Para passar ao segundo turno com margem para a vitória, um patamar de 49% na primeira volta, ou até para eventualmente ganhar no dia 4, Lula precisa mais 3% dos votos, venham de onde vierem: indecisos, nulos, brancos ou votos de esquerda em outras candidaturas. Simples assim.
Divulgar plataforma online com indicação de votos em rede nacional em período eleitoral é crime eleitoral tá.
A Globo, através de um programa fez uma indicação irregular que pode ser entendida como tentativa de manipulação do eleitorado
Plataforma anunciada por Luciano Huck fez de mim um fervoroso eleitor do Partido Novo. Mesmo que eu respondesse de forma extremada à esquerda. Esse negócio tá com defeito!
🚨 URGENTE! Daniela Lima acaba de confirmar que NÃO É FAKE NEWS a informação passada por Maria Cristina Fernandes.
A Igreja Católica monitora desde 2019 ataques de evangélicos bolsonaristas à Nossa Senhora Aparecida.
FLÁVIO INIMIGO DOS CATÓLICOS
UNIDOS POR APARECIDA
LUCIANO HUCK E A GLOBO COMETEM CRIME ELEITORAL
Ontem, em horário nobre na Rede Globo, Luciano Huck divulgou uma plataforma de candidaturas organizada por setores da direita liberal e da extrema direita. Isso é inaceitável!
Quando preenchi as perguntas do site, me foi indicado dois marginais do Partido Novo, o que mostra o viés claramente manipulado do site.
Para dar uma resposta a toda essa situação, nossa equipe jurídica já foi acionada e iremos para cima. Convidamos também as outras candidaturas do Brasil inteiro para que utilizem suas equipes jurídicas para questionar a Rede Globo, pois essa clara tentativa de manipulação do processo eleitoral não pode passar impune!
O que você acha disso? Comenta aqui embaixo a sua opinião!
#Jones5050
Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76
🚨URGENTE! Dom Orlando Brandes, Arcebispo da Igreja Católica, PEDE VOTO em defesa da Soberania Nacional.
Internautas interpretam que pedido é de voto em Lula (PT).
Eu não saberia explicar o quanto o Flávio Dino é o que eu quero ser um dia na vida. Ele une deboche com erudição com conhecimento com carisma com saúde mental e resiliência e maturidade emocional de maneiras que eu invejo profundamente
A tese de Gilmar e Dino é esta. Mendonça estaria usando a relatoria do caso Master para favorecer eleitoralmente Flávio Bolsonaro e, ao mesmo tempo, atingir o grupo adversário dentro do Supremo, dirigindo seletivamente a investigação por meio de sua própria PF — parece que cada ministro já tem a sua. De um lado, faria avançar aquilo que possa comprometer Moraes e outros ministros do campo adversário. De outro, manteria na sombra o que possa comprometer Flávio e os ministros de seu próprio campo, entre os quais Kassio, cujo filho teve a consultoria remunerada pelo Master, como lembrou Gilmar. A investigação seria assim instrumentalizada em duas direções ao mesmo tempo: para atingir adversários no Tribunal e proteger aliados políticos e judiciais.
A meu ver, a cronologia dá razão aos dois. Mendonça retirou o sigilo do material sobre Moraes em 1º de setembro. No dia 3, Moraes pediu que Mendonça fosse investigado por direcionar a PF contra adversários, e só no dia 11 vieram a público as mensagens entre Flávio e Vorcaro, que o relator mantivera em sigilo durante meses. Fica difícil explicar por que aquilo que atingia Moraes pôde produzir de imediato consequências públicas e políticas, enquanto aquilo que atingia Kassio e Flávio permaneceu protegido pelo sigilo até que o próprio relator se visse acusado de seletividade.
O que está em jogo está no resultado da eleição presidencial. A vitória de Flávio alteraria profundamente a correlação de forças no Supremo no próximo quadriênio. Se Moraes fosse afastado por impeachment no Senado, sua cadeira se somaria às de Fux, Cármen Lúcia e Gilmar, que se aposentam até 2030. Flávio poderia então indicar quatro ministros, sob sugestão de Kassio, Mendonça e Fux, e deslocar em favor do grupo de Mendonça a hegemonia hoje existente no STF.
Há, de fato, uma linha político-ideológica bem definida separando os dois lados dessa disputa. Mendonça, Fux e Kassio — que acaba de se dar por impedido e, portanto, já deu no pé — votaram, explícita ou implicitamente, no sentido de que não houve tentativa de golpe. Não compraram a tese da Polícia Federal que, acolhida pela Primeira Turma do STF, levou à condenação de Bolsonaro. Do outro lado estão justamente os ministros que sustentaram a resposta institucional ao golpismo.
