Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
🇧🇷| “A minha posição é que esse governo precisa ser removido porque ele contraria os interesses do Brasil. O Brasil não vai quebrar em 2027. O Brasil já quebrou.”
Aldo Rebelo DETONA o governo Lula. Assista! 🗣️🚨
Você votava em alguém que já votou em Lula? Você votava em alguém que estava com Lula no seu governo? Você votava em alguém que no seu estado a vida toda foi esquerdista mesmo se Flávio pedisse?
APÓS Lula recomendar a Vorcaro que não vendesse o Banco Master ao BTG, reuniões secretas do filho da facção com o banqueiro no Planalto, diversas reuniões do Banco Central com o dono do Master, bancada do PT não assinar a CPMI do Master, troca de delegado que investiga Lulinha, nenhuma busca e apreensão na cúpula, nenhuma apreensão de passaporte diante dos fatos, Lula tentar impedir com unhas e dentes de classificar o PCC e o CV como grupos terroristas que destroem milhares de famílias e dominam o crime organizado no país, a espatafúrdia narrativa de que Adélio (antigo filiado político do PSOL, braço do PT) tentou assassinar Jair Bolsonaro e que seria um lobo solitário, mesmo diante de tantas evidências que mostram o contrário, e agora, Deolane, a amiga íntima de Lula e Janja é acusada de ser operadora financeira do PCC!
Por que ninguém se escandaliza com a proximidade entre Lula e alguém investigada em operação ligada ao PCC e com os outros fatos expostos?
Acham mesmo que todo o sistema de inteligência do país, com tantas agências que servem diretamente ao governo, é incompetente ou conivente?
Quando interessa, sabem de tudo. Quando não interessa, fingem não ver. O silêncio seletivo também fala muito.
TODOS SABEM COMO TODA A VELHA IMPRENSA E OS "PERMITIDOS" JÁ ESTAVAM AGINDO E COMO CONTINUARÃO.
BASTA OBSERVAR!
TODA A ORQUESTRA TEM MUITO MÉTODO E OBJETIVO!