A mi esas iglesias evangélicas siempre me han parecido una estupidez. Una vez fui a una, mientras celebraban su misa, se fue la energía y empezaron a decir que el diablo había llegado.
personalmente el mundo ideal sería no religioso pero desde que me vi obligada a relacionarme con #ese 1% de la población me di cuenta de que un poco de culpa católica los haría menos sociopatas jaksjs q día le intente explicar esto a oscar
É triste que as pessoas sejam tão ignorantes sobre o tipo de efeito social que a religião causa nesse nível.
Historicamente, católicos e evangélicos neopentecostais diferem em muitas coisas, mas um dos principais pontos de divergência é a forma como enxergam a glória eterna e a relação entre sucesso, responsabilidade e salvação.
A glória, no catolicismo, tem um caráter comunitário. Não há glória, salvação ou sucesso desvinculados da comunhão com o outro. O individualismo é condenado e, embora a providência divina também faça parte da doutrina, a responsabilização é profundamente pessoal. Deus sabe de todas as coisas, mas o livre-arbítrio continua sendo um princípio central. Você faz escolhas diante da sua comunidade e da sociedade, e são essas escolhas que geram consequências. Se você falhou, falhou porque fez escolhas ruins, porque não fez o suficiente ou porque negligenciou seus deveres para com o coletivo.
No neopentecostalismo, a lógica tende a ser outra. A vitória é, antes de tudo, individual. Você vence porque fez a sua parte, e Deus recompensa sua fé organizando os acontecimentos conforme Sua vontade. Se você perdeu, perdeu porque lhe faltou fé ou porque Deus decidiu que aquele não era o momento. A teologia da prosperidade, que ocupa um papel central em boa parte do neopentecostalismo, reforça justamente essa leitura individualizada da relação entre fé e sucesso.
Tudo isso produz disposições morais diferentes nas pessoas e, consequentemente, nos próprios jogadores. Se você vence, foi porque Deus quis. Se perde, foi porque faltou fé ou porque Deus assim determinou. A derrota deixa de ser, em primeiro lugar, um problema de responsabilidade pessoal, de senso de comunidade ou de compromisso com o coletivo.
O discurso, inevitavelmente, tende a ser mais: 1) egoísta, porque o foco está na relação individual entre o fiel e Deus; e 2) receptivo à derrota, porque ela deixa de ser interpretada como consequência das próprias escolhas e passa a ser entendida como parte do plano divino.
Esse é o Brasil que vem sendo construído nas últimas décadas. Somos, da política ao futebol, cada vez mais egoístas, individualistas e menos responsáveis pelas consequências comunitárias de nossas ações.
Tan fácil ser evangélico, la cagas, vas donde el pastor, le haces una transferencia, te dice q todo es un plan de dios para encaminarte y acércate a él, no sientes culpa por las consecuencias de tus acciones, señalas a los demás diciéndoles mundanos y sigues con tu vida💋
🇺🇸 | Según informes, Trump llevó una delegación de 1.400 personas a Turquía —incluyendo personal asignado para recolectar sus desechos biológicos.
Según The Guardian, forma parte de un protocolo especial de seguridad diseñado para impedir que gobiernos extranjeros analicen la salud del presidente de EE.UU. a través de muestras biológicas..
É muito fácil ser evangélico, se eu consigo algo "deus me deu a oportunidade e eu me esforcei" se eu não consigo "deus sabe de todas as coisas e fez isso pra eu aprender". É uma isenção completa da responsabilidade de viver.
Mi reina estuve en una secta evangélica desde los 4 años hasta los 11, tengo demasiada autoridad para hablar de lo que hablo
Imagínate una infancia donde creces y todo está mal, es satánico o mundano.
Def te cambia la química cerebral y no desarrollo.
“la gente es muy individualista!!!!” todo tu dogma se basa en creerte el centro del mundo, heredado de un país cuya única cultura es querer ser el centro del mundo al precio que cueste
El 80% de las academias infantiles en Brasil se volvieron de pago, no hay clubes. El 35% de los sub 15 tienen sobrepeso y hay más celulares que personas. Pero nada supera la evangelicofobia para explicar el fracaso.
Este es el modelo gringo también, y tiene que ver con su cultura y su creencia religiosa evangélica de que la salvación y el éxito son empresas individuales. La pérdida de lo público está ligada a esa visión del mundo, y si aún no lo ven es porque no quieren