A pandemia não teria sido uma pandemia se não tivessem mentido sobre o índice de letalidade, se não tivessem impedido o uso de medicamentos eficazes, se não tivessem obrigado a população a se vacinar, e se não tivessem amedrontado meio mundo com medidas estúpidas de isolamento social.
Um político genuinamente de direita jamais defenderia a ideia de obrigar as pessoas a tomar vacinas experimentais, tampouco obrigá-las e se trancar em casa, usar máscaras, ou usar a força bruta do estado para prender pessoas que caminhavam ao ar livre. Dê uma olhada no que cada político defendeu durante a pandemia e veja quem é quem de verdade.
Elon Musk broke the media's most powerful weapon on live television.
With a speech from Barack Obama.
Take a speech from Obama or Hillary. Read it to someone on the left. Tell them it's Trump.
Musk: "What do you think of this speech by Trump? Oh wow, he's the worst person ever. Actually, that was a speech by Obama. Actually, that was a speech by Hillary."
Same words. Same positions. Opposite reaction.
The ideas were never the problem. The name attached to them was.
If the audience can't tell Obama's position from the one they're calling "far right," the label was never about policy.
It was about control.
The interviewer pressed him on his support for what she called the far right.
Musk: "No, I support the normal people. What you call the far right, falsely."
She kept pushing.
Musk: "I would like to just admonish you and the media for the absurd characterization of the far right, which is false and misleading and nonsense."
Then this.
Musk: "Please keep this part in."
Five words that say more about modern media than four years of journalism school.
He's not asking for fairness. He's preempting a cut he knows is coming.
That's how the machine works. The parts that expose the framing get cut to protect the frame.
Musk: "You could go back 10 or 15 years and these policies were completely normal."
The positions never moved. The window around them did.
The establishment didn't defeat these ideas. It reclassified the people who held them.
Took mainstream positions. Shifted the acceptable center. Then called everyone who didn't move extreme.
The most effective censorship isn't silencing a position. It's renaming it until it sounds dangerous.
Then the interviewer abandoned policy entirely.
Zanny Minton Beddoes: "It's why people loathe you."
That was the kill shot. On camera. Designed to make him flinch. Soften. Walk it back.
Musk: "Maybe some people do loathe me. I don't care."
Then he buried her.
Musk: "A quarter billion people follow me. I think a lot more people actually like me than don't. And I think a lot more people hate you and the media more than you realize."
She came with a label. She left with a mirror.
The spectrum didn't move right. The establishment moved left and relabeled everyone who stood still.
You don't need to win an argument if you control what the positions are called. You don't need to be right if you decide who gets called wrong.
The public was never asked to evaluate the idea. It was told who said it. That was enough.
That's not journalism. That's power wearing a press badge.
Elon Musk just showed a quarter billion people the mechanism.
And a mechanism that depends on nobody seeing it can't survive exposure.
FRACASSADOS
Esta é a melhor definição da esquerda que eu já vi. @SecRubio chamou as coisas pelo nome. Este é o tratamento que deve ser dado a esta gente, assim devem ser enxergados, pois é isso que são
Este é aquele tipo de vídeo que daqui a décadas ainda será visto e analisado
O ICL tentou convencer você de que taxar dividendos faria os ricos apenas pagarem mais imposto, sem colaterais.
Quando o imposto chegou, os ricos donos do ICL deram um jeito de não pagar e demitiram 15 funcionários.
A teoria deles não funcionou nem na própria empresa. Brutal.
Ser esquerdista é:
Ignorar a virtude para se dizer virtuoso.
Ignorar o conhecimento para se dizer culto.
Ignorar a história para se dizer sábio.
Ignorar a humanidade para se dizer humano.
Ignorar a lógica para fazer sentido.
Ignorar a realidade para justificar todas as anteriores
Marco Rubio lo acaba de clavar como un martillo:
«La violencia de la izquierda no es una “protesta”. Es una revuelta de lo peor contra lo mejor. Es la pataleta de los débiles, los mediocres y los cobardes contra los fuertes, los capaces y los buenos.
Son aquellos que no saben construir, crear ni lograr nada grande… y por eso deciden vengarse del mundo destruyendo lo que otros levantaron con esfuerzo, talento y visión.
Eso es el izquierdismo radical en su esencia más pura. Da igual la etiqueta del momento: anticapitalista, antiimperialista, comunista, anarquista, marxista, “progresista” o “activista climático”. El ADN es siempre el mismo.
Es resentimiento venenoso disfrazado de “justicia social”.
Es envidia podrida maquillada de “igualdad”.
Es odio a la excelencia envuelto en banderas de “liberación”.
Su único talento es destruir.
Su única alegría es ensuciar lo hermoso.
Su único objetivo es arrastrar todo hacia abajo para que nadie brille más que su propia mediocridad.
A través de la violencia, el terror y la cancelación buscan imponer su fealdad espiritual sobre la sociedad. No es idealismo. No es utopía. Es nihilismo puro con sonrisa moralista.
El viejo dogma se equivocó: esto no viene de gente que sueña con un mundo mejor, sino de gente que no soporta que el mundo sea mejor sin ellos.
Y ya estamos hartos.
La civilización no se defiende pidiendo perdón. Se defiende nombrando al enemigo por su nombre.
O imposto não é imoral apenas porque é alto.
