1- A história que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca. Meu status migratório não permitiria, se isso tivesse acontecido o próprio governo americano me puniria. No meu processo migratório expliquei as autoridades americanas toda a origem dos meus recursos e não tive qualquer problema, porque aqui não vigora um regime de exceção. Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem.
2- Falam do advogado que cuidou de todos os detalhes como se ele fosse um mero escritório de migração, não é. O advogado tem mais de 40 anos de experiência, mestrado e doutorado. Seu escritório atua em gestão de patrimônio e fundo de investimento há mais de uma década. A parte de migração é apenas um departamento deles, devido a necessidade de clientes de alto nível migrar o capital e residência para o local de seus investimentos.
3- Nós não somos donos do filme, mas sim os mais de uma dezena de investidores. O escritório cuida apenas da gestão burocrática, financeira e legal dos recursos. Apresentei ele ao Mário, que estava procurando investidores para o filme, por saber da sua competência. Gostariam que apresentassem advogados petistas e que não conheço?
4- O filme não é um produto inexistente ou um serviço fake de advocacia, é um produto real com grandes estrelas.
5- Todos os investimentos foram feitos nos EUA porque a produção foi americana, com atores americanos. Além do mais, devido ao estado de exceção, ninguém se arriscaria investir num filme do Bolsonaro no Brasil, pois seria devidamente perseguido pelo regime e atrelado como financiador de golpe, como faziam. Investimento nos EUA garantem segurança jurídica em uma jurisdição séria.
6- que tipo de vantagem nossa familia poderia dar na época além de perseguição da tirania? Meu pai preso, eu exilado e meu irmão sequer sonhava em ser candidato? Vocês tentam sugerir que havia interesse outro, qual interesse poderia existir em uma época em que todos nos consideravam liqüidados?
7 - Tudo não passa de uma tentativa tosca de assassinato de reputação, que tenta atrelar ilicitude em patrocínio para um filme.
Oi, @grok. Explique-me isso: o jatinho da J&F — grupo controlado pelos irmãos Batista — pousou em Caracas às 5h14 do dia 23/11, ficou poucas horas e voltou ao Brasil às 7h53 do dia seguinte. Ao mesmo tempo, o Itamaraty impôs sigilo de 5 anos aos telegramas sobre os negócios deles na Venezuela. Esse tipo de movimentação para a Venezuela, envolvendo empresários com operações internacionais, não pode gerar problemas sérios para os sócios da J&F nos EUA, especialmente sob leis como a Magnitsky?
O verdadeiro golpe tramado pelo STF.
Não há mais como esconder a perseguição e a ilegalidade da prisão de Jair Bolsonaro e aliados, amparada por uma mídia cúmplice, como estratégia de falsa normalidade institucional.
A ditadura da toga vai desmoronar.
No fim das contas, só vai se ferrar quem botou dinheiro nesse banco achando que tava seguro.
No Bostil a porra do sistema inteiro anda de mãos dadas—um protegendo o rabo do outro em cada camada de poder. A lei não escrita é simples: vai roubar? Então rouba muito, pra pagar advogado caro que te blinda nas “instituições”.
O país virou um circo, e quem paga a conta, como sempre, é o público feito de palhaço 🤡.
Take a look at the vote cast yesterday by the only real judge on the court — an 11-hour-long vote by Justice Fux. Regardless of political bias, this is a case riddled with legal nullities, starting with the jurisdiction: all defendants should be tried in the first instance court, not in the third instance with no right to appeal. In other words, it's a null and void process. But for the left, legality doesn't matter.
Echa un vistazo al voto emitido ayer por el único juez auténtico del tribunal: un voto de 11+ horas de duración por parte del juez Fux. Más allá de cualquier sesgo político, este es un caso lleno de nulidades legales, comenzando por la jurisdicción: todos los acusados deberían ser juzgados en un tribunal de primera instancia, no en tercera instancia sin derecho a apelación. En otras palabras, es un proceso nulo de pleno derecho. Pero para la izquierda, la legalidad no importa.