Ao contrário do que muitos perfis de esquerda estão espalhando, classificar o CV e o PCC como aquilo que efetivamente são, grupos terroristas, não significa porta aberta para uma “invasão” ou intervenção militar americana no Brasil contra esses grupos. A medida visa principalmente asfixiar as finanças dos grupos, sancionando indivíduos e empresas com ligações a esses grupos e com atuação nos EUA e em países aliados, como na Europa. Nem no México, que é um país muito mais entregue ao crime organizado, os EUA realizam ações militares contra grupos narcoterroristas, por isso não é no Brasil onde farão isso.
“Ah, mas fizeram na Venezuela”
A Venezuela não é o Brasil. Era governada por um ditador não reconhecido pelo governo americano, com um discurso brutalmente hostil e sem ligações econômicas ou diplomáticas com Washington. O Brasil, apesar de todos os seus graves problemas, não chega nem perto do que a Venezuela era em janeiro de 2026.
#hojenomundomilitar
@Metropoles A farsa dos “700 mil”.
Doria assinou decreto, está no Diário Oficial de 21/03/21 que permitiu registrar como covid qualquer morte “suspeita”, sem autópsia, sem confirmação, sem nada. A fórmula perfeita para inflar números e empurrar narrativa travestida de "ciência”.
@SidnelsonEu Sei exatamente o que é isso, meu pai era construtor. Quando pude comprar, foi o presente que mais tive satisfação em dar a ele. Que Deus o tenha em seu melhor lugar 🙏💔😔
"Vacinas contra a COVID-19 e câncer: Entrevista com Angus Dalgleish"
O professor de Oncologia da Universidade de St. George, em Londres, conta a história do monstro que foi libertado sobre a humanidade.
A promessa era salvar o mundo com tecnologia de emergência, velocidade inédita e confiança absoluta. Quem levantasse dúvidas era tratado como herege moderno, alguém que ousava questionar o novo altar científico erguido durante a pandemia.
Agora começam a surgir vozes dentro da própria medicina observando algo desconfortável: padrões imunológicos diferentes, tumores reaparecendo com comportamento mais agressivo, médicos perguntando se existe algo que ainda não foi devidamente compreendido nessa nova arquitetura biológica criada em escala global.
O problema nunca foi discutir ciência. O problema sempre foi proibir a discussão.
Quando médicos levantam hipóteses clínicas, o caminho natural deveria ser investigação aberta, confronto de dados e revisão constante. Mas a era da pandemia transformou prudência em suspeita moral e questionamento em pecado público.
Criou-se uma geração de burocratas da ciência que defende narrativas com mais fervor do que defende pacientes.
Se tudo estiver correto, a investigação provará.
Se algo estiver errado, também aparecerá.
Mas há um detalhe que ninguém consegue esconder para sempre: a biologia não se curva a decretos políticos.
E quando a ciência deixa de ser investigação e passa a ser doutrina, quem paga a conta não são os governos, nem os laboratórios.
É o corpo humano.