NÃO SOBRA NADA!!! rsss
O Banco Central publicou ontem mais uma normativa sobre cripto.
Dessa vez o alvo são os cartões internacionais abastecidos com criptomoedas. Aqueles cartões vinculados a exchanges, contas globais em USDT, plataformas que convertem stablecoin em saldo para pagamentos internacionais.
A mudança parece pequena no texto. O impacto é relevante.
A nova instrução exige que toda operação de carregamento e descarregamento desses cartões seja reportada ao BC como remessa internacional ou ingresso de recursos do exterior. Com identificação do cliente, data, quantidade de ativos, valor em reais, nome da contraparte no exterior e país de origem.
E abre brecha explícita para aplicação de IOF.
O roteiro está ficando claro: proibiu stablecoin estrangeira, exigiu rastreabilidade, enquadrou cartões cripto nas regras cambiais. Cada passo cria a estrutura para o passo seguinte.
DE. 2., 1 , OU. OS MINISTROS DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO SÃO BURROS OU SE FAZ DE DESENTENDIDO. Apoiando um Estilo de Política atrasado, na Era da Tecnologia, isso não entra na cabeça da Geração Z, muito menos Geração Web3.
La paradoja del Socialismo.
— El Socialismo necesita que existan los pobres.
— Prometen ayudarlos.
— Pero si realmente los ayudan, dejarían de ser pobres.
— Y sin pobres, no se necesita Socialismo.
🇧🇷 O Banco Central do Brasil enquadrou pagamentos e transferências internacionais com ativos virtuais dentro das regras de câmbio do país. Pela regulamentação, compras, vendas e trocas de criptoativos atrelados a moeda fiduciária passam a ser tratadas como operações cambiais e o mesmo vale para pagamentos ao exterior feitos com esses ativos, inclusive por cartões e outros meios eletrônicos.
💵 Isso reduz o uso de stablecoins como trilho paralelo em remessas internacionais reguladas e empurra essas operações para canais supervisionados do sistema financeiro. A norma faz parte da implementação do marco legal cripto aprovado em 2022 e entrou em vigor em fevereiro de 2026, com exigências de autorização, transparência, governança e prevenção à lavagem de dinheiro para os prestadores de serviços de ativos virtuais.
📊 A mudança ocorre em um mercado onde, segundo Gabriel Galípolo, cerca de 90% do fluxo cripto no Brasil já estava ligado a stablecoins. O BC afirma que o objetivo é reduzir fraudes, golpes e o uso desses ativos para driblar controles mais rígidos sobre pagamentos e câmbio.
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BANCO DO BRASIL RECOMENDA PROIBIÇÃO DE STABLECOINS POR EMPRESAS NÃO REGULAMENTADAS NO BRASIL, COMO TETHER E CIRCLE
Regulação de stablecoins no Brasil é segurança ou excesso de controle?
@BitgetWalletPT Em Épocas de Eleições, Já assinou Sua própria sentença, partido de Acéfalos nunca mais.
E a Suprema corte internacional Saberá disso, violando a Liberdade de livre comércio e expressão.
O BRASIL PROÍBE STABLECOINS FORA DO SISTEMA BANCÁRIO.
''Stablecoins em Real emitidas por entidades não submetidas ao BCB representam um risco direto à isonomia regulatória e à soberania monetária.''
O mesmo governo que licenciou as Bets (que retiraram R$143,8 bilhões do comércio em 2 anos), criminalizou o dólar digital.
Stablecoin: taxada, rastreada, criminalizada.
Tigrinho: licenciado, operando, intocável.
Eles estão proibindo o que podem. Por isso, o Bitcoin segue intacto...