Lula, em razão da falta de rigor ético e da soberba dele, de seu filho e de seus aliados, da ganância e do autoritarismo de ministros do STF alinhados ao governo, e sobretudo da desconexão da esquerda enriquecida com a realidade do povo, está suando a camisa para competir com um candidato que:
- cresceu na aba do pai;
- teve despesas familiares pagas com dinheiro vivo por operador que coletava parte dos salários de outros assessores;
- homenageou um dos maiores milicianos e pistoleiros da história do Rio de Janeiro, e ainda empregou duas familiares dele, apontadas pelo Ministério Público como duas dos 12 funcionários fantasmas em seu gabinete;
- sabotou investigações de poderosos para ser blindado por eles;
- destinou emenda parlamentar a outro miliciano do Rio, depois condenado no caso Marielle como elo entre executores e mandantes do assassinato da vereadora e de seu motorista;
- apoiou políticos acusados de envolvimento em esquemas criminosos;
- teve viagens pagas por lobista investigado no caso do INSS;
- pediu - na condição de senador - ao maior fraudador da história do país uma fortuna alegadamente usada em filme de propaganda familiar e política;
- mentiu várias vezes sobre essa relação, sem jamais comprovar o caminho do dinheiro, que passou por um fundo imobiliário ligado ao irmão;
- votou como parlamentar contrariando quase tudo que prega em rede social e carro de som;
- e que, justamente por tudo isso, fez uma campanha exclusivamente baseada no slogan publicitário da mudança, ou seja, em direcionar o foco do eleitorado para a necessidade de tirar do poder o presidente e seu partido, sem maior reflexão sobre a qualidade e a capacidade de quem - e com quem - entraria no lugar deles.
O bolsonarismo real ajudou Lula a voltar ao poder e agora o Lula real ajuda o bolsonarismo.
A instrumentalização das instituições, das corporações e dos órgãos de fiscalização e controle, característica comum a ambos os lados, tenderia assim a mudar de mãos, enquanto o Brasil se divide e se aprisiona.
Cada segmento do eleitorado se ilude com um futuro redentor, como se a tríade da corrupção, do autoritarismo e da impunidade não fosse a consequência mais provável da escolha apaixonada e cega por qualquer um dos grupos populistas que nunca se voltaram contra ela, a não ser para apontar a sujeira do outro lado.
Flávio Bolsonaro anunciou que vai votar a favor da PEC do fim da escala 6 x 1.
Flávio e PT estão juntinhos de novo.
Como na sabotagem da Lava Jato, da CPI da Lava Toga, da prisão em 2a instância, do pacote anticrime, da lei de improbidade…
E ainda tem gente brigando por eles.
Você percebe que o brasileiro quer melhorar o país quando os dois candidatos mais votados são:
-Os que mais faltaram em debates
-Os que menos tem propostas
-Os que estão envolvidos em escândalos
Um desses dois governará o país durante 4 anos.