É por isso que a corrupção, embora seja a matéria do escândalo, é politicamente secundária. O que está em discussão é o uso político que Mendonça estaria fazendo dela: selecionar, dentro da sujeira espalhada por Vorcaro, aquilo que pode atingir Moraes e deixar na sombra aquilo que compromete o seu próprio campo e, sobretudo, Flávio Bolsonaro. É nesse sentido que se deve entender o pedido de Gilmar pela íntegra dos dados do celular de Vorcaro. A aposta parece ser a de que, exposto o conjunto das relações do banqueiro, ficará claro que a sujeira não está concentrada no lado contra o qual Mendonça dirige a investigação, mas alcança também — e talvez sobretudo — aqueles que procuram utilizá-la contra Moraes e, indiretamente, em favor da eleição de Flávio. À instrumentalização seletiva da corrupção se responderia, assim, com a investigação integral dela.
Se Flávio ganhar, ganha com ele o grupo de Mendonça, que leva a disputa pela futura composição do Supremo e as condições políticas para acertar contas com o bloco adversário. Se Vorcaro tem um candidato, esse candidato só pode ser Flávio Bolsonaro. Enrolado até a medula no escândalo e investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, ele é o primeiro interessado em que tudo acabe em pizza, ao lado dos ministros que lhe são simpáticos e que também aparecem sob questionamento. Se chegar à Presidência apoiado por eles, não haverá vitória do combate à corrupção sobre a corrupção. Haverá a vitória política de um dos grupos envolvidos sobre o outro.
Seria uma grande ironia que toda essa confusão, travada em nome da justiça e do combate à corrupção, acabasse exatamente na consagração do reino da corrupção e da impunidade.
A poucas semanas das eleições, as manobras judiciais no STF deixaram de ser mera divergência jurídica para se tornarem peças ostensivas de campanha, analisa o colunista João Filho.
“Está claro que Mendonça atua no STF com uma agenda eleitoral debaixo do braço. O juiz que decide o que o eleitor pode ou não saber antes de votar não está exercendo a magistratura. Está fazendo campanha”.
Leia a coluna completa de @JornalismoWando na nova edição da newsletter Caos & Paixão: https://t.co/bhh4m1Hzsq
O que o ICL conta é muito grave. A linha do tempo:
1 - Ricardo Nunes contratou irmão do André Mendonça pra autarquia que fiscaliza concessão de cemitérios.
2 - André Mendonça julga assunto de interesse do irmão (não deveria) e da decisão favorável a medida tomada pela autarquia na concessão de cemitérios.
3 - Nunes promove o irmão do Mendonça a número 2 da autarquia, que responde ao gabinete dele.
https://t.co/9Meyw8Vn2e
Há um golpe em curso!
André Mendonça vai utilizar a 2ª Turma do STF, onde tem maioria, para passar a boiada. E no TSE quem está na Presidência é Nunes Marques, com Mendonça de vice. Não subestimem o que está acontecendo, pois o cenário é gravíssimo.
O objetivo é blindar Flávio Bolsonaro e levá-lo à Presidência. Mas, se isso não ocorrer, Mendonça já cumpre o papel de implodir as instituições por dentro, descredibilizá-las para reacender o radicalismo e abrir caminho para interferência externa.
Não basta eleger um presidente de esquerda. Tem que pensar no Congresso e eleger pessoas comprometidas. Não adianta colocar raposa pra cuidar do galinheiro.
Quem é contra o trabalhador não merece representar o povo brasileiro.
O fim da escala 6x1 é uma demanda de quem trabalha e quer ter mais tempo para viver, cuidar da família e aproveitar a vida.
Eu vou levar essa luta até o fim. E tenho certeza de que, juntos, vamos conquistar essa vitória.
O trabalhador brasileiro merece mais tempo para viver. ✊🇧🇷
Cara, eu tava aqui ainda sem acreditar. Até briguei com uma pessoa e peço perdão, vou pedir pessoalmente. Mas é real: tem gente da esquerda fazendo campanha contra a Simone Tebet e a Marina Silva.
Desculpa, gente, mas vocês são burros. Burros.
A gente precisa explicar o básico? Não tem candidato ao Senado pelo PT. A gente tem Simone Tebet e Marina Silva.
Se você está fazendo campanha contra as duas candidatas que representam o nosso campo, você vai votar em quem? No Derrite? É essa a lógica?
Eu tô impressionada. De verdade.
Com uma esquerda dessa, quem precisa de direita?
Bom dia, pessoal! Comecei oficialmente a campanha eleitoral e quero pedir um instante da sua atenção.
São Paulo pode e merece muito mais. Nosso estado perdeu posições na educação, enfrenta problemas na segurança e nos serviços públicos e vem crescendo menos do que o Brasil.
Tenho orgulho de ser paulista e acredito na força do nosso povo. Precisamos mudar as prioridades e colocar as pessoas no centro das decisões.
Por isso, coloco meu nome à disposição. Tenho um plano para São Paulo, com propostas possíveis e concretas. Conheça, compare e tire suas próprias conclusões.
Se eu merecer sua confiança, conto com seu voto e com sua ajuda para espalhar essa mensagem.
Vamos fazer isso juntos. Vamos construir o Estado que queremos deixar para as futuras gerações. É 13.
COMEÇOU a campanha! Sou candidato a deputado federal pelo estado do Rio e preciso muito do seu apoio! Meu número é 5080!
Posso contar contigo?
PRA CIMA DELES!