Mas por ser coercitivo. Você não escolhe pagá-lo. Você não escolhe como ele é gasto. E se você se recusar, há um aparato de força pronto para garantir a cobrança
Nenhuma empresa privada opera assim — e se operasse seria EXTORSÃO
@rafaelgloves Eles querem apenas o argumento aceitável para maioria, tirar Bolsonaro da corrida presidencial, e se alia junto a eles a própria "Direita permitida" que busca validar esse ponto qualquer, pq o sonho dos mesmos é ocupar esse espaço do Bolsonaro.
Na Idade Média, havia um conceito difundido pela religião e pela literatura: a Rota Fortunae, a Roda da Fortuna. O Brasil perdeu para a Noruega e conheço o coração dos meus compatriotas: sei que isso nos afeta de modo singular. Nosso amor pelo futebol vai muito além de uma torcida pela seleção. O povo brasileiro transfere para ele a esperança de vitórias que, nos campos social, político e cultural, são sempre frustradas.
Por isso, é fundamental sabermos viver a derrota no campo que é onde, exclusivamente, a nossa glória tem brilho.
Os medievais a representavam a roda assim: a Fortuna, de olhos vendados, gira uma roda à qual todos os homens estão presos. Quem hoje está no topo, coroado e glorioso, amanhã está embaixo, esmagado pelo próprio giro. A lição é simples: toda glória terrena é passageira, e quem sobe deve saber que vai descer.
É um dado da realidade que devemos ter em nosso horizonte. A modernidade nos impõe conceitos e símbolos que nos empurram para longe do real. Um deles é a ideia exagerada de sucesso: acreditamos que a vida é uma soma de vitórias contínuas. Ideia que culmina no American Dream: o indivíduo bem-sucedido que alcança sucesso profissional em alta escala.
Porém, é materialmente impossível que a vida seja uma escalada de sucessos. Basta o dado mais incontestável da nossa existência: vamos todos morrer sem levar absolutamente nada desta vida.
Ou seja, a derrota é parte integrante desta vida. É impossível viver sem ser derrotado.
Vida triste, então? Resignação? Não, espírito cristão: se a derrota material é um dado incontornável, então só é possível vencer em outro plano. Ora, vitorioso é quem sabe viver a derrota, ofertando-a como uma nova oportunidade para se salvar.
Quer dizer que Deus nos oferta derrotas constantemente. Faz isso para despertar a nossa consciência de que a nossa esperança não está neste mundo.
Portanto, viver bem a derrota é uma necessidade para a nossa salvação. Perdemos, e isso nos machuca profundamente. Mas quem somos nós diante da derrota importa mais do que a derrota em si. Temos uma nova oportunidade de compreender a dinâmica da vida e conquistar vitórias em outros campos.
O Brasil é um país fascinante.
Kássio Nunes Marques defende auxílio-creche para juízes com filhos de até cinco anos porque, segundo o argumento, isso é um direito constitucional.
E faz sentido. Afinal, como alguém consegue sobreviver com um "mísero" salário de R$ 46 mil por mês? Deve ser desesperador olhar a conta bancária no fim do mês e perceber que talvez não sobre para pagar a creche.
Enquanto isso, milhões de brasileiros criam filhos com um salário mínimo, enfrentam filas por creches públicas, pagam aluguel, supermercado, transporte e ainda precisam ouvir que "o país precisa de responsabilidade fiscal".
Responsabilidade fiscal para quem?
O mais curioso é que, quando o benefício vai para quem já está no topo da pirâmide, sempre aparece uma justificativa jurídica impecável. Quando é para o cidadão comum, aparecem palavras como contenção de gastos, equilíbrio das contas e limite orçamentário.
E não se preocupem com o custo. Se dividirmos essa conta entre mais de 210 milhões de brasileiros, serão apenas alguns centavos por pessoa. Centavos aqui, centavos ali, mais um penduricalho acolá... é exatamente assim que uma elite estatal transforma o bolso de toda uma nação em um caixa eletrônico particular.
O problema nunca foi o valor de um auxílio. O problema é a mensagem.
A mensagem de que existe um Brasil onde R$ 46 mil por mês não bastam.
E outro Brasil onde milhões de pais sustentam uma família inteira com menos de R$ 2 mil.
Chamam isso de Justiça.
O brasileiro chama de privilégio.
Por anos o brasileiro de baixa renda comprou roupa, eletrônico pequeno e utilidade barata em plataforma estrangeira, Shein, Shopee, AliExpress, pagando uma fração do que custava o mesmo item no varejo nacional protegido. Era a forma que o consumidor pobre encontrou de fugir do preço inflado pela muralha de imposto que encarece o produto interno. Em 2024 o Estado fechou a brecha, instituindo imposto de importação sobre a compra de até cinquenta dólares, a que ficou conhecida como taxa das blusinhas, somada ao ICMS estadual. A justificativa oficial foi isonomia com o varejo nacional. O efeito real foi encarecer justamente o canal que permitia ao mais pobre acessar produto barato, em nome de proteger a indústria e o comércio interno que cobram caro porque a mesma muralha os protege da concorrência. O Estado não baixou o preço do produto nacional pra competir com o importado barato. Subiu o preço do importado barato pra igualá-lo ao nacional caro. A isonomia foi buscada pra cima, nivelando o consumidor por baixo, e a saída que o pobre tinha encontrado pra escapar do preço protegido foi tributada até deixar de compensar.