela erre de vez em quando, seja enganada, se revolte. Mas não, isso não acontece. Ela não hesita, não tem um pingo de egoísmo, e emoções corruptíveis humanas, ela apenas é um robô.
@LuizPauloAmaro2 @D4NJI_twt @elyelgow Aí é pra me ferrar né parceiro, a Aloy não é "humana", ela não tem dualidade, não erra, não é corruptível, só tem uma crise de identidade e acham que isso a faz humana. Ela é a mais inteligente (Mesmo ela sendo a clone de Elisabet isso não anula ela estar sempre certa em debates
@Thiago46125402@elyelgow para fabricar munição na hora, domar feras (ou hackear robôs) e limpar bases é idêntica. Uma skin bonita não muda um esqueleto genérico.
@Thiago46125402@elyelgow @D4NJI_twt A roupagem de Horizon é incrivelmente original. Mas se você trocar os dinossauros robôs por mamutes e tigres-dentes-de-sabre, e as flechas tecnológicas por flechas de pedra... você tem exatamente Far Cry Primal. estrutura de jogo — caçar, coletar recursos,
@Gold99519124@Thiago46125402@elyelgow Geopolítico, você espera que mesmo com as experiências da Aloy ela tenha dificuldades, erre, seja enganada, mas não. Ela é incorruptível, assim que ela descobre ser um clone, ela tem uma crise de identidade mas não uma dualidade moral (O que nos torna humanos), parecendo uma robô
@Gold99519124@Thiago46125402@elyelgow E sem contar que Aloy é a bússola moral perfeita que nunca erra, não tem dualidade, não se revolta, sempre está certa nos debates políticos, ser um clone de uma cientista não a faz perfeita, a cientista era humana também, agora imagine uma cientista em um debate tribal geopolític